Black Star USJT

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Encerrando a atividade da página e da agência com a foto tirada de nossos membros: Mariana Molino, Vitor Hugo, Beatriz S...
10/12/2018

Encerrando a atividade da página e da agência com a foto tirada de nossos membros: Mariana Molino, Vitor Hugo, Beatriz Stroeder, Fernanda Vollstedt e Murillo Laurentino, acompanhados de nossos modelos: Giovanna Zanchetto, Yuri Nascimento, Giovana Pereira, Yasmim Fiorentine e Larissa Evaldt. Sendo todos pessoas que tornaram isso possível e fizeram por onde o nosso projeto semestral acontecer.

Esperamos que a androginia difundida por nossa agência tenha sido representada de uma forma fidedigna e respeitosa.

Agradecemos a todos que puderam comparecer e prestigiar o nosso trabalho!

Um adeus, da agência Black⚡️Star!

Dois de nossos modelos, que desfilaram difundindo o estilo da androginia: Kaynã Michelin e Yuri Nascimento. 📷 Fotografia...
01/12/2018

Dois de nossos modelos, que desfilaram difundindo o estilo da androginia: Kaynã Michelin e Yuri Nascimento.

📷 Fotografia por Vitor Hugo Zanchetto

Nesta última terça-feira, 27, a agência Black⚡Star, em conjunto das outras agências do curso de Comunicação Social, sediou o desfile de moda da USJT, com a difusão dos subtemas de todas as agências. O projeto semestral foi um sucesso, com todas as agências atingindo o seu objetivo e conseguindo repassar o seu subtema ao público. Agradecemos a todos pela presença e por terem feito isso possível!

Duas de nossas modelos, que desfilaram difundindo o estilo da androginia: Larissa Evaldt e Giovanna Zanchetto.📷 Fotograf...
01/12/2018

Duas de nossas modelos, que desfilaram difundindo o estilo da androginia: Larissa Evaldt e Giovanna Zanchetto.

📷 Fotografia por Vitor Hugo Zanchetto

Nesta última terça-feira, 27, a agência Black⚡️Star, em conjunto das outras agências do curso de Comunicação Social, sediou o desfile de moda da USJT, com a difusão dos subtemas de todas as agências. O projeto semestral foi um sucesso, com todas as agências atingindo o seu objetivo e conseguindo repassar o seu subtema ao público. Agradecemos a todos pela presença e por terem feito isso possível!

UM BREVE RELATÓRIOO evento de moda, sediado na Universidade São Judas Tadeu - Campus Mooca, nos trouxe experiências e vi...
30/11/2018

UM BREVE RELATÓRIO

O evento de moda, sediado na Universidade São Judas Tadeu - Campus Mooca, nos trouxe experiências e vivências de como é uma agência. No pré evento, tivemos a oportunidade de observar toda a montagem dos equipamentos de iluminação, som e passarela, tivemos, também, um pequeno problema técnico em relação ao som, pois nossa música não estava nos arquivos, porém o problema foi resolvido. Além das questões técnicas, a única preocupação era a chegada dos modelos, arrumar as roupas e a maquiagem.
Durante o evento, houve uma divisão do grupo, onde uns foram pra parte de fotografia e filmagem, e outros para o backstage, para a organização de entrada dos modelos.
Ao final do evento obtivemos o esperado, o trabalho que foi planejado foi concluído com sucesso, procuramos, sobretudo, tirar ainda mais fotos dos modelos e gravar entrevistas. Seguimos desde do inicio o mesmo subtema, não precisando ter um desgaste de pensar em outro, elaboramos um cronograma de postagens, que tinha dia específico para cada rede social, nas quais cada uma tinha um integrante responsável, assim cada rede social tinha um foco sempre diferenciado. De plano inicial tínhamos inúmeros artistas em mente até surgir o pensamento de postar todos, entretanto com tempo curto e a necessidade de comentar sobre a androginia em aspectos como a mitologia, psicologia, moda e beleza, enxugamos os artistas, procurando trabalhar com os mais icônicos. Fora as atualizações de calendários passada pelos professores.
Os resultados obtidos foram a propagação da androginia, com maior entendimento do público que atingimos, além do conhecimento de novos artistas.
Podemos concluir que os métodos de ações foram as redes sociais como fonte de informação e disseminação do nosso projeto, a ação de atribuir a cada rede social uma função de informação fez com que o público interessado interagisse nas redes. O uso da semana do conhecimento ajudou a deixar mais claro a ideia que queríamos passar e mostrar a diversidade da androginia. Em homenagem ao nosso inspirador do tema, David Bowie, ele ganhou uma semana inspirada em sua vida e sua carreira, assim encerrando nossos conteúdos programados.
As dificuldades encontradas são as que qualquer grupo encontra em seu caminho, divergência de opinião e desentendimentos, nada que afetasse o trabalho em si, visto que o grupo trabalhou em sincronia e atingiu os desafios e as metas propostas

