31/12/2025
Poucos brasileiros sabem, mas o Brasil ocupa uma posição única na história moderna de Israel — e isso não aconteceu por acaso.
Em 1947, após quase 2.000 anos de dispersão, o povo judeu aguardava uma decisão que definiria seu futuro: a votação da ONU sobre a criação do Estado de Israel.
Naquele momento decisivo, o presidente da Assembleia Geral da ONU não era americano, nem europeu. Era um brasileiro: Osvaldo Ar**ha.
A proposta de partilha da Palestina enfrentava forte resistência. Muitos países tentavam adiar ou enterrar a decisão. Ar**ha, então, adotou uma estratégia decisiva: adiou a votação quando percebeu que Israel perderia, articulou diplomaticamente com outras nações e reabriu a sessão no momento exato.
O resultado foi a aprovação da Resolução 181, em 29 de novembro de 1947.
Menos de seis meses depois, em 14 de maio de 1948, Israel declarou sua independência.
A Bíblia já havia anunciado esse cenário séculos antes:
“Poder-se-ia fazer nascer uma nação em um só dia?” (Isaías 66:8)
Israel nasceu em um dia.
O Brasil não foi apenas mais um voto. Foi o país que presidiu, conduziu e destravou a decisão.
À luz da Escritura, isso ecoa um princípio claro:
“Abençoarei os que te abençoarem.” (Gênesis 12:3)
A criação de Israel não foi o fim — foi o reinício do relógio profético. Desde então, o cenário continua avançando: retorno do povo à terra, restauração nacional e Jerusalém novamente no centro do mundo.
E o Brasil volta a aparecer conectado a esse movimento.
Se Israel marca o tempo, muitos creem que o Brasil tem sido preparado como campo fértil — um celeiro de enviados, levantados para alcançar as nações no mover final do Evangelho.
Não como centro político. Mas como terra de semeadura.
Israel é o relógio. 1948 foi o despertar.
E o ponteiro… continua avançando.