15/10/2019
No último fim de semana. 12 e 13 de outubro, aconteceu em Mogi das Cruzes, o Encontro das Pretas da Uneafro. O encontro, que reuniu 50 mulheres negras, entre estudantes, professoras e coordenadoras dos núcleos da Uneafro, finalizou as ações do Circuladô de Oyá em 2019.
As oficinas aconteceram com a contribuição de Joice Aziza, falando de "Identidade e autocuidado"; Mayra Ribeiro, com a oficina "Politizando Beyonce" e Bianca Santana, com a "Oficina de escrita". Para encerrar e encantar a noite de sábado, o grupo Feitiço de Mulher trouxe no seu repertório o samba de mulheres negras.
O cuidado com as crianças, para que as mães pudessem participar das oficinas, ficou com as maravilhosas Mariana Torres e Juliana Lima; a alimentação ficou por conta da Cozinha da Dona Jô (D. Josilma Rodrigues e equipe) e o registro do encontro por conta de Talita Andrade (Lentes Rosa).
"Nós, mulheres pretas da UNEAFRO-RJ consideramos o Encontro do Circuladô de Oyá muito potente e transformador. O fato de estarmos com outras mulheres negras e poder ouvir, ler e trocar experiências nos deixou muito mais forte. Além de ver como o movimento contribui efetivamente para o pertencimento racial e de classe, percebido através da fala das alunas.
Saber que não estamos sozinhas e que caminhamos juntas nos fortalecendo.
É agradecendo as nossas mais velhas e encaminhando as mais novas para que nossa resistência continue. Estaremos juntas para matar preconceito com as forcas dos ventos de Oyá." - Vanessa Vicente, Giseli de Matos, Carol Lopes e Mayah Prado.
"Uma conexão com nossa história de resistência, fortalecimento e amor, foi o encontro das pretas da Uneafro, encontro marcado por historias de vida que se encontram na margem de sobrevivência ao sistema ra***ta e machista, contribuindo para formação de meninas que se espelham e se fortalecem na luta. Falar do Circuladô de Oyá é falar de uma memória africana viva. Podemos dizer que há uma geração de mulheres negras trabalhando, escrevendo, praticando, uma geração que, carrega quem antes veio e erradia forças vislumbrando uma continuidade sem fim." Luana Vieira, coordenadora do núcleo Uneafro Disciplina Jardim Miriam, zona sul de SP.
No último fim de semana. 12 e 13 de outubro, aconteceu em Mogi das Cruzes, o Encontro das Pretas da Uneafro. O encontro, que reuniu 50 mulheres negras, entre estudantes, professoras e coordenadoras dos núcleos da Uneafro, finalizou as ações do Circuladô de Oyá em 2019.
As oficinas aconteceram com a contribuição de Joice Aziza, falando de "Identidade e autocuidado"; Mayra Ribeiro, com a oficina "Politizando Beyonce" e Bianca Santana, com a "Oficina de escrita". Para encerrar e encantar a noite de sábado, o grupo Feitiço de Mulher trouxe no seu repertório o samba de mulheres negras.
O cuidado com as crianças, para que as mães pudessem participar das oficinas, ficou com as maravilhosas Mariana Torres e Juliana Lima; a alimentação ficou por conta da Cozinha da Dona Jô (D. Josilma Rodrigues e equipe) e o registro do encontro por conta de Talita Andrade (Lentes Rosa).
"Nós, mulheres pretas da UNEAFRO-RJ consideramos o Encontro do Circuladô de Oyá muito potente e transformador. O fato de estarmos com outras mulheres negras e poder ouvir, ler e trocar experiências nos deixou muito mais forte. Além de ver como o movimento contribui efetivamente para o pertencimento racial e de classe, percebido através da fala das alunas.
Saber que não estamos sozinhas e que caminhamos juntas nos fortalecendo.
É agradecendo as nossas mais velhas e encaminhando as mais novas para que nossa resistência continue. Estaremos juntas para matar preconceito com as forcas dos ventos de Oyá." - Vanessa Vicente, Giseli de Matos, Carol Lopes e Mayah Prado.
"Uma conexão com nossa história de resistência, fortalecimento e amor, foi o encontro das pretas da Uneafro, encontro marcado por historias de vida que se encontram na margem de sobrevivência ao sistema ra***ta e machista, contribuindo para formação de meninas que se espelham e se fortalecem na luta. Falar do Circuladô de Oyá é falar de uma memória africana viva. Podemos dizer que há uma geração de mulheres negras trabalhando, escrevendo, praticando, uma geração que, carrega quem antes veio e erradia forças vislumbrando uma continuidade sem fim." Luana Vieira, coordenadora do núcleo Uneafro Disciplina Jardim Miriam, zona sul de SP.