Gato Preto Brechó - Diadema

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Procura-se o dono.Foi achado ontem de madrugada na pracinha perto dos três postos no Rudge Ramos. Trouxemos p casa, demo...
25/12/2023

Procura-se o dono.

Foi achado ontem de madrugada na pracinha perto dos três postos no Rudge Ramos.

Trouxemos p casa, demos banho e comida, mas não podemos ficar porque já temos outro cachorro.

Parece que faz tempo que está na rua. Se puderem ajudar com lar temporário tbm, agradecemos.

24/06/2019
A volta da temida  , by Chanel: conheça a história dessa bolsa polêmicaPor: Carol CarneiroA pochete, que tem mais de 500...
06/11/2018

A volta da temida , by Chanel: conheça a história dessa bolsa polêmica

Por: Carol Carneiro

A pochete, que tem mais de 500 anos, ensaia sua volta triunfal na passarela da Chanel

Muito famosa nos anos 80 e 90, a pochete (assim como vários acessórios dos anos 80) perdeu a majestade e passou a ser símbolo brega, com direito a fashion police na cola!! Ok, a bolsa não é das mais bonitas mesmo, mas não há como negar a praticidade deste acessório, que é mais antigo que o Brasil.

No século XII, quando teoricamente nasceu a moda, a pochete já estava lá! Um trecho da descrição do cronista florentino Giovanni Villani (1280-1348) prova o fato: “Nesses tempos as gentes começaram a mudar de hábitos e roupas desmesuaradamente. (…) Começaram a usar roupas apertadas à moda catalã, colares e bolsinhas na cintura e na cabeça, a vestir chapéus sobre o capuz. (…)” Apud G.Mafai, Storia della Moda.

Sempre presente na história da moda, a pochete aparece de formas diferentes ao longo dos anos. No século XI bolsas retangulares eram presas aos cintos e usadas por homens e mulheres. Mas foi no século XII que a pochete, ainda chamada de pockets, se tornou um acessório de moda e começou a ser mais elaborada e enfeitada.

No século XVIII a pochete ganhou um up grade e foi rebatizada de chatelâines (nome francês, alias, pochete, que vem de pochette, também é francês). A nova versão tinha correntes de prata e era usada para carregar objetos práticos e de valor. O acessório agora ganhou status e valor fashion.

Mas foi na década de 80 e 90 que a pochete reinou! De todas as cores e materiais, todo mundo usava, admita (mesmo que baixinho!rs) você tinha uma!! Até que, do nada e por nada, se tornou um crime usa-la e a pochete se tornou o acessório mais cafona do mundo. Diferente de uma roupa que apenas sai de moda e vai para o fundo do armário, a pochete foi banida e parou no lixo.

A moda, como diria João Braga, é helicoidal, dá voltas! Nunca volta da mesma maneira como antes, mas, adaptada ao novo tempo, VOLTA! E quem colocou fogo na pochete no final dos anos 90 pode se arrepender agora, em 2014. Há anos o acessório ensaia sua volta em desfiles como Hermés, DKNY, Tory Burch, Emporio Armani e Rachel Zoe, mas foi no início deste ano que a pochete ganhou uma grande aliada: Chanel, e deu o que falar.

A pochete deixa de ser cafona e passa a ser item fashion. Será a próxima it-bag?

E se você ainda torce o nariz para a pochete (agora chamada de belt-bag), prepare-se, você a verá em muitos looks de fashionistas, mais passarelas, lojas e etc. E cá entre nós, sem preconceito, existem umas versões bem bonitinhas (meu voto vai para Rachel Zoe s2 sem falar na eterna praticidade!)!

Fonte: http://www.fashionbubbles.com/historia-da-moda/a-volta-da-temida-pochete-by-chanel/

06/11/2018

Olá!

Desativamos o brechó temporariamente e estamos mudando pra SBC, no momento não estamos comprando. Em breve retornaremos nossas atividades.

