Eco Sense - A sua marca ecológica

Eco Sense - A sua marca ecológica Loja de Produtos Ecológicos. Há mais de 10 anos oferece uma vasta gama de produtos ecológicos.

A ECO SENSE é uma loja que acredita que a melhor maneira de ajudar a preservar o meio ambiente é mostrando as soluções para um mundo melhor. Por essa razão, desde 2006, há mais de 10 anos, a ECO SENSE lhe oferece uma gama enorme de produtos ecológicos, que vão desde camisetas feitas de garrafas PET recicladas até tênis feitos com materiais reciclados. A ECO SENSE acredita que a busca por um mun

do melhor é feita a partir de pequenas ações, como por exemplo, separar em casa o material reciclável do material orgânico.

"Iniciativa substitui vaga de carros por espaço para 10 bicicletas em Tramandaí. Parceria permite que empresas financiem...
18/02/2025

"Iniciativa substitui vaga de carros por espaço para 10 bicicletas em Tramandaí.

Parceria permite que empresas financiem estrutura que organiza espaço urbano e incentiva mobilidade sustentável.

A Prefeitura de Tramandaí, no Litoral Norte, deu um passo importante para incentivar o uso da bicicleta e melhorar a mobilidade urbana.

Com a aprovação do projeto de lei "Adote um Bicicletário", [...] o município instituiu um programa que permite a adoção de bicicletários por empresas privadas.

O primeiro já está em funcionamento e substitui uma vaga de carro por espaço para 10 bicicletas.

[...] o projeto incentiva a população a optar pela bicicleta como meio de transporte. 'Tramandaí é uma cidade plana, curta, não tem por que todo mundo rodar de carro, trancando o trânsito', [...].”

Fonte: Correio do Povo / Guilherme Sperafico

Parceria permite que empresas financiem estrutura que organiza espaço urbano e incentiva mobilidade sustentável

Ótimo documentário sobre Práticas Sustentáveis. Imperdível! Sensacional do início ao fim! Vale a pena assistir e compart...
09/11/2024

Ótimo documentário sobre Práticas Sustentáveis. Imperdível! Sensacional do início ao fim! Vale a pena assistir e compartilhar!

"No Documento Band dessa semana vamos mostrar como a educação e a conscientização de práticas sustentáveis mudam a vida das pessoas. Em São Paulo, uma horta comunitária feita por moradores se transforma em alimentos para todos - é o projeto Prato Verde Sustentável.

No Piauí, jovens e adolescentes ensinam a importância da preservação do meio ambiente - 'Mude os Hábitos, Mude o Mundo'. Você vai ver também: reciclagem, uso eficiente de recursos e a gestão de resíduos... Qual o destino do lixo produzido por nós?

No segundo bloco, os projetos brasileiros para produzir e usar o chamado combustível do futuro, o Hidrogênio Verde. Como está a produção no Brasil? É possível substituir o petróleo pelo hidrogênio verde? E ainda, quanto a preservação das florestas pode impulsionar o mercado de carbono."

Fonte: Band Jornalismo

No Documento Band dessa semana vamos mostrar como a educação e a conscientização de práticas sustentáveis mudam a vida das pessoas. Em São Paulo, uma horta c...

"Pensar o alimento é pensar um projeto de humanidade. Com esta consciência, a geógrafa e professora da USP Larissa Mies ...
24/08/2024

"Pensar o alimento é pensar um projeto de humanidade. Com esta consciência, a geógrafa e professora da USP Larissa Mies Bombardi tem dedicado anos de pesquisa ao estudo dos pesticidas. Autora do livro 'Agrotóxicos, um colonialismo químico', lançado na França pela editora Anacaona, ela descreve uma realidade alarmante, ao mostrar que Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxicos, em sua maioria produzidos por multinacionais europeias, um quadro trágico e que tem piorado nos últimos anos."

Fonte: RFI Brasil

Pensar o alimento é pensar um projeto de humanidade. Com esta consciência, a geógrafa e professora da USP Larissa Mies Bombardi tem dedicado anos de pesquisa...

Vídeo  explicando o passo a passo para fazer 3 tipos de composteira caseira. A última opção serve também para apartament...
18/08/2024

Vídeo explicando o passo a passo para fazer 3 tipos de composteira caseira. A última opção serve também para apartamentos. Lembre-se que podes colocar cítricos à vontade caso não seja um minhocário.

Neste vídeo vamos conversar a respeito de COMPOSTAGEM e vamos juntos fazer uma COMPOSTEIRA DOMÉSTICA fácil e de baixo custo. Apresento 3 modelos de compostei...

Papagaios-charão no Rio Grande do Sul, migram para alimentarem-se de pinhões das araucárias na serra catarinense. "[...]...
20/06/2024

Papagaios-charão no Rio Grande do Sul, migram para alimentarem-se de pinhões das araucárias na serra catarinense.

"[...] a maior revoada de papagaios do Brasil, que acontece todos os anos. Descubra também um pouco do comportamento e alimentação dos papagaios-charão, Amazona pretrei, a única espécie de papagaio do Brasil que realiza migrações. Todos os anos, mais de 20 mil papagaios-charão se concentram nas Matas de Araucária da Serra Catarinense, especialmente na região de Urupema, em busca de pinhões. Observadores de aves de todo o Brasil aparecem na região para observar e fotografar esse incrível espetáculo natural! [...]".

Fonte: Canal Planeta Aves / Youtube

Passarinhando na Serra Catarinense! Gravamos novamente a incrível revoada do papagaio-charão na região de Urupema, na Serra Catarinense, a maior revoada de p...

08/06/2024





05/06/2024
31/05/2024

“Gaúchos já possuem diagnósticos e planos de ação para suas bacias hidrográficas.

