19/07/2025
Um brinde a mim.
Que resisti aos dias mais difíceis sem deixar de ser luz.
Que chorei baixinho quando ninguém viu, mas me levantei com a cabeça erguida.
Que segurei o mundo nas costas mesmo quando o chão parecia desabar.
Um brinde à minha coragem silenciosa, à força que nem eu sabia que tinha.
Ao corpo que suportou dores e à alma que não desistiu de sonhar.
Um brinde às cicatrizes que hoje são medalhas.
Às batalhas que enfrentei sozinha, à fé que me sustentou.
Um brinde à mulher que eu sou.
Porque sobreviver já é um ato de vitória.
Mas eu fui além…
Eu vivi, eu senti, eu me refiz.