Elaine Mônaco

Elaine Mônaco Psicóloga e Neuropsicóloga CRP 06/101376

06/06/2026

Por muitos anos, ele foi visto como um homem comum. Trabalhava em banco, levava uma vida aparentemente normal e estava acima de qualquer suspeita.

Mas, dentro de casa, a realidade era outra.

O caso da francesa que sofreu abusos sistemáticos praticados pelo próprio marido expõe uma das faces mais dolorosas da violência: aquela que acontece em silêncio, longe dos olhos de todos.

Quando uma vítima decide falar, ela não enfrenta apenas as consequências do trauma vivido. Muitas vezes, precisa lidar também com julgamentos, dúvidas e perguntas que tentam responsabilizá-la pela violência que sofreu.

O sofrimento não termina quando o abuso acaba. Ele se prolonga cada vez que a dor é minimizada, questionada ou invalidada.

Dar voz a essas histórias não é alimentar o sensacionalismo. É reconhecer que a violência pode existir onde menos se espera e que acolher uma vítima começa por acreditar nela.

O que mais dificulta uma vítima de violência a pedir ajuda: o trauma em si ou o medo de não ser compreendida?

A violência psicológica costuma ser invisível para quem vê de fora. Você acha que as pessoas conseguem reconhecer seus sinais? Comente sua percepção.

Fontes:
https://www.dailymotion.com/video/xaaz0ue

https://www.ad.nl/buitenland/fransman-die-eigen-vrouw-verkrachtte-en-tot-seks-dwong-met-honderden-mannen-veroordeeld-tot-25-jaar-cel~adc6ddba/

https://www.leparisien.fr/faits-divers/aucun-signe-daffabulation-au-proces-du-calvaire-de-laetitia-les-experts-deconstruisent-le-pretexte-sadomasochiste-20-05-2026-SJALNKJMSBAG3O73RVVTUKH2MA.php

https://www.instagram.com/reel/DV9av9JDdPo/?igsh=MXF5OHpyb2k3cDAxMg==

https://youtu.be/8ZbzUNHfy4w?si=lC1cRIicAsUW9s2z

06/06/2026

Por muitos anos, ele foi visto como um homem comum. Trabalhava em banco, levava uma vida aparentemente normal e estava acima de qualquer suspeita.

Mas, dentro de casa, a realidade era outra.

O caso da francesa Laetitia R. que sofreu abusos sistemáticos praticados pelo próprio marido expõe uma das faces mais dolorosas da violência: aquela que acontece em silêncio, longe dos olhos de todos.

Quando uma vítima decide falar, ela não enfrenta apenas as consequências do trauma vivido. Muitas vezes, precisa lidar também com julgamentos, dúvidas e perguntas que tentam responsabilizá-la pela violência que sofreu.

O sofrimento não termina quando o abuso acaba. Ele se prolonga cada vez que a dor é minimizada, questionada ou invalidada.

Dar voz a essas histórias não é alimentar o sensacionalismo. É reconhecer que a violência pode existir onde menos se espera e que acolher uma vítima começa por acreditar nela.

O que mais dificulta uma vítima de violência a pedir ajuda: o trauma em si ou o medo de não ser compreendida?

A violência psicológica costuma ser invisível para quem vê de fora. Você acha que as pessoas conseguem reconhecer seus sinais? Comente sua percepção.

