Asociación Intercultural Afrobrasileira Etuhole Ubuntu

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Asociación   Intercultural   Afrobrasileira  Etuhole Ubuntu Ya no está activa. Ubuntu es una regla ética sudafricana enfocada en la lealtad de las personas y las relaciones entre éstas.

La palabra proviene de las lenguas zulú y xhosa. Ubuntu es visto como un concepto africano tradicional.Una persona con ubuntu es abierta y está disponible para los demás, respalda a los demás, no se siente amenazado cuando otros son capaces y son buenos en algo, porque está seguro de sí mismo ya que sabe que pertenece a una gran totalidad, que se decrece cuando otras personas son humilladas o meno

spreciadas, cuando otros son torturados u oprimidos.Desmond Tutu


La interculturalidad, es un proceso de comunicación e interacción entre personas y grupos culturalmente diferenciados donde no se permite que un grupo esté por encima del otro, favoreciendo en todo momento el diálogo horizontal y convivencia. En las relaciones interculturales se establece una relación basada en el respeto a la diversidad y el enriquecimiento mutuo.

11/10/2016

Correio Braziliense, 16/12/1976

09/07/2016

Bahia
circa 1943
Marcel Gautherot

21/04/2016

Um pouco sobre as regras na Academia do Mestre Bimba.

Com um sistema de ensino com rigor pedagógico: método de ensino, lições, avaliações, turma de alunos, aulas e rodas em dias e horarios definidos, livros de matrícula, controle de mensalidade, apostilas. Na Academia havía um quadro contendo um regulamento com nove itens, envolvendo aspectos técnicos e disciplinares:

1.Deixe de fumar. Proibido fumar durante os treinos.

2. Deixe de beber. O uso do alcool prejudica o metabolismo muscular.

3. Evite demonstrar aos seus amigos de fora da "roda" de capoeira seus progressos. Lembre-se de que a surpresa é a melhor aliada numa luta.

4. Evite conversa durante o treino. Voce esta pagando o tempo que esta na academia, e observando os outros lutadores, aprenderá mais.

5. Procure gingar sempre.

6. Pratique diariamente os exercicios fundamentais.

7. Não tenha medo de se aproximar do oponente. Quanto mais proximo se mantiver, melhor aprendera.

8. Conserve o corpo relaxado.

9. Melhor apanhar na roda do que na rua. Quem foi aluno de Mestre Bimba, lembra-se do rigor no cumprimento dos horarios.

20/04/2016
21/03/2016

pode ser o mais velho instrumento musical da humanidade ?
Peut-être le plus vieil instrument de musique de l'humanité ?

15/01/2016
04/01/2016

Banzo é uma palavra africana de origem BANTU usada para referir-se a intensa saudade e ao sentimento mórbido que o negros escravizados sentiam de sua mátria africana.
O banzo é definido como o processo psicológico causado pela remoção da cultura que colocou os negros na condição de escravos transportados para terras distantes, em um estado inicial de excitação seguido por impulsos de raiva e destruição e em seguida, uma profunda nostalgia que induzia a apatia, falta de fome, muitas vezes a loucura até a morte. Banzo acontece quando se é arrancado de sua cultura, consequência da desconexão da religião, crenças, sistema de castas, os costumes, a família e os amigos, sem esperança de jamais voltar a eles. Como resultado, a pessoa acometida pelo banzo quer morrer, torna-se louco ou se transforma em uma pessoa "endurecida", cujo autocontrole emocional é completamente interrompido.