Gratos. Sr e Sra Gato

16/09/2016

Boa noite meninas e meninos, tudo bem? Durante esses meses tivemos um problema com a administração da página, deixamos ela de lado pouquinho. Mas em breve estaremos com varias novidades e artigos que irão nos ajudar a montar nossos looks do dia-a-dia. Peço que esperem só mais um pouco.

HISTÓRIA DO CARNAVAL E SUAS ORIGENSCARNAVAL - CARNAVAL 2016A história do carnaval tem suas origens na Antiguidade, sendo...
01/02/2016

HISTÓRIA DO CARNAVAL E SUAS ORIGENS

CARNAVAL - CARNAVAL 2016
A história do carnaval tem suas origens na Antiguidade, sendo uma festa tradicional e popular que chegou ao Brasil durante a colonização.

O carnaval é a festa popular mais celebrada no Brasil e que, ao longo do tempo, tornou-se elemento da cultura nacional. Porém, o carnaval não é uma invenção brasileira nem tampouco realizado apenas neste país. A História do Carnaval remonta à Antiguidade, tanto na Mesopotâmia quanto na Grécia e em Roma.

A palavra carnaval é originária do latim, carnis levale, cujo significado é retirar a carne. O significado está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também com o controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de enquadrar uma festa pagã.

Na antiga Babilônia, duas festas possivelmente originaram o que conhecemos como carnaval. As Saceias eram uma festa em que um prisioneiro assumia durante alguns dias a figura do rei, vestindo-se como ele, alimentando-se da mesma forma e dormindo com suas esposas. Ao final, o prisioneiro era chicoteado e depois enforcado ou empalado.

O outro rito era realizado pelo rei nos dias que antecediam o equinócio da primavera, período de comemoração do ano novo na região. O ritual ocorria no templo de Marduk, um dos primeiros deuses mesopotâmicos, onde o rei perdia seus emblemas de poder e era surrado na frente da estátua de Marduk. Essa humilhação servia para demonstrar a submissão do rei à divindade. Em seguida, ele novamente assumia o trono.

O que havia de comum nas duas festas e que está ligado ao carnaval era o caráter de subversão de papéis sociais: a transformação temporária do prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao deus. Possivelmente a subversão de papeis sociais no carnaval, como os homens vestirem-se de mulheres e vice-versa, pode encontrar suas origens nessa tradição mesopotâmica.

As associações entre o carnaval e as orgias podem ainda se relacionar às festas de origem greco-romana, como os bacanais (festas dionisíacas, para os gregos). Seriam festas dedicadas ao deus do vinho, Baco (ou Dionísio, para os gregos), marcadas pela embriaguez e pela entrega aos prazeres da carne.

Havia ainda em Roma as Saturnálias e as Lupercálias. As primeiras ocorriam no solstício de inverno, em dezembro, e as segundas, em fevereiro, que seria o mês das divindades infernais, mas também das purificações. Tais festas duravam dias com comidas, bebidas e danças. Os papeis sociais também eram invertidos temporariamente, com os escravos colocando-se nos locais de seus senhores, e estes colocando-se no papel de escravos.

Mas tais festas eram pagãs. Com o fortalecimento de seu poder, a Igreja não via com bons olhos as festas. Nessa concepção do cristianismo, havia a crítica da inversão das posições sociais, pois, para a Igreja, ao inverter os papéis de cada um na sociedade, invertia-se também a relação entre Deus e o demônio.

A Igreja Católica buscou então enquadrar tais comemorações. A partir do século VIII, com a criação da quaresma, tais festas passaram a ser realizadas nos dias anteriores ao período religioso. A Igreja pretendia, dessa forma, manter uma data para as pessoas cometerem seus excessos, antes do período da severidade religiosa.

Durante os carnavais medievais por volta do século XI, no período fértil para a agricultura, homens jovens que se fantasiavam de mulheres saíam nas ruas e campos durante algumas noites. Diziam-se habitantes da fronteira do mundo dos vivos e dos mortos e invadiam os domicílios, com a aceitação dos que lá habitavam, fartando-se com comidas e bebidas, e também com os beijos das jovens das casas.

