19/08/2020
Filho da terra sem mar, mas que deste não sente falta já que é o berço das maiores e mais bela nascentes, com mais de 200 cachoeiras, abençoada pelo Rio São Francisco. O queijo meia cura vêm ganhando mais espaço, fama e apreciadores no mercado nacional e internacional.
Às margens dos ribeirões, os municípios de São Roque de Minas, Piumhi, Vargem Bonita, Tapiraí, Medeiros, Delfinópolis e Bambuí se destacam pela produção artesanal desse queijo. Essas sete cidades formam um circuito em que cerca de 800 famílias que não só mantêm viva uma tradição secular como têm mostrado ao Brasil que aqui se faz um dos melhores queijos do mundo.
Ele é feito de leite cru, em vez de pasteurizado, o que faz toda a diferença. As condições ambientais também interferem em sua produção. O pasto que alimenta a vaca determina o teor de proteína e gordura do leite, já a umidade relativa do ar mais baixa da região serrana ajuda a formar aquela casca durinha e amarelada do canastra. As bactérias e leveduras do ambiente são responsáveis pelo sabor forte e levemente ácido e picante.
O sal é o grande responsável pelo processo de cura, que consiste em exterminar as bactérias do queijo, de modo que ele não estrague tão rápido – quando não havia geladeira, a cura era o único método de conservação, inclusive para carnes.
A partir da primeira semana envelhecimento o queijo adquire uma coloração amarela e sua casca começa a enrijecer. Ele estará completamente curado após um mês.
Queijo de primeira linha, saboroso e perfeito para aquele café da tarde, seja acompanhado de um doce ou como ingrediente principal do pão de queijo!!! 😋😋😱😱❤❤❤❤
Peça já o seu 📲🧀🧀🧀