05/10/2022
Se você trabalha com moda sabe muito bem que existe algumas dificuldades como: 1) Agradar as consumidoras com sua criação; 2) Começar a fazer o que “está na moda” e nunca ser reconhecida com autoridade.
Agora quero compartilhar com você um episódio que aconteceu comigo em 2020.
No início da p@ndemia comecei um processo de autoconhecimento sobre quem eu era e o que fazia sentido para mim. Comecei a me questionar sobre as roupas que usava. Olhava no meu guarda-roupa e parecia que nada me agradava. Era como se nada ali me favorecesse e muito menos atendesse minhas necessidades, independente do evento.
Eu não estava atrás de roupas, mas sim de um sentimento, uma ideia, uma representação. Foi aí que comecei a buscar marcas autorais, que não se preocupavam apenas com tendências, mas principalmente com a essência da peça.
Aos poucos fui mudando meu estilo, me arriscando mais nas cores, estampas e nas peças fluidas e leves. Eu queria que as minhas roupas representassem o meu novo momento, meu novo eu. O tal do “vista-se de você” sabe?
A partir daí comecei a me reconhecer ao encarar o espelho. Eu não precisava de várias roupas, mas sim de peças que de fato comunicassem quem era a Mulher por trás.
E por que estou compartilhando essa história? Para te incentivar a trabalhar naquilo que você acredita e que realmente tem um significado pra você.
Se você tiver paciência e persistência, as clientes certas chegarão!
A verdade é que estamos em constante mudança assim como a Moda, então confie no seu processo e principalmente no seu propósito.