Durante o Renascimento, nas cidades italianas, surgia a commedia dell'arte, teatros improvisados cuja popularidade ocorreu até o século XVIII. Em Florença, canções foram criadas para acompanhar os desfiles, que contavam ainda com carros decorados, os trionfi. Em Roma e Veneza, os participantes usavam a bauta, uma capa com capuz negro que encobria ombros e cabeça, além de chapéus de três pontas e uma máscara branca.

A história do carnaval no Brasil iniciou-se no período colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que na colônia era praticada pelos escravos. Depois surgiram os cordões e ranchos, as festas de salão, os corsos e as escolas de samba. Afoxés, frevos e maracatus também passaram a fazer parte da tradição cultural carnavalesca brasileira. Marchinhas, sambas e outros gêneros musicais também foram incorporados à maior manifestação cultural do Brasil.




PINTO, Tales Dos Santos. "História do carnaval e suas origens"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 01 de fevereiro de 2016.

CAMISA JEANS: CLÁSSICO PARA HOMENS E MULHERESAlém da rebeldia – Da juventude dos anos 1950 até hoje, a camisa jeans é es...
06/07/2015

CAMISA JEANS: CLÁSSICO PARA HOMENS E MULHERES

Além da rebeldia – Da juventude dos anos 1950 até hoje, a camisa jeans é essencial ao vestuário feminino e masculino.

Sua história começou bem longe do luxo e glamour das passarelas. A camisa jeans nasceu na década de 1950, derivada do macacão que mineiros e camponeses americanos vestiam na época. Versátil e informal, ela transitou livremente entre trabalhadores, caubóis e rebeldes sem causa, sem jamais sair de moda.
Desde então, seus modelos não mudaram muito. No inverno, a camisa ganha uma versão mais pesada: tecido encorpado, lavagem bruta e botões rústicos, que lembram as referências de country. Já para o verão, novas lavagens e tratamentos químicos permitem criar peças claras, macias e leves.

E não se engane com qualquer camisa azul. O jeans verdadeiro é o denim, um tecido de algodão encorpado. Já camisas azuladas leves e fininhas geralmente são de cambraia.

HISTÓRIA DO SCARPINScarpin – O Clássico Que Não Pode FaltarMulher e sapato pode ser uma combinação perigosa para o bolso...
26/06/2015

HISTÓRIA DO SCARPIN

Scarpin – O Clássico Que Não Pode Faltar
Mulher e sapato pode ser uma combinação perigosa para o bolso da mulherada. Com modelos e novas tendências que não param de surgir, sempre ficamos numa situação cada vez mais complicada, porque né, queremos todos!

Mas com um único modelo de sapato podemos criar looks perfeitos e usar em infinitas ocasiões. Sim, estou falando dele: O Scarpin!

Scarpin Carrano Nobuck

É o “muso” dos sapatos e mesmo sabendo que a moda vai e vem, ele está sempre lá, lindo e belo enfeitando nossos pés e nos deixando lindas, glamurosas e elegantes! É ou não é um must have na vida de qualquer mulher?

Eles foram popularizados no final dos anos 40 por Christian Dior. Na época ele queria introduzir uma nova moda entre as mulheres no pós guerra, pois elas viviam em racionalização de tecido e queriam alguma outra forma de elegância.

Gente, só um parênteses aqui. Reparem que na foto da direita podemos ver, além do Scarpin, o Peplum, que também foi criação de Christian Dior. Foi um mestre né gente, sem mais! hahaha

Bom, continuando com a nossa saga, atualmente vemos diversos modelos e formatos, mas você sabe identificar se um sapato é mesmo scarpin?