22/11/2018

Conhece a mitologia por trás da Androginia? Nosso grupo decidiu repassar e difundir esse conto pra vocês!

Vídeo completo já disponível na nossa página do YouTube.
Segue o link: https://youtu.be/IXTFeE7zFA0

A agência Black⚡Star convida todos à prestigiarem o desfile de moda que acontecerá na Universidade São Judas Tadeu, no c...
08/11/2018

A agência Black⚡Star convida todos à prestigiarem o desfile de moda que acontecerá na Universidade São Judas Tadeu, no campus Mooca!

O evento acontecerá no dia 27/11/2018 e contará com o desfile de todas as agências do curso de Comunicação Social. Venham assistir!!

➡️ Rua Taquari, 546 - Mooca, São Paulo - SP, 03166-000

Semana Bowie [3/3]Próximo da virada do século, em 1999, Bowie compôs a trilha sonora de um jogo de computadores chamado ...
03/11/2018

Semana Bowie [3/3]

Próximo da virada do século, em 1999, Bowie compôs a trilha sonora de um jogo de computadores chamado “Omikron”, jogo o qual ele e sua esposa Iman tiveram a participação como personagens. O vigésimo primeiro álbum de Bowie, “Hours...”, lançado neste mesmo ano, continha algumas das músicas utilizadas como trilha sonora no jogo. Nesse ano, sua mulher Iman estava grávida. Na virada do século, em 2000, ele iniciou um álbum que viria a se chamar “Toy”, com versões remasterizadas e alteradas de algumas de suas primeiras canções e mais três novas músicas, porém, sobretudo, o projeto nunca foi lançado devido a novas produções que surgiram à Bowie. Sua filha com Iman, Alexandria Zahra Jones, nasceu em 15 de agosto de 2000 e se encontra atualmente com 18 anos de idade. Em outubro de 2001, Bowie abriu o “Concerto para a Cidade de Nova Iorque”, evento de caridade em benefício às vítimas dos Ataques de 11 de setembro. Em 2002, Bowie lançara seu aclamado álbum “Heathen”, como resposta aos ataques do ano passado. O terrível acontecimento inspirou a criação e o desenvolvimento desse álbum considerado “sombrio”, porém ainda assim ele foi bastante aclamado e elogiado pela crítica. Em 2003, lançou “Reality”, disco com humor e melancolia, que reflete sobre toda sua carreira. O álbum foi um dos mais bem recebidos de sua carreira desde “Scary Monsters”.
Em 2004, enquanto se apresentava no palco do “Hurricane Festival” em Scheeßel, Alemanha, Bowie sentiu fortes dores no peito e a sua apresentação foi interrompida. Posteriormente, no hospital, foi diagnosticada uma séria obstrução numa artéria e Bowie passou por uma angioplastia de emergência em Hamburgo. Recuperado da cirurgia cardíaca, Bowie diminuiu sua produção musical pela primeira vez em vários anos, cuidando de si mesmo e de sua família. Posteriormente, foi dito, que de fato Bowie havia se aposentado, apesar de nos anos seguintes ainda fazer aparições em alguns eventos da música e de caridade.
Bowie foi premiado com o “Grammy Lifetime Achievement Award”, em 8 de fevereiro de 2006, premiação a qual só é concedida a "músicos que, durante suas vidas, deram contribuições criativas de importância artística excepcional no campo da gravação." Em abril, Bowie anunciou que estava dando um tempo de turnês e discos e em 29 de maio, contudo, fez uma aparição surpresa no concerto de David Gilmour no Royal Albert Hall de Londres. O evento foi filmado e, logo em seguida, foi lançada uma seleção das canções em que ele participou. Sua última apresentação nos palcos se deu em novembro do mesmo ano, quando cantou ao lado de Alicia Keys no Black Hall (evento beneficente de Nova Iorque para a organização “Keep a Child Alive”).
Em 8 de janeiro de 2013 (em seu sexagésimo sexto aniversário), o site oficial de Bowie anunciou um novo projeto, chamado “The Next Day”. A obra foi lançada em 11 março do mesmo ano em todo o mundo, exceto na Austrália (8 de março) e Estados Unidos (12 de março). “The Next Day” estreou na primeira posição da UK Albums Chart, melhor posição desde” Black Tie White Noise”, de 1993, se tornando o álbum mais vendido de 2013. Em 2014, foi divulgado o futuro lançamento de uma coletânea, chamada “Nothing Has Changed”, para novembro. O disco conteve hits dos cinquenta anos de carreira do cantor, incluindo o single inédito de "Sue (Or in a Season of Crime)", acompanhado por outra nova faixa, "'Tis a Pity She Was a W***e".
Em agosto de 2015, foi anunciado que Bowie estaria compondo músicas para um musical da Broadway, baseado no desenho animado do Bob Esponja. David escreveu e gravou a faixa-título da série de televisão americana “The Last Panthers”, que foi ao ar em novembro do mesmo ano. Ainda em novembro, esta música foi lançada como single e videoclipe e faixa-título do álbum “Blackstar”, cujo lançamento foi programado para janeiro de 2016, e segundo o The Times: "Blackstar pode ser o trabalho mais triste já realizado por David Bowie".
O álbum “Blackstar” foi lançado em 8 de janeiro de 2016, no sexagésimo nono aniversário de Bowie, e recebeu aclamação imediata da crítica. Após a morte de David em 10 de janeiro (2 dias após o lançamento do álbum), o produtor Tony Visconti revelou que Bowie planejou o álbum para ser seu “canto do cisne”, e um "presente de despedida" para seus fãs antes de morrer. Posteriormente, jornalistas, fãs e críticos notaram que a morte é tema iminente em várias das letras do álbum. A CNN observou que Blackstar "revela um homem de braços abertos com sua própria mortalidade". Visconti afirmou, mais tarde, que David Bowie planejava um álbum pós-Blackstar. O cantor escreveu e gravou demos de cinco novas músicas em suas últimas semanas de vida, sugerindo que Bowie pensava ter mais alguns meses de vida. Na semana de sua morte, as vendas e visualizações de clipes e músicas dispararam. Na Vevo's, Bowie tornou-se o artista mais visualizado em um único dia. Nove álbuns do artista entraram para a “UK Top 100 Albums Official Charts Chart” e trinta singles entraram na “UK Top 100 Singles Official Charts Chart”.

