Projeto Pensar e Fazer Design

Projeto Pensar e Fazer Design O projeto Pensar e Fazer Design é realizado no oitavo, na reitoria - UFPR e traz palestras e worksh

17/06/2019

«Apresentação dos resultados semestrais das disciplinas de Projeto de Produto»

18/06 : 07h30-12h00
Anfi-800, 8º Andar

Começa mais um ciclo de atividades, agora com o tema ilustração!Ao longo das próximas semanas teremos uma série de ativi...
27/05/2019

Começa mais um ciclo de atividades, agora com o tema ilustração!

Ao longo das próximas semanas teremos uma série de atividades relacionadas com a prática e o estudo da ilustração!

Iniciamos dia 31/05, próxima sexta-feira, com uma palestra do ilustrador e diretor de arte Marcelo Bittencourt. No mesmo dia, na Sala Arte, Design & Cia tem abertura da exposição Cores da Imaginação, que apresenta o trabalho de ilustradores de livros infantis no Paraná.
A exposição f**a aberta até o dia 07/06, mesma data em que acontece um bate-papo com mais um ilustrador, Marcelo Lopes, que responde perguntas sobre suas experiências na área e sua atuação na curadoria da exposição Traços Curitibanos 3.
Fechando o ciclo, pro dia 28/06 estamos preparando uma palestra com estudantes do PPGDesign que estão pesquisando nessa área.

Curta nossa página e acompanhe a aba de eventos!

Com a conclusão dessa semana de protestos e manifestações contra os cortes e mudanças na educação, gostaríamos de estend...
16/05/2019

Com a conclusão dessa semana de protestos e manifestações contra os cortes e mudanças na educação, gostaríamos de estender o convite que recebemos do SACOD UFPR - Setor de Artes, Comunicação e Design para o Ato em Defesa da Educação - UFPR, que vai acontecer sexta-feita, 17 de maio, às 11h no Teatro da Reitoria.

Retornaremos à programação do Pensar & Fazer Design 2019 na semana que vem. Agradecemos pela compreensão e contamos com a presença de todo mundo!

01/12/2018

~ RELATO EVENTO | 30 nov ~

No dia 30 de novembro, Milena Alves fez uma fala sobre Design de Serviço no Setor Público, Inclusão de Populações Marginalizadas.

A pesquisadora nos contou sobre sua formação e como se deu a aproximação com o tema. Principalmente a partir de iniciação científ**a, realizada em 2008-2009. Natural de São Luís do Maranhão, Milena contextualizou a existência da base militar de Alcântara com as questões de vulnerabilidade de comunidades artesãs, indígenas, quilombolas e ribeirinhas. Ressaltou que identidade é valor. Nos contou que participou de projetos para valorizar essas comunidades e não deixar elas e seus fazeres tradicionais desaparecessem, através de estudos etnográficos, design antropológico e design social.

Apresentou os livros "Identidade é valor - as cadeias produtivas de artesanato de Alcântara. Raquel Noronha (org.). Edufma, 2011", e "Embarcações & Manguezais. Iconografias do Maranhão. UFMA". Com esse arcabouço teórico e vivência do social, a designer passou a utilizar seu repertório em desenvolvimento de design de produtos (sua formação acadêmica original).
Em 2008, ela não tinha tudo acesso a área de conhecimento design de serviço (área recente no Brasil, mas compatível com o modo como ela estava pensando e agindo). Um colega bolsista do mesmo projeto, apresentou a ela o prof. Aguinaldo dos Santos (UFPR) e suas pesquisas. Em 2014, Milena decidiu que faria mestrado com o professor. O que conquistou em 2017.

Milena seguiu apresentando os temas Sustentabilidade, Requisitos de Design de Sistemas de Produto + Serviços. Nos trouxe o questionamento: "Como o design pode contribuir com a inclusão de pessoas marginalizadas?"
E mostrou os desafios para o designer de serviços no setor público: 1. escala, 2. regulamentos, 3. organizacional e 4. cultural. Trouxe o exemplo de como o design pode melhorar o serviço de um hospital, Mayo Clinic's for Innovation.

