Antigo, Místico e Respeitável Brechó Cultural Orgulho Calunga da Primeira

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17/06/2024

Veja, em seguida, porque estamos "todosfu" e a maioria quase total não se dá conta:

"Os salários dos executivos das grandes empresas americanas estão aumentando muito mais rápido do que a remuneração média dos trabalhadores do setor privado, disparidade que ocorre sem objeções por parte dos acionistas, seduzidos pelos preços atuais das ações e por uma maior transparência.
Entre 2017 e 2023, a remuneração média de um executivo do índice ampliado S&P 500, que agrupa as 500 maiores empresas americanas, aumentou quase 40%, segundo uma pesquisa da empresa Equilar, em comparação com apenas 27% para os trabalhadores do setor privado nos Estados Unidos.
Para os executivos, esse valor é de 16,3 milhões de dólares (R$ 87,4 milhões) anuais.
Este aumento não gerou muitos sobressaltos entre os acionistas, que este ano rejeitaram em apenas dois casos os planos de remuneração patronal quando o assunto foi levantado em assembleias, segundo a empresa ISS-Corporate.
Em 2021 e 2022, uma série de reveses afetou vários grandes nomes corporativos de Wall Street, desde Starbucks e o banco JPMorgan Chase até as tecnológicas Intel e General Electric.

“Os investidores finalmente estão se rebelando contra os aumentos salariais massivos dos chefes”, destacou a revista Time em junho de 2022, antes que essa aparente reticência desaparecesse quase tão rapidamente quanto surgiu.
“Os acionistas tendem a votar contra os planos após um mau desempenho da empresa ou queda no preço das ações”, explicou Kevin Murphy, professor da universidade USC e especialista em remuneração executiva.
Destaca-se que, no momento da rebelião dos acionistas, a pandemia de coronavírus havia abalado gravemente a economia e os mercados financeiros.
“Alguns preços (das ações) haviam se recuperado, mas não todos”, lembrou ele. Por outro lado, o contexto atual do mercado, no qual Wall Street bateu dezenas de recordes desde o início do ano, não incentiva protestos.
Os acionistas da fabricante de carros elétricos Tesla até validaram na quinta-feira o enorme plano de compensação do magnata Elon Musk, avaliado em pouco menos de 50 bilhões de dólares (R$ 268,1 bilhões).
A chamada lei Dodd-Frank, nascida da crise financeira de 2008 e que se espalhou pelo mundo, exige desde 2011 que as empresas listadas em bolsa submetam a remuneração de seus executivos a uma votação dos acionistas pelo menos uma vez a cada três anos, uma disposição conhecida como “Say on Pay” (opinião sobre remuneração).
A votação é meramente consultiva, mas, em caso de uma negativa dos acionistas, a maioria dos conselhos administrativos das corporações renuncia e modifica o pacote salarial.
“Say on Pay” introduziu transparência no mundo empresarial, que “abandonou as más práticas. Sob esse ponto de vista, acredito que as coisas estão muito melhores”, avaliou Rosanna Landis Weaver, da associação de defesa dos acionistas As You Sow.
A Lei Dodd-Frank também exige que as corporações publiquem a relação entre a remuneração do principal diretor executivo e o salário médio na empresa.
Em 2023, um diretor corporativo recebia, em média, 196 vezes o salário médio dos funcionários de sua empresa, muito acima das 158 vezes de cinco anos atrás, segundo a Equilar.
De acordo com uma pesquisa divulgada nesta semana pela Universidade Bentley em conjunto com o Instituto Gallup, 82% dos americanos consideram “algo” ou “extremamente” importante “evitar uma diferença salarial muito significativa entre os chefes e os funcionários médios”.
“É um tema delicado”, sublinhou na pesquisa Kristina Minnick, professora de finanças da Bentley, que explicou que “os altos salários podem atrair melhores profissionais, mas também podem ser considerados excessivos”.
No entanto, os defensores da limitação à remuneração dos executivos não encontram apoio dentro de um eleitorado mais amplo.
Os projetos de lei apresentados nos últimos meses pelos congressistas Alexandria Ocasio-Cortez e Bernie Sanders, duas figuras da ala esquerda do Partido Democrata, continuam bloqueados na Câmara dos Representantes americana.
O “Say on Pay” levou muitas empresas a recorrer a consultorias especializadas e a utilizar escalas de referência para comparar seus planos salariais com os do resto do mercado.
Portanto, “há pouquíssimos exemplos recentes de um diretor executivo que tenha recebido uma quantia exorbitante ao deixar o cargo”, argumentou David Yermack, professor de finanças na Universidade de Nova York."