Fontes:
https://www.dailymotion.com/video/xaaz0ue

https://www.ad.nl/buitenland/fransman-die-eigen-vrouw-verkrachtte-en-tot-seks-dwong-met-honderden-mannen-veroordeeld-tot-25-jaar-cel~adc6ddba/

https://www.leparisien.fr/faits-divers/aucun-signe-daffabulation-au-proces-du-calvaire-de-laetitia-les-experts-deconstruisent-le-pretexte-sadomasochiste-20-05-2026-SJALNKJMSBAG3O73RVVTUKH2MA.php

https://www.instagram.com/reel/DV9av9JDdPo/?igsh=MXF5OHpyb2k3cDAxMg==

https://youtu.be/8ZbzUNHfy4w?si=lC1cRIicAsUW9s2z

*01 DE JUNHO | DIA MUNDIAL DA CONSCIENTIZAÇÃO DO ABUSO NARCISISTA*Hoje não é só mais um dia no calendário.  É o dia de n...
02/06/2026

*01 DE JUNHO | DIA MUNDIAL DA CONSCIENTIZAÇÃO DO ABUSO NARCISISTA*

Hoje não é só mais um dia no calendário.

É o dia de nomear uma violência que não deixa marca na pele, mas destroça por dentro. O abuso narcisista é real, é devastador e é silenciado.

*Não é sobre “pessoa difícil”. É sobre um padrão.*

Narcisistas não amam. Eles possuem. Eles estudam suas inseguranças pra usar como arma. Eles te idealizam pra te viciar na validação deles. Depois te descartam como se você nunca tivesse existido.

*O que ninguém te conta sobre viver isso:*

1. *Você desaprende quem você é.* Suas opiniões, gostos e memórias são substituídas pelas dele.
2. *Seu corpo adoece.* Ansiedade, insônia, síndrome do pânico, doenças autoimunes. O trauma mora no corpo.
3. *Você defende quem te destrói.* O vínculo traumático te faz confundir abuso com amor.
4. *Sair dói mais que ficar.* Porque você não termina um relacionamento. Você se desintoxica de uma droga.

A parte mais cruel? Quando você conta, escuta: “Mas ele parecia tão legal”. “Será que você não provocou?” O narcisista convence o mundo que ele é a vítima. E você passa a ser a louca da história.

*Se você leu até aqui com um nó na garganta: eu te vejo.*

Não foi amor. Foi abuso.
Não é frescura. É trauma.
Não é sua culpa. Nunca foi.

A cura começa quando você para de se perguntar “por que ele fez isso comigo” e começa a se perguntar “por que eu permiti isso por tanto tempo”. Sem culpa. Com responsabilidade sobre sua vida daqui pra frente.

*Você merece paz. Você merece se reencontrar.*

Busque ajuda. Terapia especializada. Fale com pessoas seguras. Existem canais de apoio, grupos e profissionais que entendem exatamente o que você passou.

Informação é libertação. Que esse post chegue em quem precisa respirar fundo hoje.



*Onde buscar ajuda:*
CVV 188 - 24h | Disque 180 - Central de Atendimento à Mulher
CAPS | Psicólogos especializados

Gaslighting RelacionamentoAbusivo VinculoTraumatico
Autoconhecimento 1DeJunho QuebreOSilencioSobrevivente Cura LiberdadeEmocional

O Golpe do Amor não começa com dinheiro.Começa com atenção, cuidado, conexão emocional e a sensação de finalmente ter en...
29/05/2026

O Golpe do Amor não começa com dinheiro.
Começa com atenção, cuidado, conexão emocional e a sensação de finalmente ter encontrado alguém que “entende você”.

É justamente aí que mora o perigo.

Esses golpes são construídos através de manipulação emocional, criação de vínculo afetivo e exploração de vulnerabilidades humanas muito profundas, como solidão, carência emocional, necessidade de pertencimento e desejo de ser amado.

Por isso, muitas vítimas sentem vergonha quando percebem o que aconteceu.
Mas é importante compreender algo: pessoas emocionalmente manipuladoras estudam comportamentos, identificam fragilidades e sabem exatamente como gerar dependência emocional antes de começar qualquer pedido financeiro.

O impacto não costuma ser apenas financeiro.
Muitas vítimas desenvolvem culpa, ansiedade, isolamento, dificuldade de confiar novamente e sofrimento emocional intenso.

Falar sobre isso não é exagero.
É prevenção.