A pesquisadora apresentou características e esforços para definição de População Marginalizada. Como populações afastadas do centro da sociedade, à margem do poder, da dominância cultural e do bem-estar econômico e social. Ressaltou que se faz necessário compreender diversos aspectos:
entender o contexto e explorar as causas que originaram a marginalização,
efeito da marginalização x causa da marginalização,
considerar cada problema específico, sem generalizar,
evitar efeito rebound,
formar equipes multidisciplinares e cocriativas,
respeitar os direitos humanos,
criar metodologias culturalmente seguras e alinhadas

A minoria é definida pela própria pessoa que sofre o preconceito e sente isso na pele. Nosso objetivo como designer é escutar o que a pessoa tem a dizer e tentar projetar algo para essa população. Em suas experiências nas comunidades indígenas e quilombolas, a equipe estava muito mais para aprender do que para sugerir alguma "solução ideal" ou "certa".

A pesquisadora também pontuou a dificuldade em vislumbrar futuro para a pesquisa que está realizando no mestrado, com enfoque em populações marginalizadas visto o contexto histórico social e político que vivemos no qual uma parte dos brasileiros consideram minorias como "coitadismo". Na sequência, ressaltou a importância da compreensão e ação do termo empatia, e nos disse que ela deve reger as práticas. Devemos realmente nos colocar no lugar do outro, sentindo o que o outro está sentindo (ou procurando sentir).

Milena falou sobre o Índice de Desenvolvimento Humano (saúde, renda e educação para todos). Apresentou a agenda de objetivos globais de desenvolvimento sustentável da ONU, os quais buscam equidade e prosperidade a todos os seres humanos. 193 países se comprometeram, de forma unânime, com a intenção de alcançar esses objetivos até 2030.
A pesquisadora mostrou que existem diversas pequenas ações que podemos fazer de forma simples, para auxiliar a cumprir esses objetivos, com o exemplo da UNIC Rio e o Guia da Pessoa Preguiçosa para Salvar o Mundo, disponível no instagram da ONU.

A pesquisadora reforçou que somos diferentes, temos identidades diferentes, culturas diferentes, mas somos iguais, estamos ocupando o mesmo espaço (mundo). Completou que Sustentabilidade tem mais a ver com interação entre as pessoas do que com outros conceitos.
Milena finalizou sua fala lembrando e divulgando que o projeto LENSIN (do qual faz parte), está desenvolvendo e disponibilizando de forma gratuita material didático sobre os temas citados.

Contato:
[email protected]

O projeto de Extensão "Pensar e Fazer Design" é realizado no oitavo andar, na reitoria da Universidade Federal do Paraná...
01/12/2018

O projeto de Extensão "Pensar e Fazer Design" é realizado no oitavo andar, na reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR), com o intuito de trazer palestras e workshops sobre design e suas diversas possibilidades.

No dia 30 de Novembro, tivemos uma fala de Milena Alves.

Mini-bio: Mestranda em Design de Sistema de Produção e Utilização na Universidade Federal do Paraná (UFPR) com foco no PSS e a dimensão social da Sustentabilidade. Formada em Desenho Industrial pela Universidade Federal do Maranhão, Especialista em Gerenciamento Estratégico de Projetos pela Universidade FUMEC, ex- Bolsista de Fixação de Recursos Humanos do CNPq - Nível G em parceria com o IEL-MA e SENAI MA, na área de Design Estratégico. Ex-bolsista pelo CNPq do Projeto Identidade é valor: iconografias do artesanato da Ilha do Maranhão e Alcântara , ex-voluntária do projeto iconografias do Maranhão: Embarcações e Manguezais. Ex- bolsista pelo Ciências sem fronteiras da Kwantlen Polytechnic University - Vancouver - Canadá.

Programação:
1) Design de serviços e abordagens projetuais
2) População Marginalizada
3) O desafio de prover serviços a esta população e a contribuição social do designer
4) Peculiaridades e abordagens projetuais no setor público de saúde

Objetivo Geral: Mostrar de forma resumida o estudo da minha dissertação que possui a seguinte questão: “Como o design pode contribuir na melhoria dos serviços de saúde voltados a populações marginalizadas?”

