NovoLouvre

NovoLouvre MADE IN DOWNTOWN CURITIBA, BRAZIL. O NovoLouvre é uma marca curitibana e tem em sua cidade natal a maior inspiração.

A arquitetura e urbanismo reconhecidos em todo o mundo são referências sempre presentes para sua diretora de criação, a arquiteta de formação, Mariah Salomão Viana. Se auto intitulando um escritório de design de moda ao invés de uma confecção o NovoLouvre inova em processos que substituem etapas e cria novas tecnologias que contribuem para a sustentabilidade econômica e social da cadeia da moda.

Making of filme para Faculdade ESMAFE produzido pela Alfabeto Filmes com figurino Created by O NOVO.
29/07/2026

Making of filme para Faculdade ESMAFE produzido pela Alfabeto Filmes com figurino Created by O NOVO.

Fashiontopia não procura desenhar uma roupa protetora para uma cidade hostil.Sua provocação é inversa:Que cidade permiti...
26/07/2026

Fashiontopia não procura desenhar uma roupa protetora para uma cidade hostil.
Sua provocação é inversa:
Que cidade permitiria à mulher não precisar vestir o medo?
A imagem se aproxima da campanha Get Comfortable, da Hanes, ao propor que o conforto não depende apenas da roupa que se veste, mas da possibilidade de existir em qualquer espaço sem constrangimento, vigilância ou julgamento.
Aqui, conforto não significa somente maciez, mobilidade ou adequação do corpo à peça. Significa conforto social: poder ocupar a cidade sem precisar calcular permanentemente como sentar, caminhar, olhar, aparecer ou desaparecer.

Editorial O NOVO — origem: Seminário PPGTU/PUCPR (disciplina do Prof. Salvador Gnoato), em paralelo à produção de imagens para Vogue Women by Women. Inspirado na tese de Fabiano Vianna “O plano de Curitiba 1965-1975: desdobramento de outro moderno brasileiro”

Ficha Técnica

Direção de Criação: Mariah Salomão Viana NovoLouvre
Styling: Kero Avi Kero Avi
Produção de Moda: Kero Avi
Comunicação: Dani Brito Dani Brito
Gestão de Performance: Divana Strapazzon Divana Strapazzon
Assistência: Anna Bonfin Anna Flávia Bonfim
Fotografia: Sabrina S.
Modelo: Sara Galvan para Take Agency Sara Galvan Take Agency International
Beauty: Pamela Frankiv​ Pamela Frankiv Maquiagem
Vestuário: NovoLouvre

A comparação com as crianças de Henderson torna essa diferença visível.A criança escala o poste, deita-se sobre o asfalt...
25/07/2026

A comparação com as crianças de Henderson torna essa diferença visível.
A criança escala o poste, deita-se sobre o asfalto, desenha no chão e transforma a calçada. Seu corpo se relaciona com a rua por meio da curiosidade e da experimentação.
A mulher muitas vezes entra no mesmo espaço já administrando sua exposição.
A criança ocupa a rua perguntando o que pode fazer nela.
A mulher frequentemente entra perguntando o que pode acontecer com ela.

Editorial O NOVO — origem: Seminário PPGTU/PUCPR (disciplina do Prof. Salvador Gnoato), em paralelo à produção de imagens para Vogue Women by Women. Inspirado na tese de Fabiano Vianna “O plano de Curitiba 1965-1975: desdobramento de outro moderno brasileiro”

Ficha Técnica

Direção de Criação: Mariah Salomão Viana NovoLouvre
Styling: Kero Avi Kero Avi
Produção de Moda: Kero Avi
Comunicação: Dani Brito Dani Brito
Gestão de Performance: Divana Strapazzon Divana Strapazzon
Assistência: Anna Bonfin Anna Flávia Bonfim
Fotografia: Sabrina S.
Modelo: Sara Galvan para Take Agency Sara Galvan Take Agency International
Beauty: Pamela Frankiv​ Pamela Frankiv Maquiagem
Vestuário: NovoLouvre