Isso significa, também, que se liberou a temporada de caça e assalto a todo e qualquer recurso natural ou ativo material de qualquer lugar do mundo pela brava gente loira, patriota, democrática e sem escrúpulos do capitalismo predador norte americano e eurocêntrico e seus aliados sionistas, católicos, evangélicos, muçulmanos, indús, shintoistas et caterva...

17/06/2024

Que coisa! Dá pra acreditar?! A Grobo "baixando as calcinhas" pro Chico! Grande Chico: nosso e para nós, não para "eles", não se precisa entender, se precisa gostar...

Não riam:
14/06/2024

Não riam:

Alicia Davis, una guardia de prisiones convertida en modelo y actriz de contenido para adultos, ha relatado que necesitó pasar por el quirófano para extraer un cuerpo extraño de su

14/06/2024

Depois de ACALMAR, APAZIGUARD, ACALENTAR E BABAR-OVO do "MERCADO" e seus asseclas dos meios de comunicação e outros mega-trambiqueiros evangélicos, cristãos, judeus, muçulmanos e afins e a MAROMBADA do agro para exportação, lhes mantendo financiamentos de avô para netinho, juros e ganhos descabidos., lesa-pátria e usurários, bem que o governo poderia tomar um pouco de coragem e energia e governar um pouco mais para os 98% de brasileiros comuns , melhorando-lhes um pouco a vida, obrigando o pagamento de salários justos e respeito, investindo mais em educação, cultura, saúde, transporte, habitação, lazer e condições de sobrevivência decentes.

02/06/2024

Há anos vi, na parede do escritório de um amigo, um posterzinho com uma foto do Pelé comemorando, aquele salto com o braço levantado. Havia uma legenda, uma frase atribuída a Carlos Drummond de Andrade. Dizia : "Difícil não é fazer mil gols como o Pelé (fez), difícil é FAZER UM GOL como o Pelé faz!"
Mas o assunto aqui não é futebol. O assunto, aqui, está em outro posterzinho que vi, também há muito, com uma frase atribuída a outro gênio, Albert Einstein. Tratava do Holocausto dos judeus, aquele, o Grande, o Único, o dos SEIS MILHÕES, nada das mixarias dos turcos contra os gregos e os armênios, ou dos tutsis. Tudo 'café pequeno'.
Ah, tem também os 25 milhões de russos, mas esse não conta, era sub-gente... ou o dos ciganos... etc. etc. etc.
Então, o que teria dito Einstein, não sei se o disse, mas vi escrito, também em um posterzinho de parede de consultório.
Estava escrito: " Não é espantoso que se haja matado a 6 milhões de judeus assim, espantoso é que se haja matado a UM JUDEU ASSIM!".
Espantoso, não é? E ele tinha razão.
... mas...
a expressão ficaria melhor assim:
"Espantoso é que se HAJA MATADO A SERES HUMANOS COM GÁS, COM TIROS, COM BOMBAS, COM MÍSSEIS, COM DRONES, COM VENENOS, COM TANQUES, COM O BOMBARDEMENTO, INVASÃO E O MASSACRE EM HOSPITAIS E DEMOLIÇÕES POR MÍSSEIS". ETC. ETC. ETC.
POR FAVOR, os que saibam qual é a diferença entre alemães e europeus de outras nacionalidades, nazistas, massacrando judeus de diversas nacionalidades em câmaras de gás, pogroms, tiros, facadas, bombardeios, demolição programada de blocos inteiros de habitações, pela fome, pela sede, por torturas e aflições mil e os judeus israelenses fascistas (apoiados pela União Europeia e a Otan e pelos Estados Unidos, colonialistas, usurpadores) bombardeando povoações miseráveis e hospitais e prédios públicos ou privados, de uma população civil e desarmada, apátrida apesar das disposições da Assembleia Geral da ONU, desassistida, abandonada pelas nações ditas civilizadas e ricas (sempre prontas a invadir outras nações para se apossar de riquezas minerais e petróleo), ME ESCLAREÇAM!
Continuo achando que é tudo a mesma coisa.
Judeus não israelitas (não havia o Estado de Israel...) também foram colaboradores das desgraças dos judeus. Ainda hoje o são. E os palestinos têm apenas uma pátria (ou nenhuma...), NÃO as vantagens de dupla nacionalidade (!!!) que muitos os judeus exibem.
Meus avós eram portugueses. Embora eu tenha carinho e apreço pelo país de onde vieram, meu passaporte é brasileiro, sou apenas brasileiro, como sempre quis ser.
Não pretendo nem espero nada diferente, salvo se deus vier a nós e diga a todos que deixemos dessas coisas que nos separam e DETERMINE (só assim vai...) uma única e irmanada raça terrestre com pertencimento a todos os cantos da Terra, seus continentes, mares, montanhas, rios, lagos, campos... praias...
Enquanto não, massacre é massacre, crime é crime, indecência e faltas de caráter continuam tendo os mesmos sentidos para mim: Israel é um estado criminal, bandido.

