23/11/2022
nesse fim de semana fiz um encontro de poucos e bons na . motivo? pré copa. o maior desafio de ser festiva e não ser mais festeira é organizar a casa de maneira leve. adaptar o todo pra todo mundo se sentir abraçado.
nessas horas eu vejo quanto o que eu ensinei/aprendi e sigo aprendendo se faz útil.
caixotes e frutas se misturavam pra ressignificar as cores da bandeira que deveria ser de todos. se fez causa política nos últimos meses.
mais da metade das ideias que planejei pra esse dia eu tive que engavetar. não deu tempo. a vida é assim, né?! tempo nosso bem mais caro.
uma mesa de “doces” com brigadeiros e cacarecos que lembravam infância estava no tipo -open tudo- pega, come, embala e leva. pra comer no dia seguinte.
música na sala, risada nos corredores, caipirinhas, gim e cerveja. abraços e assuntos.
que a gente não se perca das cores desse lugar que é o Brasil. que a gente não perca em que um patriotismo que tira do outro o direito de usar algo de domínio público. as cores da nossa bandeira.
entre verdes, amarelos e azuis. frutas e flores que peguei no jardim e uns girassóis comprados no mercado enquanto separava as banana pra mesa se faz dia de casa cheia.
tatuagem pra quem quisesse tracejar a pele em desenho permanente, corredores pra tirar foto, amigo de dj dando vez pra todo mundo pedir música.
a melhor fase da vida nessa fase. é viver em uma casa e ter mais de 40 anos é a liberdade de ouvir música até tarde. não se preocupar se o caminhar vai incomodar o vizinho debaixo ou se vai caber na sala pq tem varanda e quintal. espalhar-se é a única ordem pro progresso da noite.
aproveita ai as fotos e logo menos o vídeo pra se inspirar em receber amanhã pro primeiro jogo do Brasil lá no rolê do mundo todo.
bora?? se derrubar na aérea é pênalti. sigamos!
fim de ano, festas e copa. parece episódio dos normais de tão confuso…. mas que sejamos leves pra fazer caber tudo! quem sabe a taça ;-)