A infância permanece ligada à memória da Rua XV com programações para o público infantil.Essas atividades são relevantes...
23/07/2026

A infância permanece ligada à memória da Rua XV com programações para o público infantil.
Essas atividades são relevantes. Entretanto, há uma diferença entre programação para crianças e presença infantil estrutural.
Uma criança conduzida a um evento ocupa a rua por algumas horas.
Uma criança que mora, estuda, caminha e realiza atividades cotidianas no Centro participa permanentemente da produção daquele território.
A antiga Escola Anjo da Guarda pode ser entendida como imagem dessa diferença. Durante 47 anos, o colégio funcionou em um complexo da Rua Treze de Maio, produzindo diariamente deslocamentos de alunos, familiares, professores e trabalhadores. No início de 2018, a instituição deixou o endereço e passou a integrar a rede Marista em uma nova sede em Santa Felicidade, onde permanece atualmente.
A mudança de uma única escola não comprova estatisticamente um esvaziamento geral da infância no Centro, mas a transferência funciona como marco simbólico.
Uma escola produz cidade todos os dias. Produz travessias, espera nas calçadas, comércio de proximidade, encontros, conflitos, vozes, cuidado e vigilância compartilhada.
Quando uma escola muda para um terreno grande e distante, não transfere apenas suas salas. Leva consigo um campo inteiro de relações urbanas.
Ao mesmo tempo, uma parte crescente da experiência infantil desloca-se para condomínios fechados, clubes, escolas cercadas e espaços especializados.
A cidade também perde.
Perde o corpo que a obriga a reduzir a velocidade.
Perde a presença que transforma a calçada em espera, conversa e encontro.
Perde um uso que não depende necessariamente de consumo.
Quando retiramos as crianças da rua para protegê-las,
estamos tornando a infância mais segura
ou tornando a cidade incapaz de acolher a infância?
E quando o brincar se transforma em item de condomínio,
quem perde mais: a criança ou a rua?

Editorial O NOVO para Vogue Women by Women
Direção Criativa Mariah Viana NovoLouvre
Styling Kero Avi
Comunicação Dani Brito
Gestão performance Divana Strapazzon
Modelo Sara Galvan
Assistência Anna Flávia Bonfim
Make Pamela Frankiv Maquiagem
📷 Sabrina S.

As crianças que defenderam a Rua XVA relação entre infância e espaço público reaparece de maneira extraordinariamente co...
22/07/2026

As crianças que defenderam a Rua XV

A relação entre infância e espaço público reaparece de maneira extraordinariamente concreta na história da pedestrianização da Rua XV de Novembro.
A implantação do primeiro trecho do calçadão começou na noite de 19 de maio de 1972. A intervenção transformou uma das principais ruas comerciais de Curitiba na primeira via central brasileira destinada exclusivamente aos pedestres.
A medida enfrentou resistência de comerciantes e motoristas. Segundo o relato histórico preservado pela Prefeitura, opositores planejavam avançar com automóveis sobre o trecho recém-construído para pressionar a administração a desfazer a intervenção.
A resposta não veio na forma de uma barreira policial.
Na manhã do protesto, centenas de crianças foram levadas ao calçadão com professores, monitores, grandes folhas de papel, tintas e pincéis. Quando os automóveis chegaram, encontraram o espaço ocupado por crianças desenhando no chão. Os motoristas recuaram. A atividade tornou-se posteriormente uma tradição das manhãs de sábado na Rua XV.
As crianças não apresentaram um discurso técnico em defesa da pedestrianização.

A cena aproxima-se das fotografias de Henderson. Em Londres, o menino deitado sobre a amarelinha interrompia simbolicamente a compreensão da rua como corredor de tráfego. Em Curitiba, crianças desenhando impediram materialmente o retorno dos veículos.

