Rosi Costureira

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31/05/2026
30/05/2026

Cientistas comprovam que corvos possuem memória extraordinária e conseguem reconhecer rostos humanos específicos por até 20 anos. O estudo da Universidade de Washington revela que essas aves guardam rancor de pessoas associadas a ameaças no passado.

O mais surpreendente é a capacidade de transmissão cultural desse comportamento. Os corvos ensinam seus filhotes e outros membros do bando a odiarem os mesmos indivíduos, gerando uma aversão multigeracional a rostos específicos.

📷 Reprodução

30/05/2026

Na Grécia, mais precisamente na cidade de Vouves, existe uma gigantesca oliveira com mais de 3.000 anos de civilização. Considerada a oliveira mais antiga do mundo, a árvore tem um tronco que é uma verdadeira obra de arte com imponentes 4,6 metros e uma altura impressionante de 12 metros. Acredita-se que ela tenha crescido no local desde os tempos minóicos, testemunhando silenciosamente a história.

A arqueóloga Ticia Verveer explicou mais sobre a idade da árvore no Twitter e observou: “Ela já estava aqui quando Roma queimou em 64 d.C. e Pompéia foi enterrada sob um espesso tapete de cinzas vulcânicas em 79 d.C. Isso tudo aconteceu apenas durante a infância da árvore.”

O mais impressionante é que a árvore ainda dá frutos – inclusive seus frutos produzem o melhor azeite do mundo! A oliveira é tão importante que foi declarada Monumento Natural, por ser árvore mais antiga do mundo do seu tipo. Ramos desta respeitável árvore foram usados para tecer as grinaldas dos vencedores das Olimpíadas de Atenas em 2004 e das Olimpíadas de Pequim em 2008.

A oliveira era considerada sagrada na Grécia antiga e atualmente são bastante cultivadas nos países mediterrâneos. Cerca de 90% da produção mundial de azeitonas é realizada nesta região.

Assim como a oliveira milenar de Vouves, que permanece firme há mais de 3.000 anos, nós também somos capazes de resistir ao tempo e aos desafios, deixando um legado. Essa árvore, que viu impérios surgirem e caírem, nos ensina que a força está nas raízes profundas e na capacidade de continuar a florescer, independentemente das adversidades.

Seja como a oliveira: cultive resiliência, produza frutos mesmo em tempos difíceis e inspire aqueles ao seu redor com a beleza da sua história. 💛✨

📸: Eric Nagle / wikimedia

28/05/2026

Brasileira flagra um estranho fenômeno próximo a agroglifos: As estranhas e misteriosas formações que surgem em plantações!

Um novo agroglifo voltou a chamar atenção na Inglaterra após vídeos e fotos começarem a circular nas redes sociais.

A formação apareceu em White Sheet Hill, perto de Warminster, em Wiltshire, uma região conhecida por registros de crop circles e por sua paisagem marcada por colinas e sítios antigos.

O caso ganhou ainda mais repercussão depois que uma brasileira compartilhou imagens caminhando dentro da formação, mostrando de perto os detalhes do desenho feito na plantação.

Visto do alto, o agroglifo impressiona pela dimensão e pelo padrão geométrico, formado por círculos ligados entre si, como se o desenho tivesse sido traçado com precisão sobre a lavoura.

Mas outro detalhe chamou atenção nos vídeos.

Enquanto a formação era registrada do alto de um morro, uma espécie de círculo começou a se mover sobre a plantação, próximo ao agroglifo.

O fenômeno parecia um redemoinho baixo, deslocando as plantas em movimento circular e seguindo em direção ao desenho no campo.

Mas com um pequeno detalhe: não era um redemoinho.

Na verdade no momento do registro, não havia nem mesmo uma brisa, e é possível ver que a vegetação não se movimenta além do círculo que gira em torno e próximo a formação.

As imagens rapidamente viralizaram e surgiram discussões sobre os crop circles, ou agroglifos.

Tal fenômeno surgiu no Reino Unido e ficou mundialmente conhecido principalmente a partir dos anos 1980.

Para alguns, essas formações são obras humanas planejadas.

Para outros, continuam sendo um dos maiores mistérios modernos ligados a fenômenos desconhecidos com possíveis conexões OVNIs e extraterrestres.

No caso de White Sheet Hill, o agroglifo em si já chamava atenção.

Mas o círculo se movendo ao redor da formação deixou o registro ainda mais intrigante.

27/04/2026

Pai entra em pânico ao acreditar que perdeu seu bebê, mas carregava ele o tempo todo nas costas.

Um pai caminhava por um shopping, empurrando o carro do seu bebê enquanto carregava o pequeno carregado nas costas.

Em um momento de distração, ele olhou para o carro vazio e pensou que algo não estava bem. Começou a procurar com preocupação, sem perceber um detalhe evidente.

Foi então que uma mulher o parou e o fez perceber algo inesperado: seu bebê estava bem atrás, bem segurado nas costas.

O menino estava lá o tempo todo, tranquilo, enquanto o pai tentava entender a situação.

Às vezes não é que perdemos algo... Apenas esquecemos onde o temos.

27/04/2026

A escultura que viralizou nas redes sociais não é apenas uma peça impressionante, mas uma obra com nome, autor e uma longa tradição artística por trás. Trata-se de Ondina Emergindo das Águas, criada pelo escultor americano Chauncey Bradley Ives em Roma, por volta de 1880.

Esculpida a partir de um único bloco de mármore branco, a obra chama atenção pela ilusão quase impossível de transparência: o véu parece molhado, colado ao corpo e cheio de dobras delicadas, embora tudo seja pura pedra. Não há tecido nem qualquer outro material, apenas mármore trabalhado com extrema precisão.

A personagem retratada vem de um conto alemão publicado em 1811 por Friedrich de la Motte Fouqué. Ondina é uma ninfa aquática que conquista uma alma humana ao se casar com um cavaleiro mortal. Quando ele a trai, ela é obrigada, pela lei de seu povo, a tirar sua vida. A escultura representa justamente o momento em que ela emerge das águas para cumprir esse destino.

Essa técnica de representar tecidos aderidos ao corpo tem nome: drapejado molhado. Sua origem remonta à Grécia helenística, em obras como a Vitória de Samotrácia, e foi retomada no Renascimento. No Barroco napolitano, ganhou destaque com o famoso Cristo Velado, de Giuseppe Sanmartino, em 1753, tornando-se ainda mais popular no século XIX, quando escultores italianos e americanos disputavam quem conseguia criar o véu mais delicado em mármore.

Além da beleza técnica, o véu também carregava um significado simbólico. No século XIX, durante o Risorgimento, movimento pela unificação da Itália, figuras femininas veladas passaram a representar um país oculto, à espera de ser revelado.

O que parece tecido é pedra. O que parece um efeito impossível é resultado de séculos de tradição artística. E o que parece magia é, na verdade, a habilidade de um escultor que dedicou a vida a fazer o mármore enganar os olhos.

Endereço

Rua Cassia Francisco
Suzano, SP
08675-250

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