01/06/2024
23/05/2024

"DAS PEDRAS DE DAVI AOS TANQUES DE GOLIAS
Afirmam algumas autoridades em questões bíblicas que o Primeiro
Livro de Samuel foi escrito ou na época de Salomão ou no período
imediato, em qualquer caso antes do cativeiro da Babilônia. Outros
estudiosos não menos competentes argumentam que não apenas o
Primeiro, mas também o Segundo Livro de Samuel, foram redigidos
depois do exílio da Babilônia, obedecendo a sua composição ao que é
denominado por estrutura histórico-político-religiosa do esquema
deuteronomista, isto é, sucessivamente, a aliança de Deus com o seu
povo, a infidelidade do povo, o castigo de Deus, a súplica do povo, o
perdão de Deus. Se a venerável escritura vem do tempo de Salomão,
poderemos dizer que sobre ela passaram, até hoje, em números
redondos, uns três mil anos. Se o trabalho dos redatores foi realizado
após terem regressado os judeus do exílio, então haverá que
descontar daquele número uns 500.
Esta preocupação de rigor temporal tem como único propósito
propor à compreensão do leitor a ideia de que a famosa lenda bíblica
do combate (que não chegou a dar-se) entre o pequeno pastor Davi e
o gigante filisteu Golias anda a ser mal contada às crianças pelo
menos desde há 25 ou 30 séculos. Ao longo do tempo, as diversas
partes interessadas no assunto elaboraram, com o assentimento
acrítico de mais de cem gerações de crentes, tanto hebreus como
cristãos, toda uma enganosa mistificação sobre a desigualdade de
forças que separava dos bestiais quatro metros de altura de Golias a frágil compleição física do louro e delicado Davi. Tal desigualdade, segundo todas as aparências enorme, era compensada, e logo
revertida a favor do israelita, pelo fato de Davi ser um mocinho
astucioso e Golias uma estúpida massa de carne, tão astucioso
aquele que antes de ir enfrentar-se ao filisteu apanhou na margem de
um regato que havia por ali perto cinco pedras lisas que meteu no
alforje, tão estúpido o outro que não se apercebeu de que Davi vinha
armado com uma pi***la. Que não era uma pi***la, protestarão
indignados os amantes das soberanas verdades míticas, que era
simplesmente uma funda, uma humílima funda de pastor, como já as
haviam usado em imemoriais tempos os servos de Abraão que lhe
conduziam e guardavam o gado. Sim, de fato não parecia uma pi***la,
não tinha cano, não tinha coronha, não tinha gatilho, não tinha
cartuchos, o que tinha era duas cordas finas e resistentes atadas
pelas pontas a um pequeno pedaço de couro flexível, no côncavo do
qual a mão esperta de Davi colocaria a pedra que, à distância, foi
lançada, veloz e poderosa como uma bala, contra a cabeça de Golias,
e o derrubou, deixando-o à mercê do fio da sua própria espada, já
empunhada pelo destro fundibulário. Não foi por ser mais astucioso
que o israelita conseguiu matar o filisteu e dar a vitória ao exército do
Deus vivo e de Samuel, foi simplesmente porque levava consigo uma
arma de longo alcance e a soube manejar. A verdade histórica,
modesta e nada imaginativa, contenta-se com ensinar- nos que Golias
não teve nem sequer a possibilidade de pôr as mãos em cima de
Davi.