Editorial O NOVO — origem: Seminário PPGTU/PUCPR (disciplina do Prof. Salvador Gnoato), em paralelo à produção de imagens para Vogue Women by Women. Inspirado na tese de Fabiano Vianna “O plano de Curitiba 1965-1975: desdobramento de outro moderno brasileiro”

Ficha Técnica

Direção de Criação: Mariah Salomão Viana NovoLouvre
Styling: Kero Avi Kero Avi
Produção de Moda: Kero Avi
Comunicação: Dani Brito Dani Brito
Gestão de Performance: Divana Strapazzon Divana Strapazzon
Assistência: Anna Bonfin Anna Flávia Bonfim
Fotografia: Sabrina S.
Modelo: Sara Galvan para Take Agency Sara Galvan Take Agency International
Beauty: Pamela Frankiv​ Pamela Frankiv Maquiagem
Vestuário: NovoLouvre

Nigel Henderson: quando a rua entrou no congressoHenderson registrou a vida cotidiana do East End londrino no período po...
21/07/2026

Nigel Henderson: quando a rua entrou no congresso

Henderson registrou a vida cotidiana do East End londrino no período posterior à Segunda Guerra Mundial, especialmente em Bethnal Green e Bow.
Muitas dessas fotografias mostram crianças.
Elas aparecem p**ando corda, andando de bicicleta, brincando com rodas, escalando postes, utilizando objetos improvisados e permanecendo no meio da rua. A Tate observa que as crianças, frequentemente mais receptivas à câmera que os adultos, constituem uma presença recorrente nas fotografias de Henderson.
Em uma imagem particularmente significativa, Gillian Alexander p**a corda na calçada enquanto um menino permanece deitado no meio da rua, sobre um grid de amarelinha desenhado a giz. A Tate identifica a fotografia como parte de uma série em que Chisenhale Road aparece repetidamente ocupada por crianças brincando.
O urbanista desenha um grid para ordenar a vida.
A criança desenha um grid para poder brincar.

Editorial O NOVO — origem: Seminário PPGTU/PUCPR (disciplina do Prof. Salvador Gnoato), em paralelo à produção de imagens para Vogue Women by Women. Inspirado na tese de Fabiano Vianna “O plano de Curitiba 1965-1975: desdobramento de outro moderno brasileiro”

Ficha Técnica

Direção de Criação: Mariah Salomão Viana NovoLouvre
Styling: Kero Avi Kero Avi
Produção de Moda: Kero Avi
Comunicação: Dani Brito Dani Brito
Gestão de Performance: Divana Strapazzon Divana Strapazzon
Assistência: Anna Bonfin Anna Flávia Bonfim
Fotografia: Sabrina S.
Modelo: Sara Galvan para Take Agency Sara Galvan Take Agency International
Beauty: Pamela Frankiv​ Pamela Frankiv Maquiagem
Vestuário: NovoLouvre

Plano Massa: serviços próximos: uma estrutura de possibilidadesA presença de serviços próximos à moradia não produz eman...
19/07/2026

Plano Massa: serviços próximos: uma estrutura de possibilidades

A presença de serviços próximos à moradia não produz emancipação automaticamente. Ela produz uma estrutura espacial de possibilidades.
Quando comércio, alimentação, transporte, educação, saúde, cultura, trabalho e lazer estão próximos, a vida cotidiana deixa de depender de uma sucessão de deslocamentos longos e especializados.
O mesmo percurso pode reunir necessidades diferentes.
O térreo pode resolver uma parte da vida prática.
A rua pode conectar tarefas, encontros e tempo livre.
Para mulheres historicamente submetidas a maiores restrições de tempo, mobilidade e presença no espaço público, essa proximidade altera o horizonte do possível.
Não garante liberdade.
Mas pode fazer com que a liberdade deixe de ser espacialmente tão cara.
A estrutura urbana não emancipa uma mulher.
Mas pode ampliar ou estreitar o território em que ela exerce sua autonomia.
Por isso, a questão central não é afirmar que o comércio no térreo “libertou” mulheres do serviço doméstico. A afirmação seria simplificadora.
O argumento mais rigoroso é que a proximidade de serviços permitiu que parte das necessidades cotidianas pudesse ser resolvida fora do interior isolado da casa e integrada à vida urbana. Isso criou destinos, percursos, encontros e oportunidades de permanência.
O serviço no térreo não liberta por decreto.
Ele aproxima a cidade da vida cotidiana.

