Bemglô Consumo Consciente e com propósito. Conheça a loja do bem da Gloria Pires! Bem-vindes a essa união, que gostamos de chamar carinhosamente de Rede do Bem.

A Bemglô é uma plataforma colaborativa que compartilha produtos que contam a história de quem faz, com afeto, proximidade e impacto positivo. Esta rede tem como objetivo conectar talentos, semeando ciclos que se alimentam de criatividade e saberes ancestrais, oferecendo produtos dentro da filosofia do Comércio Justo, isto é, contribuir para um caminho de desenvolvimento mais sustentável! Nossa his

tória nasce e cresce a partir de bons relacionamentos, por isso, acreditamos que quando consumimos algo, com ele vem a história e valores de quem fez até chegar em nossas mãos, prezando pela economia criativa e o consumo consciente. Vamos juntes?

22/06/2026

A Nação Zumbi ajudou a apresentar o manguebeat para o Brasil, levando a força de um movimento cultural que nasceu em Pernambuco e marcou a música brasileira.

Agora, a banda celebra os 30 anos de Afrociberdelia, álbum que segue inspirando artistas e atravessando gerações.

Fonte: .

21/06/2026
19/06/2026

Em meio à caatinga do Nordeste brasileiro vive o povo indígena Fulni-ô, guardião de uma das culturas mais preservadas do país.

Localizados no agreste de Pernambuco, os Fulni-ô mantêm viva a língua Yaathê, um dos maiores símbolos de resistência de seu povo após séculos de colonização. Atualmente, são um dos poucos povos indígenas do Nordeste que continuam falando sua língua originária.

Sua cultura se expressa nas danças tradicionais, como a Cafurna e o Toré, no artesanato produzido com o coqueiro ouricuri e nas pinturas corporais inspiradas na fauna da região.

Ao longo do ano, os Fulni-ô realizam retiros e práticas espirituais no Ouricuri, uma área de mata sagrada onde preservam conhecimentos, costumes e tradições ancestrais transmitidos entre gerações.

Mesmo enfrentando pressões territoriais causadas pela expansão urbana de Águas Belas, os Fulni-ô seguem fortalecendo sua língua, seus saberes e sua relação com a terra.

Fontes: , e

18/06/2026

O Brasil é tão vasto que uma tradição profundamente conhecida em uma região pode ser completamente desconhecida em outra. E talvez essa seja uma das maiores riquezas de um país com dimensões continentais: a quantidade de saberes, histórias, celebrações e manifestações culturais que seguem vivos, muitas vezes longe dos holofotes.

No vídeo publicado por , conhecemos um pouco da Encantaria maranhense, tradição presente em manifestações como o Tambor de Mina e o Terecô. Nele aparece Dona Dindinha, que carrega o encantado Rouxinol e entoa uma de suas doutrinas, as cantigas por meio das quais os encantados revelam suas características, suas histórias e os caminhos por onde transitam.

""Eu sou forte como o vento
Sou pesado como as águas
Sou eu, Rouxinol
Ando pela madrugada""

Mais do que uma canção, essa é uma doutrina de Encantaria, parte de um patrimônio cultural e espiritual transmitido entre gerações.

Conhecer manifestações como essa é também reconhecer a profundidade da cultura brasileira. Um país que guarda incontáveis memórias, crenças, tradições e formas de compreender o mundo, muitas delas ainda pouco conhecidas fora de seus territórios de origem.

Viva a Encantaria maranhense, seus mistérios, seus saberes e as pessoas que mantêm essa herança viva.

Vídeo:

Grande Sertão: Veredas, publicado em 1956, é um romance de João Guimarães Rosa que ocupa um lugar central na literatura ...
17/06/2026

Grande Sertão: Veredas, publicado em 1956, é um romance de João Guimarães Rosa que ocupa um lugar central na literatura brasileira.

Ao acompanhar as memórias de Riobaldo e sua relação com Diadorim, o leitor encontra um sertão repleto de conflitos, afetos, dúvidas e reflexões sobre a vida, o destino e a condição humana.

Médico, diplomata e profundo estudioso da cultura popular brasileira, Guimarães Rosa transformou os falares, as paisagens e os modos de viver do interior do Brasil em uma obra que atravessou fronteiras, foi traduzida para diversos idiomas e segue sendo lida em todo o mundo.

Ler Grande Sertão: Veredas é também descobrir a força da nossa literatura, capaz de criar universos inteiros a partir das vozes, memórias e histórias que nascem no Brasil.

A fome infantil no Brasil caiu quase 30% em um ano, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social ...
16/06/2026

A fome infantil no Brasil caiu quase 30% em um ano, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS).

Em 2023, cerca de 2,5 milhões de crianças e adolescentes viviam em domicílios com insegurança alimentar grave. Em 2024, esse número caiu para 1,8 milhão, o menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2004.