A morte de uma lenda
Na noite do dia 10 de janeiro de 2016, dois dias após o lançamento do álbum Blackstar e do seu 69º aniversário, Bowie morreu em seu apartamento, vítima de um câncer de fígado. Bowie fora diagnosticado com a doença cerca de 18 meses antes, porém havia optado não anunciar o seu estado de saúde ao público. Durante uma entrevista, Tony Visconti, produtor musical de Bowie, disse:
“Ele sempre fez o que quis. E ele queria fazer as coisas do jeito dele, e da melhor maneira possível. Sua morte não foi diferente de sua vida - uma obra de arte. Ele fez Blackstar para nós, é o seu presente final. Eu sabia por um ano que isso aconteceria desse jeito. Não estava, entretanto, preparado. Ele era um homem extraordinário, cheio de amor e vida. Ele sempre estará conosco. Por ora, é apropriado chorar.”
Bowie foi cremado em Nova York. Após a sua morte, fãs fizeram homenagens e memoriais. Foram distribuídas flores em um mural de Brixton, sul de Londres, onde o cantor nasceu. A fotografia da capa do álbum “Aladdin Sane” serviu de ilustração, enquanto fãs cantavam suas músicas. Outras homenagens ocorreram em Nova York, Los Angeles e Berlim. Em todo o mundo, diversas postagens foram feitas sobre o ocorrido, com diversas manifestações de todos os tipos.
A influência de David Bowie é imensa, tanto musicalmente quanto socialmente. Suas canções e as apresentações inovadoras trouxeram uma nova dimensão para a música popular do começo da década de 70, influenciando fortemente tanto suas formas imediatas como seu desenvolvimento posterior. Pioneiro do glam rock, o biógrafo David Buckley considera que, nessa época, ele surgiu como a última estrela pop de todos os tempos e que nenhuma outra veio a existir após ele; sua produção musical durante a década criou um dos maiores cultos da cultura pop. De acordo com diversos autores, por exemplo, ao incorporar personas andróginas como Ziggy Stardust e Aladdin Sane na era do glam rock nos anos 70, Bowie recriou uma classe adolescente independente na época e também auxiliou movimentos como a libertação gay. Nessa era, sua postura ajudou a criar novas modas e jeitos de se vestir nas cenas de rock e música, apresentando roupas que ainda interessam as pessoas de hoje em dia.

“O amanhã pertence àqueles que podem escutá-lo chegando”
– David Bowie

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A semana Bowie terminou! Durante toda essa semana, as nossas redes sociais estiveram repletas de informações sobre o Camaleão do Rock. Não deixe de conferi-las!

Para ouvir as músicas e ter mais informações sobre o artista, acesse os links abaixo:
https://www.davidbowie.com/
https://open.spotify.com/artist/0oSGxfWSnnOXhD2fKuz2Gy
https://www.youtube.com/user/DavidBowieVEVO

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Semana Bowie [2/3]David Bowie teve uma carreira brilhante na década de 70, começando pelo crédito de artista mais vendid...
01/11/2018

Semana Bowie [2/3]