Editorial O NOVO — origem: Seminário PPGTU/PUCPR (disciplina do Prof. Salvador Gnoato), em paralelo à produção de imagens para Vogue Women by Women. Inspirado na tese de Fabiano Vianna “O plano de Curitiba 1965-1975: desdobramento de outro moderno brasileiro”

Ficha Técnica

Direção de Criação: Mariah Salomão Viana NovoLouvre
Styling: Kero Avi Kero Avi
Produção de Moda: Kero Avi
Comunicação: Dani Brito Dani Brito
Gestão de Performance: Divana Strapazzon Divana Strapazzon
Assistência: Anna Bonfin Anna Flávia Bonfim
Fotografia: Sabrina S.
Modelo: Sara Galvan para Take Agency Sara Galvan Take Agency International
Beauty: Pamela Frankiv​ Pamela Frankiv Maquiagem
Vestuário: NovoLouvre

Plano Massa: o edifício encontra a cidadeO Plano Massa participa da materialização arquitetônica dessa tradição.Sua lógi...
19/07/2026

Plano Massa: o edifício encontra a cidade

O Plano Massa participa da materialização arquitetônica dessa tradição.
Sua lógica estabelece um embasamento comercial construído no alinhamento predial das vias centrais dos eixos estruturais, garantindo a continuidade da testada urbana. Esse embasamento deve ser ocupado total ou parcialmente por comércio e prestação de serviços, enquanto os volumes superiores podem receber usos habitacionais ou não habitacionais.
A estrutura produz uma relação vertical:
serviços e comércio próximos ao pedestre / outros usos nos pavimentos superiores.
E uma relação horizontal:
rua / calçada / galeria / vitrine / acesso / interior.
As galerias foram concebidas como extensões cobertas das calçadas, idealmente conectadas umas às outras. Não são plenamente públicas, porque pertencem aos edifícios privados, mas funcionam como áreas de circulação e transição abertas ao uso coletivo.

Imagem da tese de Fabiano Borba Vianna

Editorial O NOVO — origem: Seminário PPGTU/PUCPR (disciplina do Prof. Salvador Gnoato), em paralelo à produção de imagens para Vogue Women by Women. Inspirado na tese de Fabiano Vianna “O plano de Curitiba 1965-1975: desdobramento de outro moderno brasileiro”

Ficha Técnica

Direção de Criação: Mariah Salomão Viana NovoLouvre
Styling: Kero Avi Kero Avi
Produção de Moda: Kero Avi
Comunicação: Dani Brito Dani Brito
Gestão de Performance: Divana Strapazzon Divana Strapazzon
Assistência: Anna Bonfin Anna Flávia Bonfim
Fotografia: Sabrina S.
Modelo: Sara Galvan para Take Agency Sara Galvan Take Agency International
Beauty: Pamela Frankiv​ Pamela Frankiv Maquiagem
Vestuário: NovoLouvre

Plano Massa: serviços próximos: uma estrutura de possibilidadesA presença de serviços próximos à moradia não produz eman...
19/07/2026