A verdade mítica, emérita fabricante de fantasias, anda a embalar-nos
há 30 séculos com o conto maravilhoso do triunfo de um pequeno pastor
sobre a bestialidade de um guerreiro gigantesco a quem, afinal, de nada
pôde servir o pesado bronze do capacete, da couraça, das perneiras e
do escudo.
Tanto quanto estamos autorizados a concluir do desenvolvimento deste
edificante episódio, Davi, nas muitas batalhas que fizeram dele rei de Judá e de Jerusalém e estenderam o seu poder até a margem direita do
Eufrates, não voltou a usar a funda e as pedras.
Também não as usa agora. Nestes últimos 50 anos cresceram a tal
ponto as forças e o tamanho de Davi que entre ele e o sobranceiro
Golias já não é possível reconhecer qualquer diferença, podendo até
dizer-se, sem insultar a ofuscante claridade dos fatos, que se tornou num
novo Golias. Davi, hoje, é Golias, mas um Golias que deixou de carregar
pesadas e afinal inúteis armas de bronze. Aquele louro Davi de antanho
sobrevoa de helicóptero as terras palestinas ocupadas e dispara mísseis
contra alvos inermes; aquele delicado Davi de outrora tripula os mais
poderosos tanques do mundo e esmaga e rebenta tudo quanto encontra
na sua frente; aquele lírico Davi que cantava loas a Betsabé, encarnado
agora na figura gargantuesca de um criminoso de guerra chamado Ariel (Benjamin Netanyahu)
Sharon, lança a "poética" mensagem de que primeiro é necessário
esmagar os palestinos para depois negociar com o que deles restar.
Em poucas palavras, é nisto que consiste, desde 1948, com ligeiras
variantes meramente táticas, a estratégia política israelita. Intoxicados
mentalmente pela ideia messiânica de um Grande Israel que realize
finalmente os sonhos expansionistas do sionismo mais radical;
contaminados pela monstruosa e enraizada "certeza" de que neste
catastrófico e absurdo mundo existe um povo eleito por Deus e que,
portanto, estão automaticamente justificadas e autorizadas, em nome
também dos horrores passados e dos medos de hoje, todas as ações
próprias resultantes de um racismo obsessivo, psicológica e
patologicamente exclusivista; educados e treinados na ideia de que
quaisquer sofrimentos que tenham infligido, inflijam ou venham a infligir
aos outros, e em particular aos palestinos, sempre ficarão abaixo dos
que padeceram no Holocausto, os judeus arranham interminavelmente a
sua própria ferida para que não deixe de sangrar, para torná-la incurável,
e mostram-na ao mundo como se tratasse de uma bandeira.
Israel fez suas as terríveis palavras de Jeová no Deuteronômio: "Minha é
a vingança, e eu lhes darei o pago". Israel quer que nos sintamos
culpados, todos nós, direta ou indiretamente, pelos horrores do
Holocausto, Israel quer que renunciemos ao mais elementar juízo crítico
e nos transformemos em dócil eco da sua vontade, Israel quer que
reconheçamos de jure o que para eles já é um exercício de fato: a
impunidade absoluta. Do ponto de vista dos judeus, Israel não poderá
nunca ser submetido a julgamento, uma vez que foi torturado e
queimado em Auschwitz. Pergunto-me se esses judeus que morreram
nos campos de concentração nazistas, esses que foram perseguidos ao
longo da História, esses que foram trucidados nos progrons, esses que
apodreceram nos guetos, pergunto-me se essa imensa multidão de
infelizes não sentiria vergonha pelos atos infames que os seus
descendentes vêm cometendo. Pergunto-me se o fato de terem sofrido
tanto não seria a melhor causa para não fazerem sofrer os outros.
As pedras de Davi mudaram de mãos, agora são os palestinos que as
atiram. Golias está do outro lado, armado e equipado como nunca se viu
soldado algum na história das guerras, salvo, claro está, o amigo
americano. Ah, sim, as horrendas matanças de civis causadas pelos
chamados terroristas suicidas... Horrendas, sim, sem dúvida,
condenáveis, sim, sem dúvida. Mas Israel ainda terá muito que aprender
se não é capaz de compreender as razões que podem levar um ser
humano a transformar-se numa bomba.