Pois bem, esse clássico da moda pode ser encontrado em diversos tamanhos de salto (entre 4 e 10 aproximadamente, passando disso, ele é chamado chamado de Stiletto), o bico pode ser fino, arredondado ou quadrado, mas o scarpin sempre será um sapato fechado que esconde os dedos e o calcanhar, deixando apenas o peito do pé à mostra.

Agora que nós já sabemos um pouquinho da história do scarpin, vou mostrar alguns looks das divas que separei para nos inspirar!!

Jeans, o tecido universal. O jeans foi criado por um alemão com material francês e tintura indianaRafael Tonon | 11/08/2...
17/06/2015

Jeans, o tecido universal.

O jeans foi criado por um alemão com material francês e tintura indiana
Rafael Tonon | 11/08/2009 03h58
Se a humanidade teve um uniforme no século 20, foi o jeans. F**a difícil imaginar um país ou uma ocasião em que ele não seja encontrado. Serve para todas as idades e foi a primeira vestimenta usada por homens e mulheres. Esse caráter universal está no próprio DNA da peça: com base em uma ideia de um alfaiate americano, um comerciante alemão criou o jeans como uma variação de um tecido francês, muito usado por marinheiros genoveses. E a cor azul característica veio do índigo, uma tintura desenvolvida na Índia.

Essa história começou em 1847, quando o jovem germânico Oscar Levi Strauss (1829-1902) abriu uma loja de secos e molhados em São Francisco, na Califórnia, bem no auge da mineração no Velho Oeste norte-americano. Ainda sem falar direito o inglês, ele começou a vender rolos de lona, usados para erguer tendas ou cobrir carroças. Um de seus compradores era o costureiro Jacob David Youphes. O americano adaptou o tecido para fazer calças, e os mineradores adoraram a novidade. Agora eles tinham roupas bem mais resistentes que suas peças de algodão, que rasgavam com facilidade. Ao saber dessa demanda, Levi Strauss contratou Youphes e começou a fabricar calças de lona.

Mas o tecido era duro demais. As peças ficavam em pé sozinhas. Foi então que, pesquisando materiais, Strauss encontrou um tipo de brim francês, também resistente, mas flexível. E começou a fazer importações da cidade de Nîmes - motivo pelo qual esse brim passou a ser chamado de denim. Essa peça chegava ao fabricante com algumas variações de cor, entre o branco e o bege, o que atrapalhava na hora de combinar as tonalidades para costurar. Então o alemão resolveu tingir o tecido com índigo.

Pouco depois, Strauss percebeu que os mineradores precisavam de bolsos para guardar as pedras que encontravam. Em 1872, ele patenteou o produto. Não demorou muito para o garimpeiro Alkali Ike reforçar os seus com rebites de metal. E assim, com esse toque final de criatividade, estava pronta a calça jeans como a conhecemos. Nas décadas seguintes, ela conquistaria os mais diversos públicos, até atravessar todas as fronteiras do planeta.

Brechó - Origem e HistóriaNo século XIX um mascate chamado Belchior ficou conhecido por vender roupas e objetos de segun...
16/06/2015

Brechó - Origem e História

No século XIX um mascate chamado Belchior ficou conhecido por vender roupas e objetos de segunda mão no Rio de Janeiro. Com o tempo o nome se transformou por corruptela em "Brechó".

brechó = "segunda mão"

Um brechó, também conhecido como bazar de caridade, é onde se vende produtos usados como roupas, calçados, louças, objetos de arte, objetos de decoração, bijuterias e objetos de uso doméstico, móveis, livros. Existem também os sebos, que são especializados em livros e revistas.

Diferentemente do que a maioria pensa, nos brechós não se encontram apenas coisas velhas, cheirando a m**o e naftalina. Tem muita coisa legal e útil. A idéia é trazer para o presente detalhes marcantes de uma determinada época do passado.

Geralmente atraem pessoas à procura de artigos originais e únicos e por um preço bem acessível.

Fonte: http://coisasdeepocabrecho.blogspot.com.br/2012/09/brecho-origem-e-historia.html?m=1

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