Existem levantamentos detalhados sobre as condições dos rios do RS e os fatores que podem gerar cheias e inundações.

[...]

Os dados constam nas milhares de páginas de relatórios que compõem os planos das bacias hidrográficas do Estado, levantadas e organizadas a partir de discussões realizadas nos Comitês de Gerenciamento destas bacias, os CBHs. Os comitês são, por definição legal, os fóruns de debates para a tomada de decisões referentes a gestão dos recursos hídricos de cada uma das regiões.

[...]

Desconhecida da maior parte da população e, não raro, ‘perdida’ em gabinetes, a matriz institucional que norteia a política estadual para as águas é primorosa, acumula conhecimentos, debates e estruturas, mas encontra dificuldades em ser implementada. Agora, a partir da tragédia climática que inundou o Estado e destruiu cidades inteiras, as lacunas existentes em relação a sua execução ganharam os holofotes.

[...]

‘O fato é que estamos no oitavo governo desde a promulgação da Lei das Águas. E nenhum levou a cabo o que deveria. Agora, assistimos a muitos dizendo que precisamos formar organizações e contratar estudos. As organizações já existem, são os comitês de bacias, que têm representação da população, dos usuários (que utilizam com objetivo econômico) e do Estado’, elenca o coordenador geral do Fórum Gaúcho dos Comitês de Bacias Hidrográficas, Julio Cesar Salecker.

Na avaliação do coordenador, os eventos climáticos ‘super extremos’ que atingiram o Estado são o maior exemplo de porque a água precisa ser gerida dentro das bacias e seus comitês. ‘Porque não dá para deixar os diversos setores relacionados à água fazerem obras sem entenderem o que é uma bacia. A água que explodiu agora aqui em Estrela veio de Vacaria, de Lagoa Vermelha, Caxias do Sul, Bento Gonçalves... Há uma interligação. O que acontece em uma bacia, influencia em outra. Da mesma forma, não adianta, por exemplo, Lajeado erguer um dique para proteger suas partes baixas, e jogar toda a água em Estrela.’

[...]

‘As soluções existem, as alternativas para prever os eventos extremos. Mas não funcionam porque não são implementadas. A própria Lei das Águas, muitas coisas ficaram só na teoria’, assinala a vice-presidente do Comitê Lago Guaíba, Ana Elizabeth Carara. Especialista em Gestão de Recursos Hídricos, ela lembra que o plano do Guaíba, que está completo, elenca um conjunto de ações de curto prazo. Que poderiam ter ajudado ou até mesmo evitado a inundação que tomou as ruas da Capital.

As medidas incluem, entre outros pontos, a ampliação da rede de monitoramento de vazão dos rios e arroios afluentes e o monitoramento da qualidade das águas. O desassoreamento do lago e a restauração da vegetação ciliar. O incentivo à reconstrução de moradias fora de áreas de risco. A implantação de projetos existentes no âmbito da drenagem pluvial na região Metropolitana. E o estabelecimento de estratégias para a continuidade do abastecimento de água potável no caso de ocorrerem situações de crise nos sistemas de abastecimento padrão vigente.

‘Esta catástrofe que assolou o RS trouxe à tona a questão de o quanto o atendimento de interesses de poucos acaba por prejudicar direitos de todos. Temos toda a base necessária. O que falta é que planejamentos, projetos, execuções e manutenções dos sistemas de saneamento (água, esgoto, drenagem e resíduos) sejam desenvolvidos e aplicados regionalmente, conforme os critérios das bacias hidrográficas, e se constituam de fato em planos de gestão pública, não de governos’, projeta o vice-presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes) e representante do Sindicato dos Engenheiros (Senge) no Comitê da Bacia do Sinos (Comitesinos), Eduardo Carvalho.

Fonte: Correio do Povo / Flávia Bemfica

https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/chuvasnors/ga%C3%BAchos-j%C3%A1-possuem-diagn%C3%B3sticos-e-planos-de-a%C3%A7%C3%A3o-para-suas-bacias-hidrogr%C3%A1ficas-1.1499321

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"IPH (UFRGS) aponta o que RS deve fazer para evitar novas catástrofes climáticas. O Núcleo de Pesquisa em Planejamento e...
29/05/2024

"IPH (UFRGS) aponta o que RS deve fazer para evitar novas catástrofes climáticas.

O Núcleo de Pesquisa em Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos (Gespla), vinculado ao Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH/Ufrgs) divulgou nessa terça-feira, um documento elencando o que o Rio Grande do Sul deve fazer daqui para frente, a fim de evitar novas catástrofes climáticas.

O documento 'Gestão estratégica de cheias: a visão integrada necessária à reconstrução no Estado' foi desenvolvido pelo coordenador do Núcleo, professor Guilherme Fernandes Marques.

O objetivo é reunir pontos importantes para que as ações de reconstrução sejam focadas no aumento da resiliência. Dentre as principais diretrizes elencadas está o fato de o Estado precisar implementar a gestão estratégica de cheias como uma abordagem mais ampla de planejamento integrado de bacias hidrográficas.

Os passos sugeridos são (1) construir o conhecimento sobre o comportamento do sistema (bacia hidrográfica e cidades) e objetivos da sociedade; (2) usar esse conhecimento para avaliar melhor o risco climático e tomar melhores decisões; (3) montar um portfólio de medidas e instrumentos para gerir o risco; e (4) estabelecer um processo contínuo de monitoramento, revisão e adaptação.

[...]

Fonte: Correio do Povo

https://www.ufrgs.br/iph/wp-content/uploads/2024/05/GESTAO-ESTRATEGICA-DE-CHEIAS.pdf

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