As histórias dos manos Juvi

As histórias dos manos Juvi Criei esta página para ajudar os pais na hora da História.

​Aqui, as histórias de embalar não vêm apenas dos livros; elas nascem das peripécias do quotidiano e das suas sugestões (muitas vezes cómicas!) que eles me dão antes de adormecer.

10/04/2026

O sinal tocou para o intervalo das 10:30, e o pátio da escola fervilhava. O Júnior tentava manter a calma, mas o seu corpo parecia uma mola pronta a disparar. O fato preto e roxo, escondido sob o casaco da escola, pulsava levemente sempre que ele se emocionava.

​O grupo dos rapazes mais velhos estava a ocupar o campo, e a bola de futebol deles foi chutada com tanta força que subiu, subiu... e ficou presa no telhado do pavilhão, a mais de 15 metros de altura.
Todos ficaram a olhar para cima, desanimados. O telhado era inacessível e a bola era nova.
O novo herói viu a oportunidade. Aproximou-se da parede do pavilhão onde ninguém estava a olhar. Com um impulso leve, os seus pés deixaram o chão. Num voo silencioso e veloz como um raio roxo, ele subiu, pegou na bola e voltou ao solo num segundo.
Quando os colegas olharam, Junior estava a aparecer de trás de um arbusto com a bola na mão. "Caiu aqui perto!", disse ele com um sorriso maroto. Ninguém percebeu como ele tinha sido tão rápido, mas todos celebraram.

​Durante o jogo das "apanhadas", o André, o melhor amigo do Júnior, tentou apanhá-lo mas ele distraído, deu um salto para se esquivar.
​O problema é que se esqueceu da sua super força nas pernas. Em vez de saltar um metro para o lado, o Júnior deu um salto mortal para trás, passando por cima de uma baliza, de um banco de jardim e aterrando suavemente do outro lado do pátio, a 20 metros de distância.
​"Uau! Júnior, desde quando é que és um ninja?" – gritou o André, de boca aberta.

​O Júnior apenas encolheu os ombros, sentindo o tecido roxo do fato brilhar sob a camisa: "Acho que bebi muito leite hoje de manhã!"

​De volta à sala, o maior desafio não foi o voo ou a força, mas a concentração. Ao tentar escrever a resposta à pergunta número 4, a pressão do lápis no papel foi a gota de água:
O lápis de grafite atravessou não só a folha, mas furou a mesa de madeira grossa como se fosse manteiga quente.
Tossiu alto para disfarçar o barulho da madeira a estalar e cobriu o buraco com o estojo. Ele percebeu que ser o herói mais forte do mundo exigia uma delicadeza extrema, especialmente com o material escolar!
​Ao fim do dia, Junior percebeu que ter poderes era incrível, mas manter o segredo na escola era a sua missão mais difícil.

06/04/2026

Era uma manhã de segunda-feira perfeitamente comum, ou pelo menos deveria ser. O despertador do Júnior tocou às 7:00, mas quando ele esticou o braço para desligá-lo, sentiu algo diferente. Não era o toque suave do algodão do pijama de foguetes; era uma textura lisa, fria e resistente.

​Ao saltar da cama e olhar-se no espelho, Júnior quase deu um grito. Em vez do pijama amarrotado, ele vestia um traje reluzente em tons de preto e roxo vibrante. O tecido parecia feito de sombras e galáxias, ajustando-se perfeitamente ao seu corpo.
​Ele sentia uma energia elétrica percorrendo as veias. Sem pensar, deu um pulinho de empolgação e... bateu com a cabeça no teto! Ele não tinha pulado; ele tinha flutuado.
O Júnior estava a voar, pairando a poucos centímetros do teto do quarto como se a gravidade fosse apenas uma sugestão.

