18/11/2024
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𝗣 𝗥 𝗢 𝗪 𝗘 𝗦 𝗦
𝖬 𝖮 𝖣 𝖤 𝖫 𝖠 𝖦 𝖤 𝖭 𝖢 𝖸
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ㅤ Nesta entrevista exclusiva, Hannibal reflete sobre os desafios, as vitórias e os sacrifícios que marcaram sua trajetória. Um relato sincero que revela o outro lado do glamour. 🎙️
ㅤ 1. Qual foi a crítica mais difícil que você já recebeu como modelo?
Ah, essa eu não esqueço. Uma vez, durante uma sessão para uma campanha de alta moda, o diretor criativo disse que minha expressão parecia "distante demais", como se eu estivesse "pensando no jantar e não no conceito". Confesso que na hora fiquei desconcertado, mas depois entendi que ele queria intensidade, e eu estava no automático. Peguei isso como aprendizado e hoje entrego o que chamam de "olhar que hipnotiza"—até ouvi Gisele Bündchen falando que a expressão faz a foto, e levo isso pra vida.
ㅤ 2. Já houve algum desfile ou sessão de fotos em que as coisas deram errado?
Várias, mas uma ficou marcada! Um desfile ao ar livre em Paris. Estava impecável, vestindo um terno de luxo, e começa a chover do nada. O piso ficou escorregadio, e o que aconteceu? Um escorregão épico na passarela! Mantive a pose, levantei como se nada tivesse acontecido e terminei o desfile. A plateia aplaudiu, mas eu queria sumir. Depois, fiquei sabendo que Naomi Campbell já caiu e virou um ícone, então superei.
ㅤ 3. Como você lida com comparações entre modelos ou com a pressão para manter certo padrão?
Comparações sempre vão existir, mas eu gosto de lembrar que cada um tem seu espaço. Trabalhando com Chanel, vi como cada modelo é escolhido pelo que oferece de único. Claro, tem a pressão pra manter o físico e a imagem, mas sou humano, não um cabide de luxo. Quando bate a cobrança, me lembro de algo que ouvi de Henry: “Você é o padrão que a sua confiança impõe.” Funciona como um mantra.
ㅤ 4. Já teve que lidar com rejeição em uma seleção ou casting importante?
Ah, já! Uma vez, fui para um casting para uma grande grife masculina, e me disseram que "não era o que eles estavam procurando". No começo, é difícil não levar pro pessoal, mas aprendi que rejeição faz parte do jogo. Até modelos como Kate Moss e Cara Delevingne ouviram "não" antes de brilharem. Se não era pra mim, era pra outro lugar—e olha onde estou hoje.
ㅤ 5. Qual foi o momento mais desafiador da sua carreira até agora?
Diria que foi equilibrar minha vida pessoal com a carreira. Modelar exige estar presente, viajar e se adaptar. Quando minha filha Ohana nasceu, foi um desafio administrar tempo entre as passarelas e a paternidade. Mas, quer saber? Isso me tornou mais disciplinado e focado. Hoje, sempre dou prioridade ao que importa de verdade, e isso reflete no trabalho.
ㅤ 6. Alguma vez você recebeu uma orientação ou pedido que te deixou desconfortável? (Ex.: desfilar nu)
Já, sim. Uma vez sugeriram um ensaio artístico que envolvia nudez completa. Não tenho problemas com o corpo, mas achei que não era algo que encaixasse no meu estilo e imagem. Neguei educadamente, e aprendi que limites são fundamentais. O legal do mundo da moda é que você sempre pode dizer “não” sem fechar portas.
ㅤ 7. Como você reage quando enfrenta críticas sobre sua aparência ou postura?
Com a cabeça erguida. Críticas vão surgir, mas tento extrair algo útil delas. Se forem só pra ofender, ignoro. Lembro quando disseram que eu era “muito alto” pra certas marcas—como se fosse possível ser demais para a moda! Me inspirei em modelos altos como Sean O'Pry e tornei isso um diferencial.
ㅤ 8. Já teve que adaptar seu estilo pessoal para se encaixar em um papel ou marca?
Ah, várias vezes. Uma das campanhas mais desafiadoras foi uma em que precisei adotar um visual bem punk, com maquiagem pesada e cabelo espetado—totalmente fora do meu estilo. Mas é isso que amo na profissão: a chance de me reinventar. Como o próprio Karl Lagerfeld dizia, “moda é sobre mudança”.
ㅤ 9. Existe algum conselho que você recebeu sobre lidar com críticas e que te ajuda até hoje?
Sim. Uma vez, um veterano da indústria me disse: “Aceite o que serve e descarte o resto.” Isso me ajudou a filtrar críticas construtivas de opiniões maldosas. Também aprendi que autoconfiança é a maior arma. Afinal, se você não acredita em si mesmo, quem vai acreditar?
ㅤ 10. Qual foi a maior lição que os momentos difíceis trouxeram para sua carreira?
Resiliência. Cada não, cada queda na passarela, cada crítica me fez mais forte e determinado. Aprendi que momentos difíceis não são o fim, mas o ponto de partida para algo maior. Hoje, olho para trás e vejo que tudo serviu para construir quem sou como modelo e como pessoa.
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𝗔𝗟𝗟 𝗥𝗜𝗚𝗛𝗧𝗦 𝗥𝗘𝗦𝗘𝗥𝗩𝗘𝗗.