David Bowie teve uma carreira brilhante na década de 70, começando pelo crédito de artista mais vendido no Reino Unido em 1973 e com o lançamento de seu álbum “Aladdin Sane”. Também cresceram a vendagem de seus álbuns anteriores, que chegaram, juntos, à sexta posição no UK chart. Em 1974, Bowie se mudou para os Estados Unidos, ficando a princípio em Nova York, antes de se estabelecer em Los Angeles. Neste mesmo ano, ele lançara seu álbum “Diamond Dogs”. O disco alcançou a primeira posição no Reino Unido e a quinta nos EUA, gerando sucessos como "Rebel Rebel" e "Diamond Dogs". Também começava a ser desenvolvido o seu primeiro álbum ao vivo “David Live”, solidificando seu status de supertar e alcançando posições incríveis no Reino Unido e nos EUA. Não satisfeito, em 1975, Bowie lançou a canção “Fame”, que ficou na primeira posição dos EUA. Canção, esta, que escreveu em parceria com John Lennon, em seu álbum “Young Americans”. Em 1976, o décimo álbum de estúdio do músico inglês era lançado: “Station to Station”, álbum este que inaugurava a sua nova persona "Thin White Duke". Nesta época, a dependência de Bowie sobre a co***na se tornava algo público, vindo à tona em uma entrevista de Russell Harty, no programa London Weekend Television. Visivelmente magro e claramente em um estado de exaustão, Bowie deu uma entrevista que, conforme descrito pelo biógrafo David Buckley, "não deu nenhum sentido àquela que foi uma entrevista bastante extensa. [...] Bowie parecia completamente desconexo e mal conseguia pronunciar uma fase coerente."
Mudando-se para a Suíça, em 1976, comprou um chalé numa montanha no norte do Lago de Genebra. Em sua nova residência, a dependência pela co***na cresceu; além disso, quis aventurar-se em atividades extramusicais: começando a desenvolver gostos pela pintura e chegando até mesmo a produzir uma série de quadros pós-modernistas. Tais gostos o levaram a novamente se mudar, desta vez para Berlim no intuito de renovar e revigorar sua carreira musical. Nos anos que se seguiram, Bowie desenvolverá o que viria a ser conhecido como a “Trilogia de Berlim”, produzidos com a colaboração de Brian Eno, entre 1977 e 1979: “Low”, “Heroes” e “Lodger”. Nessa época, Bowie já se encontrava mais saudável e fora do vício e uso constante de co***na, chegando a fazer uma turnê onde o biógrafo David Buckley descreve como: "a sua primeira turnê durante cinco anos em que ele não se anestesiou com grandes quantidades de co***na antes de subir no palco. [...] Sem o esquecimento que as dr**as lhe traziam, estava com uma condição mental o suficientemente saudável para fazer novos amigos." Porém, nem tudo são rosas. Apesar do grande sucesso e da enorme evolução pessoal de Bowie na década de 70, em 1979 Bowie e Angela iniciaram o processo de divórcio, e, após meses de incansáveis disputas judiciais, seu casamento terminou em inícios de 1980.
Na década de 80, Bowie teve uma carreira um tanto quanto irregular, sendo marcada por grandes momentos em diversas áreas artísticas (como cinema, música, programas de TV, etc). Em 1980, foi lançado o álbum Scary Monsters (and Super Creeps), trazendo a canção "Ashes to Ashes", que alcançou o primeiro lugar nas paradas. O videoclipe da canção foi um dos mais caros e inovadores de todos os tempos, tendo uma repercussão absurda no mundo todo. O ano de 1981 foi marcado pelo encontro de Bowie com o grupo Queen, na Suíça. Esse encontro resultou no famigerado single “Under Pressure”, que buscava retratar a pressão social crescente que