Plano Massa: serviços próximos: uma estrutura de possibilidades

A presença de serviços próximos à moradia não produz emancipação automaticamente. Ela produz uma estrutura espacial de possibilidades.
Quando comércio, alimentação, transporte, educação, saúde, cultura, trabalho e lazer estão próximos, a vida cotidiana deixa de depender de uma sucessão de deslocamentos longos e especializados.
O mesmo percurso pode reunir necessidades diferentes.
O térreo pode resolver uma parte da vida prática.
A rua pode conectar tarefas, encontros e tempo livre.
Para mulheres historicamente submetidas a maiores restrições de tempo, mobilidade e presença no espaço público, essa proximidade altera o horizonte do possível.
Não garante liberdade.
Mas pode fazer com que a liberdade deixe de ser espacialmente tão cara.
A estrutura urbana não emancipa uma mulher.
Mas pode ampliar ou estreitar o território em que ela exerce sua autonomia.
Por isso, a questão central não é afirmar que o comércio no térreo “libertou” mulheres do serviço doméstico. A afirmação seria simplificadora.
O argumento mais rigoroso é que a proximidade de serviços permitiu que parte das necessidades cotidianas pudesse ser resolvida fora do interior isolado da casa e integrada à vida urbana. Isso criou destinos, percursos, encontros e oportunidades de permanência.
O serviço no térreo não liberta por decreto.
Ele aproxima a cidade da vida cotidiana.

Editorial O NOVO — origem: Seminário PPGTU/PUCPR (disciplina do Prof. Salvador Gnoato), em paralelo à produção de imagens para Vogue Women by Women. Inspirado na tese de Fabiano Vianna “O plano de Curitiba 1965-1975: desdobramento de outro moderno brasileiro”

Ficha Técnica

Direção de Criação: Mariah Salomão Viana NovoLouvre
Styling: Kero Avi Kero Avi
Produção de Moda: Kero Avi
Comunicação: Dani Brito Dani Brito
Gestão de Performance: Divana Strapazzon Divana Strapazzon
Assistência: Anna Bonfin
Fotografia: Sabrina S.
Modelo: Sara Galvan para Take Agency Sara Galvan Take Agency International
Beauty: Pamela Frankiv​ Pamela Frankiv Maquiagem
Vestuário: NovoLouvre

Existenzminimum: o quarto, a cama e o mínimo privadoEssa lógica de mínimo padronizado aparece também na discussão sobre ...
18/07/2026

Existenzminimum: o quarto, a cama e o mínimo privado
Essa lógica de mínimo padronizado aparece também na discussão sobre o Existenzminimum — a habitação para o mínimo nível de existência —, tema central do CIAM II, realizado em Frankfurt em 1929.

O quarto individual surgia, assim, como a menor célula espacial ainda capaz de preservar uma esfera própria dentro da residência familiar ou de uma organização coletiva.

Em Fashiontopia, as duas ideias são aproximadas por uma proposição curatorial:
A cama é a unidade primária da privacidade.
A afirmação aparece não como uma questão academicamente comprovada, mas como uma proposição curatorial fundamentada naquele debate. O conceito do privado.

Editorial NovoLouvre — origem: Seminário PPGTU/PUCPR (disciplina do Prof. Salvador Gnoato), em paralelo à produção de imagens para Vogue Women by Women. Inspirado na tese de Fabiano Vianna “O plano de Curitiba 1965-1975: desdobramento de outro moderno brasileiro”

Ficha Técnica

Direção de Criação: Mariah Salomão Viana NovoLouvre
Styling: Kero Avi Kero Avi
Produção de Moda: Kero Avi
Comunicação: Dani Brito Dani Brito
Gestão de Performance: Divana Strapazzon Divana Strapazzon
Assistência: Anna Bonfin
Fotografia: Sabrina S.
Modelo: Sara Galvan para Take Agency Sara Galvan Take Agency International
Beauty: Pamela Frankiv​ Pamela Frankiv Maquiagem
Vestuário: NovoLouvre

Endereço

Curitiba, PR

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando NovoLouvre posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para NovoLouvre:

Atalhos

Compartilhar