Loja Maçônica Estrela da Paz

Loja Maçônica Estrela da Paz A.'.R.'.L.'.S.'. Estrela da Paz nº 2696
Fundada em 03 de Março de 1993 E.'.V.'. Federada ao GOB e

20/06/2022
15/12/2021

Cumpre-me o doloroso dever de comunicar o falecimento do meu irmão José Pedro por insuficiência cardíaco aos seus 72 anos de vida (*27/07/1949). Deixa os filhos Cristiano, Luciano, Pedro César, Marco Antônio e Carlo Felipe. Os netos Matheus, Felipe Renata e Manuela.

22/05/2021

Dia 29 de Maio o Ir. Enio completa 25 anos de maçonaria e de Loja Estrela da Paz. Parabéns Mano.

10/03/2021

Da Caverna a Marte

Um longo tempo decorrido,
Da caverna a roda,
Da roda a engrenagem,
Da engrenagem a mecânica,

Da mecânica a indústria,
Da indústria a nave espacial,
Do veículo a Lua,
Da lua a Marte.

Foi uma curta viagem interplanetária,
Para o homem deixar de ser incluso,
Para ser sapiente fusionista secular.
Assim evolui a espécie humana.

Chico Luz

13/06/2020

A morte do menino Muguel.

A morte do menino Miguel nos leva a desvendar um quadro multifacetado, social, racial, econômico, político, em fim, antropológico.

1. Ha uma inversão de valores a primeira vista.

2. O razoável seria a empregada fazer os afazeres domésticos e a patroa sair com seu cão habitualmente.

3. Já que a empregada vai sair com o cachorro, porque não levar seu filho nesta empreitada tão lúdica para a criança.

4. A patroa tão inexperiente nos seus dois anos matrimoniais, não domina a liderança quer seja com a criança como com a empregada.

5. A ascendência da patroa esbarra no conceito de empregadora, uma vez que quem paga o salário é a Prefeitura onde o patrão é prefeito da Cidade.

6. A responsabilidade inerente a uma adulta contradiz pelo comportamento, não só em deixar uma criança de cinco anos sozinho no elevador como incentivou apertando o botão de subida para a cobertura do edifício onde ela mora.

7. A responsabilidade pelo incapaz é toda da patroa que assumiu a guarda da criança perante a mãe que teve a tarefa de cuidar do cachorro.

8. Há resquícios de racismo da patroa, branca, loura, em cuidar da criança negra, filha da sua empregada.

9. Como primeira-dama Municipal não quis se rebaixar a uma tarefa pet.

10. A localização do prédio onde mora, a sua área esportiva e social, justificou o arbitramento em R$ 20.000,00 (vinte mil reais), pelo delegado a título de fiança para responder o processo em liberdade.

Todas essas nuances levam cada um de nós, incomodado com a questão policial, julgar a seu juízo o comportamento da patroa.

Chico Luz.

09/06/2020

A morte do menino Miguel nos leva a desvendar um quadro multifacetado, social, racial, econômico, político, em fim, antropológico.
Uma inversão de valores a primeira vista.

1. O razoável seria a empregada fazer os afazeres domésticos e a patroa sair com seu cão habitualmente.

2. Já que a empregada vai sair com o cachorro, porque não levar seu filho nesta empreitada tão lúdica para a criança.

3. A patroa tão inexperiente nos seus dois anos matrimoniais, não domina a liderança quer seja com a criança como com a empregada.

4. A ascendência da patroa, esbarra no conceito de empregadora, uma vez que quem paga o salário é a Prefeitura onde o patrão é prefeito da Cidade.

5. A responsabilidade inerente a uma adulta, contradiz pelo comportamento, não só em deixar uma criança de cinco anos sozinho no elevador como incentivou apertando o botão de subida para a cobertura do edifício onde ela mora.

6. A responsabilidade pelo incapaz é toda da patroa que assumiu a guarda da criança perante a mãe que teve a tarefa de cuidar do cachorro.

7. Há resquícios de racismo da patroa, branca, loura, em cuidar da criança negra, filha da sua empregada.

8. Como primeira-dama Municipal não quis se rebaixar a uma tarefa pet.

9. A localização do prédio onde mora, a sua área esportiva e social, justificou o arbitramento em R$ 20.000,00 (vinte mil reais), pelo delegado a título de fiança para responder o processo em liberdade.

Todas essas nuances levam cada um de nós, incomodado com a questão policial, julgar a seu juízo o comportamento da patroa.

Chico Luz.

23/10/2018
13/08/2017

Pai!

É aquela pessoa que é apaixonada pela esposa,
E que do fruto deste amor, gera o filho
Para a vida, em plenitude e realização.

Meu pai é um herói que lutou nas dificuldades,
Que me orientou, ensinou, investiu em mim,
Para que eu fosse melhor do que ele foi.