JOSÉ SARAMAGO


(Texto escrito para o Parlamento Internacional dos Escritores após visita feita a
Yasser Arafat, em Ramallah, em fins de março, com uma delegação que reunia
oito intelectuais de quatro continentes. Retirado da página: www.resistir.inf")"

Publiquei este texto em 2006. Estou republicando porque, tendo Saramago morrido hás alguns muitos anos, nem precisa ser atualizado, os algozes e as vítimas continuam os mesmos, só o ritmo do holocausto palestino continua crescente e não objetiva apenas matar a toda um etnia (ironicamente com as mesmas raízes), mas a fazê-la o mais rápida, pública e visualmente sabida e incontestada. Como diria o herói bêbado, cínico e mascador de chicletes: "Shame on you"...

13/05/2024

"Não aguento mais!"

Há algumas décadas, li em algum lugar que o ministro das propaganda e das "comunicações" do III Reich, o famoso e refinado Herr Goebels dizia que ia logo puxando o revólver quando alguém, próximo, falava em "cultura"... teria lá SUAS razões, por certo.
Não tenho e nem nunca tive ou usei (e tenho raiva de quem tem e usa, especialmente se for alguém pago por nós para nossa seguranças ou a segurança do estado de direito...)qualquer arma, mesmo que um canivete suíço. Há minutos, ouvi a palavrinha mágica e multiuso pela 25ª vez em apenas duas horas desta manhã, perpetrada por um major , acho que da Brigada gaúcha, duas vezes em apenas um período...
Uma palavrinha imponente e aparentemente gostosa de pronunciar... dá moral, indica algo, dá peso às demais palavras...penso... e multiuso, serve em todos e quaisquer casos, momentos, oportunidades..... sem nenhuma pretensão, devo dizer que, há uns 30 para 40 anos, ou mais, eu só conhecia o termo em inglês, quando lia algum texto ou livro, romance ou história, especialmente quando reproduziam algum documento da 'joint chiefs of the staff' - tinha curiosidade, mas, quando procurei em dicionários nacionais (talvez não tenha sabido procurar...) nunca localizei o verbete. Imaginei sempre que, embora possivelmente de origem latina, era desconhecida ou nunca utilizada em nosso idioma. Mas no século XXI ela vinha despontando, usada pela trêfega (Stanislau Ponte Preta), jovem e vibrante classe de nouveau jornalistas em suas análises e vislumbres... o advento da 'Pandemia" lhe contrapôs outra palavrinha de sucesso, essa sim já dos dicionaristas e no idioma, que encantava e passou ao uso generalizado da plebe e das classes altas, a tal de "empatia"! Tenho pouca empatia por essa, também...
Tenho a certeza de que nem o Aulete, nem o Buarque de Hollanda... nem o do Jânio tinha... "resiliência"!
Homessa: ao menos até os "60 ou '70 do século anterior nunca a encontrei. Tenha existido ou não nos meios vernaculares, hoje me recuso até a escrevê-la, de tanto que me enche o s**o o seu uso urbi et orbi... prefiro usar tenacidade ou teimosia, ou suas meia-dúzias de outros sinônimos... mas..."resi..." de jeito nenhum! Já basta termos o Eduardo Leite...

09/05/2024

Nada como um dia depois de outro... e mais outro... à vista da solidariedade "daquela negrada" dos demais estados brasileiros, os irmãos do sul veem ações e resultados, para que possam retomar à normalidade de suas vidas, o mais rapidamente possível.
VIVA O POVO BRASILEIRO PRETO, BRANCO, AMARELO, VERMELHO, SIMPLES TRABLHADORES .... e os "empreendedores e influencers"... em geral, também, é claro...

05/05/2024

"... lembro o chinelo na mão e o avental todo sujo de ovo, se eu pudesse queria outra vez, mamãe, começar tudo tudo de novo..".
- Maria das Dores (Dolores) Fonseca, 1919/até o fim dos tempos -

22/04/2024

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São Vicente, SP
11310-020

Telefone

99111-9357

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