Alexa Clothes

Alexa Clothes Eu me chamo Alexandra, tenho 41 anos e sou terapeuta esportiva e mental coach de atletas amadores e profissionais.

20/06/2026

Os últimos vídeos sobre o ambiente do beach tennis geraram milhões de visualizações e milhares de comentários.

E, no meio de muitas reflexões importantes, eu vi algo que me chamou atenção.

A facilidade que algumas pessoas têm de diminuir aquilo que faz sentido para os outros.

“Isso nem é esporte.”
“Isso é frescura.”
“Vocês não são atletas.”
“Problema de gente rica.”

E eu fiquei pensando…

Será que essas mesmas pessoas falariam exatamente isso olhando nos olhos de quem está do outro lado?

Porque atrás de uma tela é muito fácil esquecer que existe um ser humano recebendo aquilo que você escreve.

E talvez essa seja uma das maiores armadilhas das redes sociais.

A sensação de que podemos falar qualquer coisa sem considerar o impacto que aquilo tem na vida de alguém.

O mais curioso é que eu nunca fiz esses vídeos para provar que o beach tennis é melhor que qualquer outro esporte.

Muito pelo contrário.

Eu acredito que todo esporte tem o potencial de transformar vidas.

E quem trabalha com pessoas sabe disso.

Tem gente que saiu da depressão através do esporte.

Tem gente que encontrou amigos.

Tem gente que venceu o sedentarismo.

Tem gente que recuperou a autoestima.

Tem gente que voltou a sair de casa.

Tem gente que encontrou um motivo para continuar.

Então talvez a pergunta não seja se você gosta ou não de beach tennis.

A pergunta talvez seja:

Por que sentimos tanta necessidade de diminuir aquilo que está fazendo bem para outra pessoa?

Porque você não precisa gostar.

Não precisa jogar.

Não precisa concordar.

Mas respeito continua sendo uma escolha.

E talvez a forma como falamos com as pessoas, principalmente quando estamos escondidos atrás de uma tela, diga muito mais sobre nós do que sobre elas.

No fim, esse vídeo não é sobre beach tennis.

É sobre empatia.

É sobre respeito.

E sobre lembrar que existe um ser humano do outro lado da tela.

19/06/2026

Messi fez três gols.

Mas o que mais me marcou não foi o hat-trick.

Foi o choro.

Vivemos em uma cultura que ensinou atletas a esconder emoções, engolir o choro e parecer fortes o tempo todo.

Mas força mental nunca foi sobre não sentir.

Força mental é conseguir seguir em frente sem precisar negar aquilo que você sente.

É reconhecer a dor, acolher a emoção e ainda assim continuar presente.

O abraço do técnico depois da substituição também diz muito.

Porque ninguém sustenta tudo sozinho.

Nem os maiores atletas da história.

Talvez o maior legado que atletas como Messi estejam deixando para as próximas gerações não seja apenas técnico.

Talvez seja mostrar que vulnerabilidade e excelência podem coexistir.

E que por trás de qualquer medalha, troféu ou título...

Existe uma pessoa tentando lidar com a vida como qualquer outra. ❤️

18/06/2026

Quanto mais nervoso você f**a, mais rápido você joga.

E o problema é que velocidade nem sempre signif**a intensidade.

Quando o cérebro percebe pressão, ele entra em modo de alerta.

Você corre para sacar.
Corre para buscar a bola.
Corre para esquecer o erro anterior.
Corre para chegar logo ao próximo ponto.

Mas, junto com essa pressa, você perde algo muito importante:
A capacidade de perceber o jogo.

Você para de ler os espaços.

Para de observar os adversários.
Para de notar o que está funcionando.

E, sem perceber, começa a jogar no automático.

Os melhores atletas não são necessariamente os mais rápidos.

São aqueles que conseguem regular o próprio estado interno.
Que sabem a hora de acelerar.
E sabem a hora de desacelerar.
Por isso, um truque simples para o próximo jogo:

🎾 Entre um ponto e outro, diminua o ritmo por alguns segundos.
Respire.
Observe.
Reconecte-se com a sua estratégia.

Muitas vezes, o que está faltando não é jogar mais rápido.
É criar espaço suficiente para tomar melhores decisões.
Porque quando você controla o seu ritmo...

F**a muito mais difícil a pressão controlar você. 🧠🎾

18/06/2026

A força mental que todo mundo busca não é a ausência de medo.