assolava o mundo. O dueto foi um sucesso mundial e tornou-se o terceiro single de sua carreira a atingir a primeira posição nas paradas britânicas. Segundo Freddie Mercury: "Under Pressure surgiu por acaso, David veio até nós para estudar [...] começou a mexer com algo e tudo correu muito espontaneamente e rapidamente. [...] Foi um verdadeiro prazer trabalhar com ele, ele tem um tremendo talento.” Interessado pelo mundo da cinematografia, ainda no mesmo ano, Bowie fez uma aparição no filme alemão “Christiane F.”, que retratava uma história baseada em fatos reais sobre uma adolescente viciada em dr**as na Berlim da década de 1970 (a história relembrava Bowie de seu tempo em Berlim e de sua época como dependente químico). A trilha sonora, constituída principalmente por canções já escritas anteriormente por Bowie, foi lançada como “Christiane F.” meses depois.
Bowie atingiu um novo pico de popularidade e mais um sucesso comercial em 1983 com o disco “Let's Dance”, que também o fez cativar uma nova audiência. Co-produzido por Nile Rodgers da banda “Chic”, o álbum ganhou o disco de platina no Reino Unido e nos EUA. Nesse mesmo ano, Bowie surgia como um dos artistas de videoclipes mais importantes da época. Em 1985, ele se apresentou no Estádio de Wembley para o Live Aid (uma série de concertos com músicos famosos e aclamados da época com o intuito de arrecadar fundos contra a fome na Etiópia). Durante o evento, Bowie gravou um videoclipe com Mick Jagger, cantando e dançando juntos a canção "Dancing in the Street", sucesso de 1964 na voz de Martha and the Vandellas, e que deu ao dueto a primeira posição nas paradas. Em 1986, Bowie participou do filme “Absolute Beginners”, chegando a desenvolver a trilha sonora do filme que, posteriormente, foi lançada com o mesmo nome, atingindo o segundo lugar nas paradas britânicas. Neste mesmo ano temos a sua participação no filme “Labirinto”, como o personagem Jared. Seu último disco solo da década foi “Never Let Me Down”, de 1987, em que ele abandona a levada de seus dois álbuns anteriores, e oferece um rock pesado com uma mistura de techno e industrial.
No início da década de 90, dez anos após o seu divórcio com Angela, Bowie conheceu a modelo Somali Iman Abdulmajid, mulher à qual se casaria em 1992. Bowie recorda "Eu estava a dar o nome de nossos futuros filhos na noite em que nos conhecemos... foi uma coisa absolutamente imediata.” Nesse mesmo ano, Bowie participou do Concerto em Tributo a Freddie Mercury, após a morte do vocalista do Queen no ano anterior. Cantou "Heroes" e "All the Young Dudes", esta última junto com Ian Hunter e não podendo deixar de cantar "Under Pressure", em que foi acompanhado por Annie Lennox, que supriu a parte de Freddie Mercury na canção. No final desse ano, Somali e Bowie se estabeleceram em Nova York. Em 1993, o lançamento de “Black Tie White Noise” trazia um Bowie influenciado em hip-hop, jazz e soul. Seu álbum “Outside”, lançado em 1995, reuniu Bowie novamente com Brian Eno, e foi concebido como o primeiro volume de uma narrativa não-linear sobre arte e assassinato. Apresentando personagens de um conto escrito pelo artista, o álbum conseguiu sucesso nas paradas britânicas e americanas. Em 17 de janeiro de 1996, Bowie entrou para o “Rock and Roll Hall of Fame”. Por fim, em 1998, Bowie gravou "A Foggy Day (In London Town)" com Angelo Badalamenti, tributo a George Gershwin, no intuito de arrecadar dinheiro para várias instituições de caridade dedicadas na conscientização e no combate à Aids.