​Desceu (ou melhor, flutuou) em direção à cozinha, seguindo o cheiro das torradas. Ele tentou agir naturalmente para não assustar os pais, mas controlar aquela força era um desafio.
Esticou a mão para pegar a sua caneca favorita de leite achocolatado, assim que os seus dedos tocaram na asa de cerâmica, ouviu-se um "CRACK!".
​A caneca desintegrou-se na mão dele como se fosse feita de papel seco. O leite espalhou-se pela mesa, e o Júnior ficou ali, parado, apenas com um pequeno pedaço de cerâmica na ponta dos dedos. A sua força era agora comparável à dos heróis mais poderosos do mundo.
​Com a mochila às costas (que agora parecia pesar tanto quanto uma pluma), o Júnior decidiu ir a pé, tentando manter a discrição. Mas com grandes poderes, vêm grandes distrações.
Logo na esquina, um gatinho estava preso no galho mais alto de um carvalho centenário. O Júnior deu um salto discreto, subiu 10 metros num piscar de olhos, pegou no bichinho com a delicadeza de uma brisa e pousou-o no chão antes que alguém pudesse filmar.
Mais à frente, a Dona Susana tentava empurrar o seu carro velho que tinha ficado parado no meio do cruzamento, bloqueando o trânsito. O pequeno herói, aproximou-se, fingiu que estava apenas a ajudar e, com apenas uma mão escondida, empurrou o veículo de várias toneladas para a berma como se estivesse a empurrar um carrinho de brincar.
Na passadeira perto da escola, uma senhora idosa hesitava perante o movimento dos carros, Júnior apenas se posicionou ao lado dela, a sua presença e o brilho roxo do traje (que ele tentava esconder com o casaco da escola) pareciam emanar uma confiança inabalável, garantindo que todos os carros parassem imediatamente.

​Ao chegar ao portão, respirou fundo. Ele ainda era o menino de 10 anos que tinha teste de Matemática, mas agora carregava o poder das estrelas sob o uniforme. O dia estava apenas a começar, e o recreio prometia ser... épico.

03/04/2026

Era uma vez, no coração da Floresta do Salto, um macaco chamado Simão. O Simão tinha um pelo desalinhado, um sorriso que ia de orelha a orelha e um coração do tamanho do mundo. O problema? O Simão vivia no "agora". Para ele, as consequências eram coisas que só aconteciam aos outros, e a sua curiosidade era sempre mais rápida do que o seu juízo.

​A dois dias da Páscoa, um cheirinho a baunilha e chocolate negro começou a pairar no ar. O Simão, seguindo o nariz, encontrou uma porta escondida atrás de uma árvore de algodão doce. Era a Fábrica Secreta do Coelho da Páscoa.
​Sem pensar duas vezes, Simão entrou sorrateiramente. Ao ver montanhas de ovos coloridos, embrulhados em papéis cintilantes, os seus olhos brilharam.
"Uau! Tanto brilho! Vou levar tudo para decorar a minha árvore!", pensou ele, sem perceber que aqueles ovos eram para as crianças do mundo inteiro.
​Com a agilidade de um acrobata, ele encheu sacos e mais sacos, saltando pelas vigas da fábrica até não restar nem um único ovinho nas prateleiras.

​Quando o Coelho da Páscoa chegou à fábrica com o seu relógio de bolso na mão, quase caiu para o lado.
— Céus! Santo Chocolate! — gritou ele, vendo as prateleiras vazias. — Faltam apenas 48 horas! As crianças vão acordar e não haverá nada para a caça aos ovos! Elas vão ficar tão tristes...
​O Coelho sentou-se num banquinho e começou a soluçar. Ele tinha trabalhado o ano inteiro e agora, por causa de um mistério, a Páscoa estava arruinada.

​Entretanto, no topo da sua árvore, o Simão olhava para o seu tesouro. Estava tudo muito bonito, mas o silêncio da floresta foi quebrado pelo choro do Coelho. O macaco espreitou lá de cima e viu o Senhor Orelhas desesperado.
​Pela primeira vez na vida, um nó apertou-lhe o peito.
​"Espera lá...", pensou o Simão. "Se eu tenho os ovos aqui, o Coelho não os tem lá. E se ele não os tem lá, ninguém os recebe. Eu não queria deixar ninguém triste, eu só queria o brilho!"

