07/06/2026
subiu ao palco montado na Enseada de Botafogo, neste sábado, 6 de junho, para o show do , onde entregou uma apresentação espetacular usando uma jaqueta bordada por . O trabalho artesanal foi executado por e .
A arte presente na peça celebra o encontro entre duas identidades nacionais por meio da linguagem universal dos pássaros. Em uma cena lúdica inspirada no futebol, duas aves simbólicas disputam a bola, transformando o esporte em uma representação de cultura, orgulho e conexão entre povos.
À esquerda, a ave vestida com as cores do Haiti simboliza força, resistência e riqueza cultural. Sua presença remete à trajetória de um povo que preserva suas raízes, sua criatividade e seu espírito de superação. Ela representa a liberdade e a capacidade de seguir adiante apesar dos desafios, carregando consigo a identidade e a dignidade da nação haitiana.
À direita, a arara-canindé, com suas cores azul e amarela e vestindo a camisa da Seleção Brasileira, traduz a exuberância natural do Brasil. Reconhecida como um dos símbolos mais marcantes da fauna nacional, ela expressa a biodiversidade, a alegria, a energia e a pluralidade cultural que caracterizam o país. Suas asas abertas sugerem movimento, acolhimento e o espírito livre tão associado à cultura brasileira.
Posicionada entre as duas figuras, a bola de futebol ultrapassa o significado esportivo e passa a representar o diálogo entre culturas, a amizade entre nações e uma paixão capaz de unir diferentes territórios. O jogo se transforma em um ponto de encontro onde identidade, respeito e celebração caminham juntos.
Mais do que retratar uma partida, a composição narra uma história de representatividade, pertencimento e intercâmbio cultural. As aves tornam-se embaixadoras de seus países, mostrando que, mesmo vindas de realidades distintas, podem compartilhar o mesmo espaço, a mesma paixão e o mesmo sonho em uma criação que celebra a união por meio da arte, da natureza e do esporte.
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