~ RELATO EVENTO | 23 nov ~No dia 23 de novembro, Cyla Costa fez uma fala sobre sua trajetória de formação, atuação e sua...
27/11/2018

~ RELATO EVENTO | 23 nov ~

No dia 23 de novembro, Cyla Costa fez uma fala sobre sua trajetória de formação, atuação e suas reflexões sobre as experiências vividas. Iniciou explicando que a palestra estava dividida em Pensamentos, Ações e Vibrações, baseada em um trecho de John Coltrane. A designer trouxe vários aprendizados em forma de frases e slides de abertura para contar suas histórias. 



Iniciou com o aprendizado do autoconhecimento: 1. Saiba do que você é feita. Seguiu para 2. Vibração, no qual disse para pararmos de tentar nos definirmos e definirmos nossos trabalhos o tempo todo. No aprendizado 3. Consulte a si mesma, deu a dica de propor ao cliente o que você quer fazer, essa articulação entre o que você deseja fazer e o que o cliente ainda não imagina que quer, pode dar certo e abrir uma possibilidade de trabalhos interessantes. 4. Permita-se períodos sabáticos. Em seu momento sabático, foi estudar na The Cooper Union em Nova York, em 2014. Estudou e aprendeu bastante, além de ter tido a oportunidade de ir à palestras, workshops, acesso à conteúdo que não teria por aqui. Cyla explicou que caligrafia (escrever) e lettering (desenhar) ela já conhecia e praticava, mas foi para lá aprender tipografia (planejar e projetar).

Em paralelo, a designer comentou sobre as experiências do Criatipos. Grupo no qual teve a oportunidade de desenvolver projetos de larga escala (murais) e projetos pessoais. As e os integrantes se interseccionam e se complementam em suas práticas. Se uniram porque queriam fazer projetos que saíssem das rotinas de trabalhos.

Cyla continua: 5. Conheça seu público. No momento 6. conta sobre o projeto pessoal de lettering de filmes, quando criou um leque de estéticas em que ela pode e quer trabalhar. Com esse projeto, ganhou o tdc., certif**ado americano de excelência tipográf**a. Até hoje, as pessoas a encontram e encontram seu trabalho graças à esse reconhecimento. 7. Volte a si mesmo. 8. Não se preocupe em achar seu estilo. No fim das contas, você não consegue fugir dele. Como reflexo do estilo dela, apareceram projetos comerciais que desejavam especif**amente que ela fizesse no estilo dela.

9. Existe um processo para tudo - é assim que a beleza entra. Tradução de uma frase de Leonard Cohen. Para lembrar que o trabalho é construído, o talento não é nato. 10. Comece pequeno. 11. Diversifique suas ações. 12. Crie (também) coisas alinhadas com o que te move, no qual fala sobre seus projetos relacionados às ações de coletivos feministas e intervenções urbanas. Cyla finaliza sua fala com a reflexão: “Pense em si mesma como um fluxo em constante mudança”.

Contato:

13.6k Followers, 1,125 Following, 1,038 Posts - See Instagram photos and videos from Cyla Costa ()

~ RELATO EVENTO | 23 nov ~No dia 23 de novembro, Cyla Costa fez uma fala sobre sua trajetória de formação, atuação e sua...
27/11/2018

~ RELATO EVENTO | 23 nov ~

No dia 23 de novembro, Cyla Costa fez uma fala sobre sua trajetória de formação, atuação e suas reflexões sobre as experiências vividas. Iniciou explicando que a palestra estava dividida em Pensamentos, Ações e Vibrações, baseada em um trecho de John Coltrane. A designer trouxe vários aprendizados em forma de frases e slides de abertura para contar suas histórias.