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A semana Bowie ainda não terminou! Durante toda essa semana, as nossas redes sociais estarão repletas de informações sobre o Camaleão do Rock. Depois de amanhã, sábado, tem a finalização da história do artista, aqui no Facebook. Não deixe de conferir!

Para ouvir as músicas e ter mais informações sobre o artista, acesse os links abaixo:
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Semana Bowie [Bonus]Ziggy Stadust, a persona de David Bowie: vestido com um traje singular, com seus cabelos tingidos de...
31/10/2018

Semana Bowie [Bonus]

Ziggy Stadust, a persona de David Bowie: vestido com um traje singular, com seus cabelos tingidos de vermelho, e o rosto e os lábios fortemente maquiados, foi realizada a apresentação de Ziggy Stardust com os The Spiders from Mars pela primeira vez. A estreia do personagem aconteceu em um pub chamado Toby Jug em Tolworth, na parte sudoeste de Londres, no dia 10 de fevereiro de 1972.
Ziggy Stardust foi criado com o intuito de ser como “um mensageiro do povo de Marte” e não é somente uma persona, mas, também, uma música presente no álbum “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”. O personagem é até hoje considerado um enorme ícone para o mundo do rock e sempre possuiu uma representação clara de um ser andrógino.

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A semana Bowie ainda não terminou! Durante toda essa semana, as nossas redes sociais estarão repletas de informações sobre o Camaleão do Rock. Amanhã teremos a continuação da história do artista, aqui no Facebook. Não deixe de conferir!

Para ouvir as músicas e ter mais informações sobre o artista, acesse os links abaixo:
https://www.davidbowie.com/
https://open.spotify.com/artist/0oSGxfWSnnOXhD2fKuz2Gy
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Semana Bowie [1/3]David Robert Jones, mais conhecido pelo seu nome artístico “David Bowie”, nascido em 8 de janeiro de 1...
30/10/2018

Semana Bowie [1/3]