​A ficha caiu: a sua "brincadeira" tinha parado a engrenagem da alegria.

​Simão desceu da árvore com o rabo entre as pernas e aproximou-se da fábrica.
— Senhor Coelho... fui eu. Eu não sabia que isto era tão importante. Achei que eram só... coisas bonitas.
​O Coelho olhou para ele, zangado mas também aliviado.
— Simão, a Páscoa não é sobre ter coisas, é sobre partilhar! Como vamos entregar isto tudo a tempo agora?
​— Eu ajudo! — exclamou o Simão. — Eu sou o animal mais rápido da floresta e consigo subir a qualquer varanda ou chaminé!

​E assim foi. Durante dois dias e duas noites, o Coelho e o Macaco formaram a equipa mais improvável de sempre.
O Coelho guiava o mapa e conferia as moradas.
O Simão dava saltos mortais, subia telhados e escondia os ovos nos jardins com uma velocidade impressionante.
​Na manhã de Páscoa, todas as crianças encontraram os seus ovos. O Simão, exausto mas com o coração a saltar de alegria, percebeu que fazer o bem dava muito mais satisfação do que pregar partidas.
​O Coelho, agradecido, deu ao Simão um presente especial: um ovo de chocolate em forma de banana e o cargo oficial de "Ajudante Principal de Entregas Rápidas". O Simão aprendeu a lição: antes de fazer uma macacada, pensava sempre se isso ia tirar o sorriso do rosto de alguém.

31/03/2026

O sol de domingo parecia ter acordado com uma energia contagiante, convidando a família a sair de casa. A Mãe, o Júnior e o Vicente não precisaram de muito tempo para decidir o destino: piquenique no parque.

​A logística foi digna de uma expedição. A Mãe estendeu no relvado aquela manta florida gigante que parecia não ter fim — nela cabia o mundo e ainda sobrava espaço para o cesto da comida. Enquanto os rapazes descarregavam as raquetes e o baralho de cartas, a Mãe suspirou de alívio ao abrir a sua mala e encontrar o seu livro. Aquele era o seu pequeno oásis de paz.

​Não tardou muito até que um grito de alegria ecoasse pelo parque.
— Júnior! — era o Duarte, que por coincidência também tinha escolhido aquele domingo para passear.
​O Duarte não vinha de mãos a abanar: trazia uma bola num braço e um bolo caseiro que perfumou o ar em redor da manta no outro. Entre passes de bola e fatias de bolo, a tarde começou da melhor maneira. Os três rapazes correram até ficarem com as bochechas vermelhas, enquanto a Mãe aproveitava as pausas da algazarra para ler uns capítulos.

​Depois de o Duarte se despedir, o grupo ganhou um reforço de peso. A Avó apareceu de surpresa, com o seu passo enérgico e um sorriso pronto para a brincadeira.
​A tranquilidade do livro da Mãe deu lugar a uma competição renhida.
Os quatro jogaram de forma efusiva com as raquetes. A Avó revelou-se uma mestre das jogadas de efeito, fazendo o Júnior e o Vicente correrem de um lado para o outro entre gargalhadas.
Quando o fôlego começou a faltar, sentaram-se todos na manta florida para uma partida de cartas. A concentração era absoluta, apenas interrompida pelas piadas da Avó e pelas tentativas de "batota" saudável dos netos.

​À medida que o sol começava a descer e a luz ficava mais alaranjada, o Júnior e o Vicente encontraram uma nova diversão. Um grupo de galos e galinhas que vivia no parque passeava pomposamente por ali. Os dois irmãos passaram o resto da tarde a segui-los, observando as suas cores e imitando os seus sons, fascinados.
​O dia terminou com a manta dobrada, a barriga cheia de boas memórias e a promessa de que, no próximo domingo de sol, o parque seria novamente o palco deles.