��Iniciou com o aprendizado do autoconhecimento: 1. Saiba do que você é feita. Seguiu para 2. Vibração, no qual disse para pararmos de tentar nos definirmos e definirmos nossos trabalhos o tempo todo. No aprendizado 3. Consulte a si mesma, deu a dica de propor ao cliente o que você quer fazer, essa articulação entre o que você deseja fazer e o que o cliente ainda não imagina que quer, pode dar certo e abrir uma possibilidade de trabalhos interessantes. 4. Permita-se períodos sabáticos. Em seu momento sabático, foi estudar na The Cooper Union em Nova York, em 2014. Estudou e aprendeu bastante, além de ter tido a oportunidade de ir à palestras, workshops, acesso à conteúdo que não teria por aqui. Cyla explicou que caligrafia (escrever) e lettering (desenhar) ela já conhecia e praticava, mas foi para lá aprender tipografia (planejar e projetar).

Em paralelo, a designer comentou sobre as experiências do Criatipos. Grupo no qual teve a oportunidade de desenvolver projetos de larga escala (murais) e projetos pessoais. As e os integrantes se interseccionam e se complementam em suas práticas. Se uniram porque queriam fazer projetos que saíssem das rotinas de trabalhos.

Cyla continua: 5. Conheça seu público. No momento 6. conta sobre o projeto pessoal de lettering de filmes, quando criou um leque de estéticas em que ela pode e quer trabalhar. Com esse projeto, ganhou o tdc., certif**ado americano de excelência tipográf**a. Até hoje, as pessoas a encontram e encontram seu trabalho graças à esse reconhecimento. 7. Volte a si mesmo. 8. Não se preocupe em achar seu estilo. No fim das contas, você não consegue fugir dele. Como reflexo do estilo dela, apareceram projetos comerciais que desejavam especif**amente que ela fizesse no estilo dela.

9. Existe um processo para tudo - é assim que a beleza entra. Tradução de uma frase de Leonard Cohen. Para lembrar que o trabalho é construído, o talento não é nato. 10. Comece pequeno. 11. Diversifique suas ações. 12. Crie (também) coisas alinhadas com o que te move, no qual fala sobre seus projetos relacionados às ações de coletivos feministas e intervenções urbanas. Cyla finaliza sua fala com a reflexão: “Pense em si mesma como um fluxo em constante mudança”.

Contato:
www.instagram.com/cylacosta

No dia 09 de novembro, Evelyn começou se apresentando, e contando brevemente sua trajetória acadêmica. Em seguida, situo...
27/11/2018

No dia 09 de novembro, Evelyn começou se apresentando, e contando brevemente sua trajetória acadêmica. Em seguida, situou os ouvintes sobre o que seria abordado na apresentação, explicando que o carro-chefe seria a infografia mobile mas que também abordaria a infografia digital e os principais suportes onde ela se encontra.

Inicialmente, foi falado o conceito de infografia, que não há consenso sobre a definição do termo. Para essa apresentação, o conceito adotado foi o de Lima, 2009, que conceitua infografia como uma peça gráf**a que utiliza simultaneamente a linguagem verbal gráf**a, esquemática e pictórica. A infografia tem como função principal a simplif**ação de assuntos complexos.
Em seguida, foram abordados os suportes em que a infografia pode ocorrer, traçando uma linha do tempo entre jornais, revistas e meio digital (desktop, tablet e smartphones) e suas possibilidades.

Depois ela focou no suporte smartphone, falando algumas das características desse suporte, aspectos técnicos e cognitivos, vantagens e desvantagens com relação à infografia.

Ao chegar ao tópico de infografia mobile, levantou algumas discussões sobre responsividade e adaptatividade, heurísticas de usabilidade de Nielsen e aspectos ergonômicos de Bastien e Scapin. Trouxe alguns autores como Barrio e Rodrigues, que concluem que falta literatura sobre a temática, e também concordam sobre a importância de projetos específicos para cada suporte, ou que ao menos se adequem aos diferentes suportes.

Na sequencia foram trazidos alguns exemplos de infografia mobile com e sem interatividade, estáticos e animados. E então, em seguida foi levantada a questão de como essas infografias poderiam ser, de posse de todas as informações que haviam sido expostas até então.

Após essa breve discussão, por fim, foram apresentadas algumas perspectivas frente a esse cenário.

Contato:
[email protected]

Endereço

Curitiba, PR

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Projeto Pensar e Fazer Design posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Projeto Pensar e Fazer Design:

Compartilhar