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Banzo: a melancolia negra

A depressão e o suicídio dos negros africanos eram fatos corriqueiros

"Apareceu ontem enforcado com um baraço [corda de fios de linho], dentro de um alçapão, na casa da rua da Alfândega, nº 376, sobrado, o preto Dionysio, escravo de D. Olimpya Theodora de Souza, moradora na mesma casa. O infeliz preto, querendo sem dúvida apressar a morte, fizera com uma thesoura pequenos ferimentos no braço ...” Essa nota, publicada no Jornal do Commercio, no Rio de Janeiro, em 22 de junho de 1872, revela uma faceta pouco conhecida da escravidão: os escravos se suicidavam. E como. O índice de “mortes voluntárias” entre eles, quando comparado ao de homens livres, era duas ou três vezes mais elevado. Os suicídios de escravos também se diferenciavam noutros aspectos. O mais notável deles era o fato de atribuir-se o gesto ao banzo.
Ainda hoje se discute o significado dessa palavra. O mais aceito tem uma remota origem africana, equivalendo a “pensar” ou “meditar”. O termo também, há tempos, designou uma doença. Em 1799, por exemplo, Luiz António de Oliveira Mendes apresentou, na Academia Real de Ciências de Lisboa, um estudo sobre “as doenças agudas e crônicas que mais freqüentemente acometem os pretos recém-tirados da África”. O banzo constava entre elas. Os sintomas? Os escravos ficavam entristecidos, paravam de falar e, acima de tudo, deixavam de se alimentar, mesmo “oferecendo-se-lhes” – afirma o médico – “as melhores comidas, assim do nosso trato e costume, como as do seu país...”, falecendo pouco tempo depois.
No século 19, com o desenvolvimento das primeiras teorias psicológicas, o comportamento dos escravos banzeiros foi reconhecido como distúrbio mental. Em 1844, Joaquim Manoel de Macedo, na tese médica intitulada Considerações Sobre a Nostalgia, afirma o seguinte: “[...] estamos convencidos de que a espantosa mortandade que entre nós se observa nos africanos, principalmente nos recém-chegados, bem como de que o número de suicídios que entre eles se conta, tem seu tanto de dívida a nostalgia [...]”
Aos poucos, a associação entre nostalgia e banzo se tornou popular. No Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa, de 1875, de Joaquim de Macedo Soares, é possível ler a seguinte definição: “banzar: estar pensativo sobre qualquer caso; triste sem saber de quê; sofrer do spleen dos ingleses; tristeza e apatia simultânea; sofrer de nostalgia, como os negros da Costa quando vinham para cá, e ainda depois de cá estarem”.
Hoje, a palavra “nostalgia”, difundida na literatura, é sinônimo de “saudade”, um sentimento. Situação bem diferente é pensá-la como doença. Tal rótulo – assim como o de banzo – provavelmente encobria uma vasta gama de problemas psicológicos ou psiquiátricos, que iam da depressão à esquizofrenia; ou eram provocados pela desnutrição, por doenças contagiosas, ou por consumo excessivo de álcool e dr**as – como a maconha, apreciada por muitos escravos, que a chamavam de “pango”.
Não faltam exemplos de aproximações entre suicídio e doença mental. O citado Jornal do Commercio registra ocorrências de mortes voluntárias associadas a delírios: “Valentim, escravo de Faria & Miranda, estabelecidos na rua dos Lázaros nº 26, sofria há dias violenta febre, e era tratado pelo Dr. Antonio Rodrigues de Oliveira. Anteontem [20 de maio de 1872], às 9 horas da noite, ao que parece, em um acesso mais forte, Valentim feriu-se com um golpe no pescoço”. Outras vezes se reconhecia explicitamente a loucura: “Suicidou-se ontem [8 de março de 1872] à 1 hora da tarde, enforcando-se, a preta africana Justina, de 50 anos, escrava de Narciso da Silva Galharno. O Sr. 2º Delegado tomou conhecimento do fato e procedeu a corpo delito. Consta que a preta sofria de alienação mental”.
Como todos os testemunhos do passado, os textos acima devem ser lidos com olhos críticos: o registro de suicídio pode encobrir assassinatos praticados por senhores. Tal fato não implica em diminuir o banzo como uma das expressões trágicas da loucura comum a milhões de pessoas vítimas do tráfico de escravos. Por outro lado, a divulgação desse sofrimento nos jornais deve ter contribuído para a formação da sensibilidade abolicionista na sociedade imperial. Por isso, o banzo pode ser entendido como uma forma não intencional de protesto político, um exemplo primário de luta pela não-violência.

Por: Renato Pinto Venâncio
Fonte: Guia do Estudante

CONHEÇA MAIS EXPRESSÕES AFRO E AFRICANA NO ÁLBUM "Identidade Africana: Saudações, expressões, glossário..." ACESSE: http://www.facebook.com/media/set/?set=a.403283073069177.99933.278535572210595&type=3

25/12/2015

Feliz Natal e muito Asè .

10/11/2015

No mês da Consciência Negra, Zumbi é o protagonista mais lembrado. No entanto, pouco se fala de Dandara dos Palmares, uma líder quilombola contra a escravidão tão importante quanto Zumbi, mas que continua apagada da história.

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