Os dados também apontam avanços no acompanhamento nutricional. Entre 2022 e 2025, o número de crianças menores de cinco anos monitoradas na Atenção Primária à Saúde passou de 6,2 milhões para 7,9 milhões. No mesmo período, a magreza acentuada caiu de 2,8% para 1,8%, e a obesidade infantil de 6,4% para 5,7%.

A alimentação escolar também mostrou impacto importante. Em 2024, a insegurança alimentar moderada ou grave atingia 8% das crianças e adolescentes que frequentavam creches e escolas, contra 16% entre aqueles que não frequentavam.

Os números reforçam a importância de políticas públicas voltadas ao acesso à renda, à alimentação, à saúde e à educação para garantir melhores condições de desenvolvimento na infância.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) e IBGE.
Foto: Sérgio Amaral / MDS.

15/06/2026

Dica Bemglô: o encontro promovido pela , três grandes pensadores compartilham reflexões profundas sobre memória, origem, território e vida a partir de um elemento que conecta todos os seres: a água.

Ao longo do vídeo, , e nos convidam a enxergar a água para além do recurso natural. Ela aparece como princípio, caminho, ancestralidade e presença constante nas relações entre pessoas, territórios e espiritualidades.

É uma conversa que atravessa diferentes saberes e amplia nossa compreensão sobre o mundo que habitamos.

Reserve um tempo para assistir ao vídeo completo. Algumas reflexões merecem ser ouvidas sem pressa.

O primeiro capítulo do Ciclo das Águas está disponível no canal da no YouTube.

À primeira vista, muita gente acha que ele é uma raposa de pernas compridas. Outros juram que é um lobo.Mas o lobo-guará...
14/06/2026

À primeira vista, muita gente acha que ele é uma raposa de pernas compridas. Outros juram que é um lobo.

Mas o lobo-guará é uma espécie única da fauna brasileira.

Encontrado principalmente no Cerrado, ele desempenha um papel importante na manutenção dos ecossistemas. Além de caçador, também é um grande dispersor de sementes, especialmente da lobeira, fruta que faz parte da sua alimentação e ajuda a regenerar áreas naturais.

Discreto, solitário e dono de uma aparência inconfundível, o lobo-guará é um dos símbolos da biodiversidade brasileira e reforça a importância de proteger os biomas onde ainda encontra abrigo.

Você acertou a resposta antes da última lâmina? Conte pra gente nos comentários.

Fotos: Jonathan Wilkins // Aguará // Carlos Siqueira

Nem toda peça antiga sobreviveu porque foi guardada com cuidado.Muitas sobreviveram porque foram produzidas para durar.O...
11/06/2026

Nem toda peça antiga sobreviveu porque foi guardada com cuidado.

Muitas sobreviveram porque foram produzidas para durar.

Os detalhes mostrados neste carrossel ajudam a entender uma mudança silenciosa que aconteceu na indústria da moda nas últimas décadas: tecidos mais resistentes deram lugar a materiais mais frágeis, acabamentos complexos foram simplificados e a lógica da durabilidade foi substituída pela velocidade.

É justamente nesse contexto que o movimento slow fashion ganha força.

Mais do que comprar menos, ele propõe uma relação diferente com o que vestimos. Uma relação baseada em qualidade, reparo, permanência e consciência sobre quem faz nossas roupas e como elas são produzidas.

Toda peça carrega matéria-prima, trabalho, água, energia e tempo.

Quando escolhemos algo feito para durar, também escolhemos desacelerar um sistema que incentiva o descarte constante.

E você?

Qual é a peça mais antiga que ainda faz parte da sua vida?

Os rios da Amazônia não transportam apenas pessoas e alimentos. Eles também carregam histórias, saberes, tradições e for...
09/06/2026

Os rios da Amazônia não transportam apenas pessoas e alimentos. Eles também carregam histórias, saberes, tradições e formas únicas de viver.

Agora, a cultura ribeirinha passa a ser oficialmente reconhecida como patrimônio do Pará. A nova lei estadual cria uma política voltada à valorização e preservação das manifestações culturais, econômicas e tradicionais das comunidades que vivem às margens dos rios amazônicos.

A legislação reconhece a importância dos povos ribeirinhos na construção da identidade paraense e prevê ações para registrar tradições, proteger patrimônios culturais, incentivar festivais, feiras, oficinas e fortalecer a transmissão de conhecimentos entre gerações.

Em um território moldado pelas águas, preservar a cultura ribeirinha também é preservar a memória, a diversidade e a relação profunda entre as pessoas e a floresta.

Fonte: G1 Pará.
Foto: Raphael Medeiros / Centro de Empreendedorismo da Amazônia

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