01/05/2026
Abril foi, sem dúvida, um dos meses mais intensos da minha vida.
Começou com celebração: os 93 anos da minha avó. Logo no dia seguinte, o primeiro mês de vida da minha filha — um marco lindo, mas também cheio de desafios, descobertas e emoções à flor da pele.
E então, no dia seguinte… a vida me lembrou, de forma dura, sobre ciclos. A despedida do meu avô. Uma dor profunda, misturada com um sentimento difícil de explicar por não ter conseguido estar presente nos últimos dias dele — escolhas que a maternidade, às vezes, nos impõe.
No mesmo dia, também era aniversário de 13 anos do início da minha história com o meu marido. Amor, luto, gratidão e ausência… tudo coexistindo no mesmo espaço.
Sete dias depois, celebramos mais um ano de vida — o meu e o dele. E, poucos dias depois, a data em que meu avô completaria 94 anos… agora carregada de saudade.
Como se não bastasse, ainda precisei lidar com mais despedidas: a perda de um colega de trabalho e, dias depois, de alguém da família.
Abril me atravessou de um jeito que eu nunca tinha vivido antes.
Foi um mês de extremos. De vida e de morte. De começos e de despedidas. De amor, dor, culpa, gratidão… tudo junto, tudo intenso.
Hoje, eu só consigo olhar pra trás e sentir. Sem tentar organizar demais. Sem tentar dar conta de tudo.
E, pela primeira vez, eu realmente desejo que um mês acabe. Que maio chegue trazendo um pouco mais de leveza, de respiro, de recomeço.
Abril, você foi duro… mas eu sigo.
Que maio venha com novas energias. 🌿
E por aí, como foi?