David Robert Jones, mais conhecido pelo seu nome artístico “David Bowie”, nascido em 8 de janeiro de 1947, no distrito de Brixton, em Londres (Inglaterra), foi um cantor, compositor, ator e produtor musical britânico. Descendente de Irlandeses, filho de uma arrumadeira de cinema (Margaret Mary Peggy) e de um oficial de promoções do Centro de Caridades infantis Barnado’s (Haywood Stenton "John" Jones), ingressou no mundo da música a partir do pai, escutando artistas tradicionais de rock. Na década de 40 Londres era considerado um dos piores lugares para se nascer e, apesar disto, Bowie cresceu de forma saudável, estudando até seus 6 anos de idade na escola “Stockwell Infants School”, lugar onde recebeu e criou fama pelo talento de cantar e, principalmente, de gritar.
Em 1953, Bowie e sua família se mudaram para um subúrbio próximo, o qual fez com que o menino mudasse de escola. Estudando agora em “Burnt Ash Junior School”, Bowie foi aceito no coral da escola, onde recebeu uma classificação de capacidade musical “acima da média” e, aos 9 anos, foi introduzido aos estímulos musicais de escutar sons e dançar, recebendo elogios de seus professores como “uma dança vividamente artística com uma postura surpreendente para uma criança”. Neste mesmo ano que a influência de seu pai começara e Bowie foi apresentado a músicos como The Platters, Fats Domino, Elvis Presley e Little Richard. Ao ouvir a música “Tutti Frutti”, Bowie diria mais tarde “Eu tinha escutado a voz de Deus”. Ainda nesta época, Bowie começou a se apresentar para seus amigos escoteiros, imitando e representando Elvis Presley. Apesar de ter uma belíssima ingressão no mundo cultural da música, o jovem Bowie não estava tendo um bom desempenho em sua escola atual, fazendo com que seus pais o colocassem na “Ravens Wood School”, uma escola técnica um tanto quanto incomum. Foi nesta escola que os dons de Bowie foram aprofundados, com ele tendo estudos de línguas, artes, desenhos e música. Próximo aos seus 13 anos, Bowie foi apresentado ao Jazz moderno pelo seu meio-irmão por parte de mãe, Terry Burns. Seu interesse foi tanto que, posteriormente, em 1961, Bowie ganhou de sua mãe o seu primeiro Saxofone alto, não demorando para que começasse a ter aulas de um músico local e começasse a dominar cada vez mais o instrumento.
Aos seus 15 anos de idade, em 1962, Bowie formou a sua primeira banda, conhecida como os “Kon-Rads”, que tocavam em eventos diversos como casamentos, festas e reuniões de jovens. A sua formação se baseava entre 4 e 8 pessoas e o seu foco principal era o do rock and roll – estilo que crescia exponencialmente na época –. Ao deixar a escola no ano seguinte, Bowie contou aos pais o seu sonho de ser uma grande estrela do rock e, sendo apoiado por eles, conseguiu o seu primeiro emprego, como ajudante de eletricista, com a ajuda de sua mãe. Devido as divergências de tempo e disponibilidade, problemas começaram a surgir entre os Kon-Rads, levando Bowie a sair e fundar a sua mais nova banda, os “King Bees”. Ao começar a sua banda, Bowie procurou por um empresário bem sucedido, chamado John Bloom, pedindo à ele para que fizesse pelos King Bees, o que Brian Epstein fez pelos Beatles. Bloom não respondeu a oferta de Bowie, porém encaminhou a sua mensagem a Leslie Conn, parceiro de Dick James, que contratou Bowie, fazendo dessa a primeira gestão pessoal do artista.
Com o apoio de Leslie, Bowie passou a ser promovido e lançou o seu primeiro single, chamado “Liza Jane”, creditado a “David Jones”, pelos King Bees. Single que, por sua vez, não teve sucesso algum. Insatisfeito com o seu progresso pessoal e músical, Bowie deixou os King Bees cerca de 1 mês após ingressar na banda, entrando posteriormente para a Manish Boys (banda com uma levada de Blues) e, posteriormente, entrando para a Lower Third. Bowie passou por diversas bandas e por diversos empresários, tendo como destaque o seu empresário, Ralph Horton, que seria uma figura importante em sua transição para artista solo mais tarde e que, também, o apoiou quando Bowie ingressou outro grupo, o “Buzz”. Mais tarde, em 1967, Bowie ainda passará por uma outra banda, chamada “Riot Squad”. Insatisfeito com o seu nome artístico na época, como Davie Jones, que criava confusão