28/03/2026

O sol já estava a descer no horizonte, pintando o céu de tons de fogo, quando o Vicente, ao saltar de uma das tábuas soltas do Tritão, tropeçou em algo que não era uma rocha. Era um objeto cilíndrico, de vidro verde escuro, meio enterrado na areia húmida da maré vazia.
​— "Junior! Um canhão de vidro!" — gritou o Vicente, puxando o objeto com as suas mãos pequenas.
​O Junior correu para junto dele. Não era um canhão, mas algo muito mais valioso para um pirata: uma garrafa selada com um pedaço de cortiça, e lá dentro, um papel enrolado e amarelado pelo tempo.

​Com cuidado, o Junior conseguiu remover a rolha (que cheirava a mar e a mistério). Ele desenrolou o papel enquanto o Vicente olhava, sem piscar. O papel não tinha palavras, mas sim um desenho do barco "Tritão" visto de cima com uma linha pontilhada que saía da popa e seguia em direção a uma rocha isolada que parecia a cara de um gigante e um grande "X" mesmo por baixo dessa rocha.
​— "É um mapa a sério, Vicente! Alguém deixou isto para nós!" — sussurrou o Junior, sentindo um arrepio de entusiasmo.

​Mesmo com os pais a chamarem à distância para irem embora, os piratas sabiam que não podiam ignorar um "X". Eles correram até à rocha, que ficava a apenas alguns metros de distância. O Vicente começou a cavar frenéticamente com o seu balde amarelo, enquanto o Junior usava a sua "espada" de pau para remover a areia mais dura.
​De repente... CLANC!
​O balde do Vicente bateu em algo sólido. Não era uma pedra. Era uma pequena caixa de metal, enferrujada, mas ainda fechada.

​Ao abrirem a tampa, os olhos dos rapazes brilharam mais do que o pôr do sol. Lá dentro não havia ouro, mas sim algo muito melhor para dois exploradores:
Três moedas antigas (talvez de escudos ou de algum lugar distante).
Uma bússola de brincar que ainda apontava vagamente para o Norte.
Uma pequena co**ha perfeita, branca e brilhante.
Uma nota escrita à mão: "Para os próximos capitães do Tritão. Cuidem bem do navio. Assinado: O Pirata das Dunas."
​O Junior olhou para o Vicente e sorriu. Eles não eram apenas miúdos na praia; eram os novos guardiões do navio.
​Eles guardaram o tesouro na mochila, prometeram manter o segredo e correram para o carro, mesmo a tempo. Enquanto o pai conduzia de volta para casa, o Vicente já ressonava no banco de trás, agarrado à bússola. O Junior, a olhar pela janela, via as luzes da costa e sabia que, no próximo verão, o "Tritão" estaria à espera deles para mais uma viagem.

27/03/2026

Era uma vez uma tarde de domingo comum, até que a Gata Sissi saltou para cima de um velho mapa que o pai tinha encontrado no sótão pela manhã. No momento em que as suas patas tocaram o papel amarelado, um brilho azul gelado envolveu a sala e, num piscar de olhos... PUFF!
​A sala de estar transformou-se no convés de um imponente galeão de madeira, o "Bigode de Neve". O Pai virou Capitão com um chapéu de pirata e uma luneta de longo alcance, já a Mãe foi condeconrada como a contramestre do galeão, especialista em nós marítimos e em manter a rota certa, o Júnior e Vicente dois destemidos marujos, vestidos com coletes de lã e botas à prova de água e Sissi, na verdadeira mestre do navio, agora com uma pequena pala no olho e um lenço vermelho ao pescoço.
​O mar à volta deles não era azul, mas sim de um cinzento profundo, salpicado por icebergs gigantes que pareciam cubos de gelo num copo de sumo. Estavam no Oceano de Cristal, o lugar mais frio do mundo!