Hoje sou pai também como ele foi pelos filhos,
Meus filhos, minhas alegrias e preocupações,
Deram-me netos como fui pro pai do meu pai.

O comercio instituiu o Dia dos Pais,
Para os filhos agradecerem a sua dedicação,
Lembrando que existe O Pai Celeste.

Que nos ama e nos protege antes de pedirmos
Porque ele nos vê e nos guarda e preveem
Todas as nossas necessidades que carecemos.

Chico Luz

22/07/2017

ELIZA CRUZ

Querida Eliza, tia, mãe e avó!
Centenária mulher portuguesa,
Tal qual aparição de Nossa Senhora,
Na Cova da Iria em Fátima!

Aqui aportou para sua descendência,
Ter filhos, genro, nora e netos,
Os ensinando, educando, protegendo,
Com sabedoria e tradição transmontana.

Sua energia, vivacidade e lucidez,
A todos nós contagia de felicidade.
A sua companhia é porto seguro.
Sua vida nos ensina à contemplação.

Sua riqueza esta na saúde e caridade.
Graças a Oficina de Santa Rita,
Pode ser generosa com as crianças,
Vestir o nu, agasalhar os desabrigados.

Sua Alma brilha em seus olhos,
Ilumina os nossos caminhos,
Protege-nos com as suas orações.
Parabéns pelo seu centenário.

Chico Luz

06/03/2017

VM
Ir 1º Vig
Ir 2º Vig
MM IIst
MM IIr

S
F U

O XADREZ & A MAÇONARIA

A semelhança entre o Jogo de Xadrez e a Maçonaria é tão curiosa que vale a pena compara-la.
O desafio entre duas dinastias, representadas pelas pedras branca e preta, diz bem de perto da luta do bem contra o mal, quando o maçom constrói Templos às virtudes e masmorras ao vicio.
O tabuleiro quadriculado representa a vitória ou a derrota, também nos lembra o mosaico do piso da Loja, com seus ladrilhos branco e preto, que nos dizem respeito às dualidades da vida; ser ou não ser, isto é, o dia e a noite; o frio e o quente; o bem e o mal; o bônus ou o ônus, água ou fogo; terra ou ar, etc...
As peças do jogo de xadrez representam uma hierarquia da dinastia, que mal comparando, fazem lembrar na Maçonaria as dignidades e os irmãos em geral.
Assim como as fortif**ações palacianas guarneciam os arqueiros que podiam avistar de longe seus inimigos através das Torres, tanto no jogo, como também na Maçonaria, encontramos suas representações nas figuras dos IIr VVig, que vigiam seus IIr nas CCol do Norte e do Sul.
Os cavalos, que eram utilizados nas artilharias bem como na administração da monarquia, mal comparando, nos lembram as dignidades dos IIr Or e Secr, que defendem a Lei e registram a história da maçonaria.
Os Bispos, que são os representantes do GADU, transmitindo sua palavra aos súditos e plebeus, são as autoridades mais próximas do Rei, estão aqui representados pelos DDiac, portadores da Palavra Sagrada. E o Rei, é, sem duvida, o VM, entronizando no Bastião de Salomão.
A Rainha, que nada tem haver com os nossos Augustos Trabalhos, mas, se abstrairmos da sua realeza ao seu poder coadjuvante, poderemos compara-la às funções do M CCer, se considerarmos à sua liberdade de locomoção no tabuleiro, quer seja na horizontal, vertical, diagonal e em quantas casas queira se locomover.
Mas, o mais interessante das representações, está nos peões, que são os nossos AApr e CComp, pois se chegarem ao fim do tabuleiro, poderão recuperara os personagens que melhor lhes os aprouverem, trocando de peça, ou seja, serão não só exaltados, como investidos nos cargos de Dignidades ou de Oficiais, passando antes, no caminho, o Aprendiz pela elevação de Companheiro ao comerem alguma pedra, até serem no final exaltados a M, pela recuperação daquela pedra perdida.
Além destes três graus simbólicos, podemos aferir a existência de mais trinta graus filosóficos, isto é, para se chegar ao grau trinta e três é preciso passar pelos trinta e dois representados pelas quatro carreiras de oito casas que é a metade do tabuleiro.
Ainda neste mosaico, podemos dividi-lo na latitude em duas CCol as do N e do S; e na longitudinal, passando pelo meridiano das dinastias encontraremos Or, perfazendo, assim, os pontos Cardeais da orientação polar.
A iniciação é o primeiro desafio do neófito tal qual é para os iniciantes do jogo, ao mexer a primeira pedra. O peão, que é o Apr, é quem faz toda a evolução, tanto do jogo como sua vida maçônica.
A vitória esta no propósito de obter um lugar no pódio daqueles que venceram suas paixões, submeteram suas vontades e fizeram novos progressos na Maçonaria.
O Cheque Mate, não é um fim em si mesmo, mas é o fim dos seus vícios, na intolerância, na materialidade quem veio do pó e nele se voltará, é a luta pelo desprendimento, matéria do espírito.
É a chegada ao Or Eterno. E, como ciclo da vida, encontraremos nesta despedida a mesma que encontramos inicialmente na Câmara das Reflexões.
Portanto, se o Cheque Mate, é para o em xadrezista, o fim de uma dinastia, e para ela, o fim do poder. Para nós, maçom, é a vitória de nossas vicissitudes do mal para com o bem.
Em fim, tanto o Jogo de Xadrez como a vivencia maçônica, são os meios representativos de uma condição, antes e depois, do confronto com o poder físico-espiritual de nosso reinado.