Quanto mais consciência emocional, senso crítico e informação, menores as chances de cair em relações construídas para manipular.

E se alguém próximo já passou por isso, acolha antes de julgar.
Muitas vezes, o que a pessoa mais precisa é conseguir falar sem sentir vergonha.

Se esse conteúdo pode ajudar mais pessoas a reconhecerem os sinais, compartilhe.

Fontes:

https://www.camara.leg.br/tv/elas-pautam-mulheres-na-politica/1136853-elas-pautam-golpe-do-amor/

https://www.gov.br/investidor/pt-br/penso-logo-invisto/romance-scam-quando-o-afeto-se-transforma-em-armadilha-emocional-e-financeira

Fontes das manchetes:
Portal G1
CNN Brasil
Polícia Civil do Estado do RS
Jornal Estado de Minas
Portal R7
Infomoney

23/05/2026

Na última semana o mundo inteiro começou a se perguntar quem era Kalu Putik.
Grandes marcas, páginas e milhões de pessoas passaram a procurar por ele. Mas enquanto todos queriam respostas, ele permaneceu em silêncio.

E talvez exista algo muito simbólico nisso.

Em um tempo em que tantas pessoas parecem desesperadas para serem vistas, reconhecidas e aprovadas, chama atenção alguém que simplesmente cria sem precisar se explicar o tempo todo.

Muitos começaram a perguntar se ele era real ou inteligência artificial.
E isso diz muito sobre o momento em que vivemos.

Talvez estejamos perdendo a capacidade de acreditar que um ser humano possa criar algo tão extraordinário sem transformar tudo em espetáculo, autopromoção ou busca incessante por validação.

Kalu não parecia preocupado em convencer ninguém sobre quem era.
E justamente por isso despertou tanta curiosidade.

Porque pessoas que sabem quem são não sentem necessidade de provar o próprio valor o tempo inteiro.

E você?
Acha que hoje as pessoas estão mais preocupadas em serem vistas do que em realmente desenvolver quem são?

Créditos


https://letsgobahia.com.br/noticia/gente/da-sucata-ao-luxo-como-kalu-putik-virou-obsessao-global

21/05/2026

Alguns relacionamentos não terminam de repente.
Eles vão esfriando aos poucos.
As conversas diminuem.
A presença continua mas a conexão já não é a mesma.
E sem perceber, duas pessoas que ainda sentem carinho uma pela outra começam a se tornar emocionalmente distantes.
Às vezes o amor não acaba primeiro.
O que desaparece antes é a troca, o acolhimento, a sensação de estar verdadeiramente junto.
E quando isso acontece em silêncio, o relacionamento pode virar um lugar onde existe companhia mas também solidão emocional.
Nem sempre o fim começa no término.
Muitas vezes ele começa nos pequenos afastamentos que ninguém percebe.
Isso faz sentido pra você? Me conta aqui nos comentários se você já passou por isso.

Fontes
https://share.google/images/CqeaK8AXZij5N1TTr

https://share.google/images/dzrOBQ4Fb8nPXtFlj

https://share.google/8rfU5b5SOrmb5E8Zd

https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2026/05/15/por-que-virginia-e-vini-jr-terminaram-o-namoro-entenda-passo-a-passo-do-casal-antes-do-anuncio-da-separacao.ghtml


16/05/2026

Às vezes, duas pessoas podem carregar rostos parecidos mas histórias emocionais completamente diferentes.

O caso de José Loreto e Lorran Galdino chamou atenção pela semelhança impressionante entre os dois. Mas o que tornou essa história tão marcante foi a forma como a empatia esteve presente em cada detalhe desse encontro.

Lorran viralizou após uma entrevista sobre um acidente de moto que sofreu. José Loreto viu aquele jovem que se parecia tanto com ele e decidiu procurá-lo. O encontro aconteceu. E junto dele vieram acolhimento, atenção, ajuda e humanidade.