com o ator Davy Jones, o jovem músico pegou a sua inspiração de um famoso estadunidense do século XIX, responsável pela linha de facas Bowie, chamado Jim Bowie, por fim resultando no atualmente inconfundível nome: David Bowie. Após várias empreitadas em bandas de rock mal sucedidas e em tentativas frustradas de se lançar na mídia como um cantor, Bowie, em 1969, finalmente conseguiu o seu momento ao lançar a demo de “Space Oddity”, sendo lançada coincidentemente com a aterrisagem do homem na lua. A música foi o primeiro grande sucesso de Bowie, o deixando em 5º lugar nas paradas de sucesso da Inglaterra, representando, assim, o início de Bowie como um astro do rock.
Ainda em 1969, Bowie conheceu Angela Barnett mulher a qual se casaria dentro de um ano. Sendo uma modelo e atriz americana, o impacto de Barnett sobre o cantor foi imediato, e o envolvimento dela em sua carreira teve longo alcance, deixando o empresário Kein Pitt em influência limitada. Sentindo falta de uma banda e de um grupo para tocar junto em estúdio, Bowie deu início a uma nova formação: John Cambridge, como baterista, Tony Visconti, que tocaria no baixo, e Mick Ronson na guitarra elétrica, e com essa formação se iniciava a carreira solo de Bowie.
Após algumas mudanças na formação original de sua nova banda, Bowie lançou o seu terceiro álbum, em 1970, chamado de “The Man Who Sold the World”, caracterizado pelo som de rock pesado da sua nova banda e que marcou explicitamente um afastamento do violão e do estilo folk estabelecido em Space Oddity. Para promover o seu álbum novo nos EUA, a Mercury Records financiou uma turnê de divulgação entre janeiro e fevereiro de 1971, onde Bowie passou por diversas entrevistas por emissoras de rádio e mídia, explorando a sua aparência andrógina a qual lhe garantia opiniões como “deslumbrante e quase desconcertante”, segundo John Mendelsohn, da Rolling Stones. Durante a sua viagem de turnê, Bowie conheceu dois americanos que o levariam a desenvolver os conceitos que formaria, posteriormente, a persona de Ziggy Stardust, um personagem “que parecia que havia chegado de Marte”. Com seu álbum “Hunky Dory”, em 1971, Bowie apenas reafirmou o seu sucesso, sendo elogiado e aclamado pela crítica especializada. Em 1972 lançou um dos maiores álbuns da história do rock e de sua carreira: "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars". O álbum tinha um propósito conceitual, tendo como personagem o álter ego andrógino Ziggy Stardust que, com a música de mesmo nome, fez grande sucesso juntamente com “Starman”. Nesse álbum, Bowie exacerbou o Glam Rock, segmento musical que mesclava o rock tradicional com a androginia e elementos cênicos. Bowie criou, então, “o maior culto da cultura popular”, segundo David Bucley (biógrafo). Vestido com um traje notável, seus cabelos tingidos de vermelho, e o rosto e os lábios fortemente maquiados, Bowie inaugurou a apresentação de Ziggy Stardust com os The Spiders from Mars. O sucesso foi imenso, fazendo com que as apresentações do personagem se mantivesse ininterruptamente pelos 6 meses seguintes e deixando uma marca na história do rock. Seu álbum de 1973, Aladdin Sane, retomou o glam rock e atingiu o primeiro lugar no Reino Unido, se tornando o primeiro álbum a alcançar tal posição. O álbum continha músicas que Bowie escrevera durante a sua viagem aos EUA, sendo chamado por ele como “Ziggy vai a América”. Apesar do grande sucesso, em determinado momento Bowie não conseguia mais se identificar como David Bowie, tendo problemas de personalidade devido a incansável atuação como Ziggy Stardust. Tal situação resultou o afastamento do cantor de sua persona e da banda Spiders from Mars. Apesar disto, os álbuns antigos de Bowie começaram a ser requisitados de forma incansável, atingindo grandes posições no Reino Unido e garantindo cada vez mais a presença do cantor no mundo como uma estrela do rock.

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A semana Bowie ainda não terminou! Durante toda essa semana, as nossas redes sociais estarão repletas de informações sobre o Camaleão do Rock. Quinta-feira tem a continuação da história do artista, aqui no Facebook. Não deixe de conferir!

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