ORde S Paulo, 13 de Fevereiro de 2008

MIJose Francisco Ferraz Luz 
CIM 186.479

01/02/2017

V M
Ir 1º Vig
Ir 2º Vig
Autoridades Presentes
Queridos e Amados IIr

OS TREZENTOS ANOS DA MAÇONARIA

Comemorando os 300 anos da Maçonaria, trago apara nossa reflexão uma obra prima do Pe. Vieira, que antecede a fundação da Maçonaria Especulativa do século XVIII, que ora celebramos por ocasião do tri centenário da sua organização.
Como todos sabem Pe. Antônio Vieira, um lisboeta, Jesuíta, faleceu no Brasil aos 89 anos em Salvador. Como missionário, defendeu os Judeus e a abolição da escravatura, e a convicção religiosa perseguida pela inquisição.
Esse seu caráter de liberdade e de igualdade já o reconhecemos como tal entre os opressores, os de livre pensamento, como o de Descarte, que inaugurou o racionalismo, marcando Idade Moderna.
Assim pensando, disse certa vez numa de suas homilias, a respeito da construção do homem, comparando-o com a lapidação da pedra bruta, com esse pensamento:
“-Todos os sentidos do homem têm um só ofício, só os olhos têm dois.
O ouvido ouve, o gosto gosta, o olfato cheira, o tato apalpa, só os olhos têm dois ofícios: ver e chorar. [...]
Arranca o estatutário uma pedra destas montanhas, tosca, bruta, dura, informe; e depois que desbastou o mais grosso, toma o maço e o cinzel na mão e começa a formar um homem: primeiro, membro a membro e, depois, feição por feição, até a mais miúda. Ondeia-lhe os cabelos, alisa-lhe a testa, rasga-lhe os olhos, afila-lhe o nariz, abre-lhe a boca, torneia-lhe o pescoço, estende-lhe os braços, espalma-lhe as mãos, divide-lhe os dedos, lança-lhe os vestidos. Aqui desprega, ali arruga, acolá recama. E f**a um homem perfeito, e talvez um santo que se pode pôr no altar.
Não fez Deus o céu em xadrez de estrelas como os pregradores fazem o sermão em xadrez de palavras. Se de uma parte está branco, da outra há de estar negro; se de uma parte está dia, da outra há de estar noite; se de uma parte dizem luz, da outra hão de dizer sombra; se de uma parte dizem desceu, das outras há de dizer subiu. Basta que não havemos de ver um sermão duas palavras em paz? Todas hão de estar sempre em fronteira com o sue contrário? Aprendamos do céu o estilo da disposição, e também o das palavras. Como hão de ser as palavras? Como as estrelas. As estrelas são muito distintas e muito claras. Assim há de ser o estilo da pregação, muito distinto e muito claro. E nem por isso temais que pareça o estilo baixo; as estrelas são muito distintas em muito claras e altíssimas. O estilo pode ser muito claro e muito alto; tão claro que o entendam os que não sabem e tão alto que tenham muito que entender os que sabem.”
Não há duvida no expressar de Vieira, que ele não seja um Maçom nato, muito antes da existência da Maçonaria especulativa, que só surgiria nos idos de 1717, que hoje comemoramos os seus trezentos anos de existência.

Or de São Paulo, 1º de Fevereiro de 2.017 E V
José Francisco Ferraz Luz M I
CIM 186.479

15/11/2016

PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

Derrubado o Governo Imperial
Pelo golpe militar republicano,
Marechal Deodoro da Fonseca
Assumiu a Presidência da República.

Deposto o Imperador, espoliado,
Deportado, humilhado, resigna.
O próprio da Casa de Orleães Bragança,
Torna-se coisa pública, a res pública.

A cultura da espoliação começou,
Não souberam interrompe-la até hoje!
Cada governo vazio sai cheio de pecúlio.
É instituído o peculato como “virtude”.

A história esta aí a nos contar,
Sem partidarismo, o caos da Pátria
Desordenada, empobrecido, decadente.

Chico Luz

Endereço

Rua Doutor Ulísses
São Paulo, SP
04126-040

Horário de Funcionamento

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