Porque aparência não revela dores, oportunidades, inseguranças ou tudo aquilo que alguém precisou enfrentar para chegar até aqui.

Duas pessoas podem ter traços parecidos e ainda assim terem vivido realidades emocionais totalmente diferentes.
E talvez, em circunstâncias diferentes, qualquer um de nós pudesse estar exatamente no lugar do outro.

Esse vídeo traz uma análise sobre identidade, empatia, pertencimento e sobre como pequenos gestos podem impactar profundamente a vida de alguém.

Qual parte dessa história mais chamou sua atenção?

Créditos


Portal Leo Dias
https://portalleodias.com/famosos/jose-loreto-revela-que-realizou-teste-de-dna-com-sosia-lorran-galdino

Às vezes, o que mais confunde não é o que a outra pessoa diz, é o que isso começa a fazer com a forma como você se perce...
12/05/2026

Às vezes, o que mais confunde não é o que a outra pessoa diz, é o que isso começa a fazer com a forma como você se percebe.

Você passa a questionar lembranças, sentimentos e até decisões simples do dia a dia.
E quando percebe, já está se sentindo insegura dentro de uma relação que, por fora, parece “normal”.

Esse tipo de dinâmica nem sempre aparece de forma óbvia.
Na maioria das vezes, ela vai se construindo aos poucos, de maneira sutil até virar parte da rotina emocional.

Por isso, reconhecer esses sinais é tão importante para evitar rótulos e conseguir enxergar com mais clareza o que está te fazendo mal.

Se esse conteúdo fez sentido pra você, ele pode fazer sentido pra alguém também.

Salva para revisar depois com calma
Compartilha com alguém que precisa enxergar isso com mais clareza

E se quiser, me conta: isso te fez lembrar de alguma situação específica?





09/05/2026

Confusão constante não é amor.

Relacionamentos saudáveis não são isentos de conflitos, mas eles não deixam você em dúvida o tempo todo sobre o que sente, sobre o que o outro sente ou sobre o lugar que você ocupa na relação.

Quando há confusão frequente, idas e vindas emocionais, mensagens contraditórias e insegurança constante, é importante olhar com mais atenção para esse vínculo.

Muitas vezes, o que mantém a relação não é o amor em si, mas a expectativa de mudança, o medo de perder ou a dificuldade de se desvincular.

Amor tende a trazer clareza, segurança e previsibilidade emocional mesmo diante de desafios.

Se o que predomina é confusão, talvez não seja o sentimento que esteja sustentando a relação, mas o vínculo que se formou ao redor dele.

Isso merece ser observado.

Você já percebeu como a confusão pode ser interpretada como intensidade?





Nem sempre é fácil diferenciar amor de apego emocional.Às vezes, o que parece amor pode estar sustentado pelo medo de pe...
06/05/2026

Nem sempre é fácil diferenciar amor de apego emocional.

Às vezes, o que parece amor pode estar sustentado pelo medo de perder, pela dificuldade de ficar só, pela esperança de que o outro mude ou pela sensação de não conseguir seguir em frente sem aquela relação.

Quando existe vínculo saudável, o amor tende a favorecer crescimento, respeito, segurança e liberdade para ser quem se é.

Quando existe prisão emocional, costumam aparecer sinais como ansiedade constante, medo do abandono, necessidade excessiva de aprovação, sofrimento recorrente e dificuldade de encerrar ciclos que machucam.

Isso não significa que o sentimento não exista. Muitas vezes, existe afeto real misturado com dependência emocional e é justamente essa mistura que confunde.

Por isso, a pergunta talvez não seja apenas “eu amo?”, mas também: "esse vínculo me faz bem ou me mantém preso?"

Refletir sobre isso pode ser o primeiro passo para relações mais conscientes.

Me conta nos comentários: você acredita que as pessoas conseguem perceber essa diferença com facilidade?





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