É saber o que fazer com ele quando ele aparece.

Você pode treinar técnica todos os dias e ainda travar na hora decisiva — porque o que te trava não está no corpo. Está no que você acredita que vai sentir se perder.

Frustração. Vergonha. A sensação de não ser bom o suficiente.

Ninguém quer sentir isso. Então o cérebro tenta fugir.

E é aí que o jogo trava.

A virada não é eliminar o medo. É parar de fugir dele.

Quando você perde o medo de sentir, você ganha liberdade pra jogar.

👇 Me conta: o que você sente DEPOIS de perder um ponto importante? Frustração, vergonha, raiva? Comenta aqui.

17/06/2026

Para muitas pessoas, o problema não é a derrota.

É o destaque.

Porque ganhar muda a forma como você é visto. E, às vezes, muda até a forma como você acredita que será aceito pelos outros.

Inconscientemente, algumas pessoas associam sucesso a julgamento, cobrança, inveja, rejeição ou solidão.

Por isso, quando começam a se aproximar de um pódio, de uma final ou de um novo nível de jogo, algo dentro delas pisa no freio.

F**am mais passivas.
Diminuem a intensidade.
Evitam assumir protagonismo.
Tentam não chamar atenção.

Não porque lhes falte capacidade.

Mas porque pertencimento é uma das necessidades mais profundas do ser humano.

A boa notícia?

Você não precisa escolher entre pertencer e se destacar.

Você pode ser uma pessoa querida e, ao mesmo tempo, uma atleta competitiva.

Pode ser humilde e ambiciosa.

Pode ocupar o seu espaço sem pedir desculpas por isso.

💭 Já sentiu que trava justamente quando está perto de alcançar algo grande?

16/06/2026

Você não f**a nervosa porque vale troféu.

Você f**a nervosa porque vale signif**ado.

A maioria dos atletas amadores acha que não deveria sentir pressão.

“É só um hobby.”
“É só um torneio.”
“É só uma brincadeira.”

Mas o cérebro não enxerga dessa forma.

Dentro de quadra, você está se expondo.

Está sendo vista.
Comparada.
Avaliada.
Reconhecida.

E existem estudos mostrando que a rejeição social ativa regiões cerebrais semelhantes às envolvidas na dor física.

Por isso uma derrota pode doer tanto.

Não porque você perdeu um jogo.

Mas porque, muitas vezes, aquela derrota conversa com medos muito mais profundos:

• Medo de decepcionar.
• Medo de não ser boa o suficiente.
• Medo de julgamento.
• Medo de não pertencer.

Quando você entende isso, para de brigar com o nervosismo.

E começa a entender o que ele está tentando te contar.

Quantas vezes você já se perguntou:
“Por que eu fico tão nervosa se eu sou só uma atleta amadora?” 👇🎾💭

14/06/2026

Você já saiu de quadra arrasada por causa de um erro?

Então talvez essa reflexão do Roger Federer mude a forma como você enxerga o jogo.

Durante a carreira, ele venceu quase 80% das partidas que disputou.

Mas sabe quantos pontos ele ganhou?

Apenas 54%.

Isso signif**a que mesmo um dos maiores atletas da história perdeu quase metade dos pontos que jogou.

O problema é que muitos atletas amadores acreditam que precisam acertar o tempo todo para jogar bem.

Mas o cérebro funciona diferente.

Quando você f**a presa ao erro anterior, sua atenção sai do presente e vai para a análise, para a crítica e para o medo de errar de novo.

E é exatamente aí que o desempenho cai.

Os melhores atletas não são aqueles que erram menos.

São aqueles que conseguem se recuperar mais rápido dos erros.

Porque cada ponto é importante enquanto está acontecendo.

Depois que acaba, ele já não pode mais ser mudado.

A pergunta é:

Quanto tempo você está carregando um ponto que já terminou?

🎾 O jogo continua.
🧠 E o seu cérebro precisa continuar também.

12/06/2026

Abrir 5x1 e tomar virada dói.

Mas, na maioria das vezes, o problema não está na sua técnica.

Está no que acontece dentro da sua mente quando a vitória começa a parecer real.

Até aquele momento, você estava focada em jogar.
De repente, você começa a pensar em ganhar.

“Falta só mais um game.”
“Não posso deixar escapar.”
“Será que agora vai?”

E sem perceber, sua atenção sai do presente e vai para o resultado.

