Existem milhões de reais parados nos guarda-roupas das pessoas, que só usam cerca de 40% de suas roupas. Uma peça de roupa gentilmente usada é tão boa, bonita e útil quanto uma nova, só é muito mais barata e seu consumo minimiza significativamente o impacto ambiental da indústria da moda, que é a segunda mais poluente do mundo. Muita gente do bem doa as peças que não usa mais, mas para as Entidade
s Beneficentes, é mais útil receberem doações em recursos financeiros do que peças de roupa. Afinal, roupas tem que ser vendidas em bazares, que demandam espaço físico, voluntários e tempo até que se tornem recursos e sejam usados na causa da instituição. Pensamos em nosso empreendimento como um negócio social, que terá parte do lucro repassado a ONGs e Instituições sérias, que selecionamos e fomos conhecer pessoalmente. Acreditamos na economia colaborativa, e ao comprar, usar e recomendar produtos e serviços que tenham responsabilidade social e ambiental estamos contribuindo para mudar o mundo e torna-lo mais digno.