​"Terra à vista!" gritou o Vicente, apontando para uma ilha que brilhava como açúcar.
​Mas para lá chegar, tiveram de navegar por entre as Baleias de Chantilly, que lançavam jatos de neve pelos seus orifícios. O Júnior, com a agilidade de um verdadeiro pirata, agarrou no leme e ajudou o Pai, o Capitão, a desviar o navio de uma montanha de neve flutuante.
​"Segurem-se bem!" exclamou a Mãe, enquanto a Sissi saltava para o cesto da gávea, miando na direção de uma gruta cintilante no centro da ilha.
​Ao desembarcarem na areia que parecia açúcar em pó, seguiram as pegadas deixadas por um antigo mapa de chocolate. No fundo da gruta, em cima de um pedestal de gelo eterno, estava uma arca dourada que emanava um brilho cor-de-rosa.
​Com cuidado, o Júnior e o Vicente abriram a tampa. O v***r frio subiu e revelou o tesouro mais valioso de todos os mares: O Cálice do Gelado de Morango Infinito.
​Não era um gelado qualquer. Era o gelado mais cremoso, doce e fresquinho que alguma vez tinham provado. Mesmo no frio do oceano, os piratas sentaram-se em volta da arca e deliciaram-se. A Sissi, claro, ficou com a tarefa de lamber as gotas que caíam no chão de gelo.
​De repente, a Sissi deu um espirro ruidoso e... ZÁS! A família estava de volta ao sofá de casa. O frio do oceano tinha desaparecido, mas o Júnior e o Vicente ainda podiam sentir o sabor a morango nos lábios.

26/03/2026

Era domingo e os domingos são sempre especiais, mas este foi super especial. Os manos Júnior e Vicente saltaram da cama apressados, vestiram-se a rigor e correram para a porta de casa, sem esquecer a bola, à espera de quem lhes ia proporcionar um dia para nunca mais esquecer. O destino? Um brunch delicioso com os padrinhos e a prima Kikas.

​A mesa parecia saída de um banquete de reis. Os pratos floreados, os talheres dourados e a comida com um aspeto delicios. Havia de tudo um pouco, mas os olhos dos miúdos brilharam mesmo quando viram as panquecas altas e fofas, cobertas com mel, o sumo de laranja fresquinho, espremido na hora, os bolos caseiros que perfumavam o ar e as Taças de fruta colorida e muito doce.
​A conversa fluía entre risadas e planos para o resto do dia, enquanto a Kikas tentava decidir se comia mais uma rodela de kiwi ou se passava logo para o bolo de chocolate.

​Depois de estarem com a barriga bem cheia, decidiram seguir para a zona ribeirinha. O cenário era perfeito: o brilho da água de um lado e o verde do parque do outro.
​O Júnior não perdeu tempo. Descalçou-se e, com uma bola debaixo do braço, desafiou o padrinho para uma partida. Entre dribles e remates certeiros junto à margem do rio, o Júnior mostrava que a pontaria estava afinada, sempre acompanhado pelos incentivos (e algumas fintas) do padrinho.
​Ali ao lado, no parque infantil, a animação era outra. A madrinha assumiu o comando dos baloiços. Com um empurrão rítmico, fazia o Vicente e a Kikas voarem alto, um de cada vez.
​"Mais alto, Madrinha!" — gritava o Vicente, enquanto sentia o vento no rosto e via o rio lá do alto.

​Quando o sol começou a baixar e o cansaço do parque apareceu, chegou o momento da segunda parte da aventura. A tarde pedia a penumbra confortável de uma sala de cinema.
​Mas um filme não é um filme sem o kit de sobrevivência essencial. O Júnior e o Vicente garantiram que nada faltava: baldes de pipocas estaladiças e as famosas bolachas especiais que eles tanto adoravam e que eram o segredo para o filme ser ainda melhor.
​Enroscados nas poltronas, entre o "croc-croc" das pipocas e as gargalhadas com o ecrã gigante, os manos souberam que aquele domingo tinha sido, sem dúvida, um dia em cheio.

Os unicórnios... 🦄 As meninas adoras unicórnios 🦄🦄
21/06/2019

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Este palitos não tornam tudo mais saboroso? 😉 A Minnie já é um clássico 🎈🎈
04/06/2019

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E que tal os super wings para o tema da festinha dos mais pequeninos?? 😘😘
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