Você para de jogar para vencer o próximo ponto e começa a jogar para proteger a vantagem.

O braço f**a mais preso.
As decisões f**am mais conservadoras.
A confiança diminui.

Não porque você desaprendeu a jogar.

Mas porque o cérebro entende que agora existe algo importante demais para perder.

Por isso, quando estiver perto de fechar um jogo, tente uma coisa:

Esqueça o placar.

Volte a atenção para aquilo que te fez abrir 5x1.

A mesma intensidade.
A mesma intenção.
O mesmo plano de jogo.

Porque muitas vezes a virada não acontece quando o adversário cresce.

Ela começa quando você deixa de jogar o seu jogo.

Você já viveu uma situação assim?

11/06/2026

Você já percebeu que algumas das características que mais te ajudam dentro de quadra... também podem ser as que mais te atrapalham?

A pessoa perfeccionista evolui rápido, mas sofre mais com os erros.

A pessoa extrovertida traz energia para a dupla, mas às vezes perde o foco.

A pessoa introvertida observa melhor o jogo, mas pode ter dificuldade de se posicionar.

E é por isso que o autoconhecimento é uma ferramenta tão importante quanto qualquer golpe do beach tennis.

Quanto mais você entende quem você é, mais consegue potencializar seus pontos fortes e criar estratégias para lidar com aquilo que te limita.

Foi exatamente com essa proposta que nasceu o Pink Mind Experience: um torneio que vai além do resultado.

🎾 Dupla fixa
🎾 Ganhando ou perdendo, você continua jogando
💸 Premiação em dinheiro para a dupla campeã (R$ 300)

🧠 Muito jogo, muita observação e muito aprendizado

📅 20/06

📍 Arena Jundiaí

🌅 Manhã:
👩 Feminina B
👩 Feminina C

🌇 Tarde:
👨 Masculina B
👨 Masculina C
👨 Masculina D

💰 Inscrição: R$ 90 por pessoa

🔗 Link para inscrição na bio.
Espero você em quadra. 💗🎾

Pink Beach Tennis | Circuito Pink 4 Seasons

10/06/2026

Esse vídeo não é sobre acabar com as panelinhas.
E também não é sobre obrigar todo mundo a jogar com todo mundo.

Porque isso não seria realista.
Nós somos seres humanos.

Temos afinidades diferentes.
Níveis diferentes.
Objetivos diferentes.
Quem está mais avançado precisa jogar com pessoas do mesmo nível para continuar evoluindo.

Quem compete precisa buscar desafios compatíveis com o seu momento.

E está tudo bem.
Mas entre o “jogar com quem faz sentido para o seu nível” e o “fazer alguém se sentir invisível” existe uma diferença enorme.

E talvez seja exatamente aí que exista uma oportunidade de melhoria.
Talvez as arenas possam ajudar mais quem está chegando.

Talvez os professores possam orientar melhor os alunos novos sobre como o ambiente funciona.
Explicar que existem grupos.

Que existem níveis diferentes.
Que existem pessoas que já jogam juntas há anos.
E que isso não signif**a necessariamente rejeição.
Talvez grupos de WhatsApp organizados por categorias possam facilitar conexões.

Talvez eventos de integração possam aproximar quem está começando.

Talvez os alunos mais antigos possam lembrar como foi o primeiro dia deles dentro da arena.

Porque todo mundo já foi iniciante um dia.
E quando alguém se sente acolhido, a chance de permanecer no esporte aumenta muito.
No final, não se trata de criar um ambiente perfeito.
Se trata de criar um ambiente mais consciente.

Porque o beach tennis tem algo muito valioso.
Ele coloca pessoas em movimento.
Ao ar livre.
Em contato com o sol.
Com a natureza.

Com outras pessoas.
Num mundo cada vez mais isolado, isso tem um valor enorme.

E talvez a próxima evolução do beach tennis não esteja apenas na técnica.

Mas na forma como a gente recebe, integra e cuida das pessoas que chegam.

Porque as pessoas podem até entrar pelo esporte.
Mas muitas permanecem pelas relações que constroem dentro dele.

Endereço

São Paulo, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 18:00
Terça-feira 10:00 - 18:00
Quarta-feira 10:00 - 18:00
Quinta-feira 10:00 - 18:00
Sexta-feira 10:00 - 18:00
Sábado 10:00 - 18:00

Telefone

+5511934848989

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